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História ou estória?
Thread poster: Ivana de Sousa Santos

Ivana de Sousa Santos  Identity Verified
Portugal
Local time: 13:29
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Jun 7, 2005

Caros colegas,

Tenho vindo a notar, nos √ļltimos anos, uma tend√™ncia para a escrita de "est√≥ria" (=conto; narrativa) para diferenciar da ci√™ncia Hist√≥ria.

Gostaria de saber a vossa opinião sobre este assunto, ou seja, até que ponto é mesmo correcta a utilização de "estória" e não "história" como sendo uma palavra homófona como tantas outras.

Sempre aprendi que o contexto é que as diferenciava e sempre escrevi "história" para os dois casos.

Confesso que a palavra "est√≥rias" me choca, talvez por s√≥ recentemente a ter visto escrita em certos livros, e por vezes em tradu√ß√Ķes de ingl√™s em que as palavras "history" e "story" interagem na mesma frase ou par√°grafo.

Também vos choca esta utilização ou é muito comum? Sinto-me muito relutante em escrever a palavra "estória(s)" e em passar a utilizá-la. Não me refiro somente à sua utilização na tradução, mas igualmente no dia-a-dia.

Obrigada desde já pela vossa atenção e futuras respostas.
Ivana


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Paulo Celestino Guimaraes  Identity Verified
Brazil
Local time: 11:29
Member (2001)
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história e estória (em socioblog) Jun 7, 2005

Depois de uma breve investiga√ß√£o, Rui Oliveira, num esfor√ßo admir√°vel, vem acrescentar algumas considera√ß√Ķes de interesse no que diz respeito √† quest√£o dos termos hist√≥ria e est√≥ria (que aqui come√ßara a ser debatida). Quanto √† pol√©mica entre os apologistas da diferencia√ß√£o entre os voc√°bulos hist√≥ria e est√≥ria e aqueles que preconizam a manuten√ß√£o do termo hist√≥ria como portador dos dois sentidos, Rui Oliveira apresenta a sua posi√ß√£o a partir de uma breve passagem de Jacques Le Goff na Enciclop√©dia Eunadi. Le Goff diz assim:

"A palavra "hist√≥ria" (em todas as l√≠nguas rom√Ęnicas e em ingl√™s) vem do grego antigo historie, em dialecto j√≥nico [Keuck 1934]. Esta forma deriva da raiz indo-europeia wid-, weid, "ver". Da√≠ o s√Ęnscrito vettas "testemunha" e o grego histor "testemunha" no sentido de "aquele que v√™". Esta concep√ß√£o da vis√£o como fonte essencial de conhecimento leva-nos √† ideia que histor "aquele que v√™" √© tamb√©m aquele que sabe; historein em grego antigo √© "procurar saber", "informar-se". Historie significa pois ¬ęprocurar¬Ľ. √Č este o sentido da palavra em Her√≥doto, no in√≠cio das suas Hist√≥rias, que s√£o, que s√£o ¬ęinvestiga√ß√Ķes¬Ľ, ¬ęprocuras¬Ľ [cf. Benveniste 1969, t. II, pp. 173-174; Hartog 1980]. Ver, logo saber, √© um primeiro problema. Mas nas l√≠nguas rom√Ęnicas (e noutras) "hist√≥ria" exprime, dois, sen√£o tr√™s, conceitos diferentes. Significa: 1) esta ¬ęprocura das ac√ß√Ķes realizadas pelos homens¬Ľ (Her√≥doto) que esfor√ßa por se constituir em ci√™ncia, a ci√™ncia hist√≥rica; 2) o objecto de procura √© o que os homens realizaram. Como diz Paul Veyne, ¬ęa hist√≥ria √©, quer uma s√©rie de acontecimentos, quer a narra√ß√£o desta s√©rie de acontecimentos¬Ľ [1968, p. 423]. Mas a hist√≥ria pode ter ainda um terceiro sentido, o de narra√ß√£o. Uma hist√≥ria √© uma narra√ß√£o, verdadeira ou falsa, com base na ¬ęrealidade hist√≥rica¬Ľ ou puramente imagin√°ria pode ser uma narra√ß√£o hist√≥rica ou uma f√°bula. O ingl√™s escapa a esta √ļltima confus√£o porque distingue entre history e story (hist√≥ria e conto). As outras l√≠nguas europeias
esfor√ßam-se por evitar esta ambiguidade. O italiano tem tend√™ncia para designar se n√£o a ci√™ncia hist√≥rica, pelo menos as produ√ß√Ķes desta palavra por "storiografia", o alem√£o estabelece a diferen√ßa entre a actividade ¬ęcient√≠fica¬Ľ, Geschichtschreibung, e a ci√™ncia hist√≥rica propriamente dita, Geschichtswissenschaft." (Le Goff, 1984: 158).

A partir das palavras de Le Goff, Rui Oliveira exp√Ķe, novamente, a sua posi√ß√£o quanto a esta quest√£o. Preconiza, uma vez mais, que a distin√ß√£o entre hist√≥ria e est√≥ria n√£o tem raz√£o de existir, na medida em que n√£o existe nenhuma vantagem em ter dois termos monoss√©micos em vez de um voc√°bulo poliss√©mico. Nas suas palavras: "Para mim, que entendo que as palavras n√£o existem isoladas, mas em textos (entendendo o texto como um evento comunicativo), a polissemia de um termo n√£o me incomoda, pois, habitualmente, o contexto comunicativo retira a ambiguidade que por vezes o termo possa ter devido aos seus v√°rios significados. Quem entende a l√≠ngua, exclusivamente, na sua vertente de sistema pode achar que a polissemia prejudica a compreens√£o. Esquecem-se, no entanto, que esse sistema √© virtual e aquilo que pode ser amb√≠guo nesse sistema virtual, pode ser completamente claro num texto (ali√°s, isso acontece imenso nos exemplos apresentados como ambiguidades nas gram√°ticas que utilizam frases isoladas em que, quando se incluem essas frases em contextos reais, essas ambiguidades desaparecem. S√£o em casos muito raros √© que os termos s√£o monoss√©micos. As pessoas t√™m a compet√™ncia comunicativa (¬ęune connaissance conjugu√©e de normes de grammaire et de normes d'emploi¬Ľ Hymes 1984:47), que lhes permite distinguir, entre outras coisas, o significado daquilo que lhe √© dito. Por isso, entendo que a distin√ß√£o hist√≥ria / est√≥ria n√£o tem raz√£o de existir, pois n√£o √© uma distin√ß√£o essencial num contexto comunicativo. No entanto, longe estou de chamar ignorante a quem quiser usar est√≥ria, pois, se pessoalmente n√£o a usarei, a l√≠ngua n√£o √© est√°tica e, se os seus utilizadores adoptarem a palavra, ela ter√° o destino que eles quiserem."

Mas, para além desse notável contributo, o autor vai mais longe no que diz respeito à etimologia do termo história, entrando em debate com a
contribuição de Carla Hilário de Almeida.

"Entre "rede" e "aquele que v√™" parecia-me que para al√©m de uma certa proximidade ortogr√°fica (em grego), a raiz teria de ser diferente. Desde j√° digo que n√£o sei muito de grego e sabendo que a Carla Hil√°rio de Almeida sabe grego, quis perceber o porqu√™ desta diferen√ßa de etimologia. Assim, como se v√™ no n√ļmero 2 do anexo, encontrei na Biblioteca da FLUP um dicion√°rio etimol√≥gico de grego, j√° antigo (1923), mas que me deu um primeiro esclarecimento pois em entradas sucessivas l√° estavam histos e histor. Mais uma vez histor era apontado como etimologia de hist√≥ria. Mas, no entanto, faltava-me confirmar ainda a quest√£o da raiz. E essa, encontrei-a na net, n√ļmeros 3 e 4. Tal como eu suspeitava, as duas palavras tinham ra√≠zes diferentes. Se eu conhecia a raiz de histor (wid-, weid), n√£o sabia qual seria a raiz de histos. No entanto, o dicion√°rio mencionado no n√ļmero 2 dava-me uma pista, a palavra latina stamen. Depois de encontrar a p√°gina da net do American Heritage Dictionary, encontrei ent√£o a raiz de histos, que √© sta (n√ļmero 4 do anexo), o que tem l√≥gica, pois, por exemplo, o verbo stare significa, "estar de p√©, estar levantado". E, mais ainda, no n√ļmero 4, no par√°grafo III, l√° est√° histos "web", "tissue". Parece-me pois que a etimologia de hist√≥ria estar√° efectivamente em histor. No n√ļmero 5, uma pequena tradu√ß√£o de Her√≥doto na antologia H√©lade, em que historie √© traduzida por "informa√ß√Ķes". Ainda na mesma antologia a palavra historia aparece em textos de Plat√£o e Arist√≥teles e √© traduzida por, em ambos os casos, "investiga√ß√Ķes". Tudo isto concorda com a etimologia de histor."

Nota Adicional 1: As referências citadas por Rui Oliveira encontram-se num
ficheiro doc de anexos que o autor me enviou. Para quem quiser aprofundar a
questão encontra-se aqui disponível [historia.doc (203Kb)].

Nota Adicional 2: Nuno Dempster (Palavras & Letras), teceu algumas considera√ß√Ķes em redor deste t√≥pico num post que titulou ¬ęUma hist√≥ria versus outra est√≥ria¬Ľ. Diz assim: "Li em tempos, algures, que est√≥ria seria para
suprir uma hipot√©tica aus√™ncia de um termo equivalente √† express√£o short story, com a sua tipificidade narrativa, e para a distinguir do conto. Aquela em geral apresenta um desenvolvimento mais amplo no espa√ßo e no tempo, mais ou menos extensa narrativanente, n√£o exige, como canonicamente o conto exige, uma grande conten√ß√£o na extens√£o narrativa e uma forte converg√™ncia para o final, um espa√ßo e um tempo narrativos curtos (o tempo aqui muitas vezes surge aumentado por analepses), um fim inesperado. Mas hist√≥ria, no contexto em que √© aplicada, nunca se pode confundir com Hist√≥ria, como escreve Rui Oliveira no Socioblogue, ningu√©m as confundiria, e da√≠ parecer-me in√ļtil e n√£o isento de pose, em portugu√™s de Portugal, o emprego da palavra est√≥ria. No mais, trata-se apenas de uma escolha pessoal: a l√≠ngua evolui independentemente da vontade de cada um. Hoje √© sabido que os g√©neros se interpenetram, e, depois, para maior confus√£o, h√° quem chame contos a hist√≥rias, hist√≥rias a contos, mas tamb√©m quem chame hist√≥rias a hist√≥rias, e contos, a contos, e ainda contos e romances a novelas. N√£o se trata de descobrir o sexo dos anjos, isto √©, de saber o que √© uma coisa e o que √© outra num tempo em que a narrativa de fic√ß√£o se apresenta cada vez mais mista, nem me refiro a pa√≠ses de l√≠ngua portuguesa, como o Brasil, Angola e Mo√ßambique, onde √© sabido que a palavra est√≥ria √© empregada com frequ√™ncia. √Č, portugu√™s, pensar alto, escrevendo e fixando melhor assim as ideias que vou apurando.". Ainda antes de o escrever j√° o autor havia observado o seguinte, na sec√ß√£o de coment√°rios do Socio[B]logue: "Al√©m de Guimar√£es Rosa, tamb√©m j√° h√° bastante tempo Luandino Vieira usou o termo em Luuanda, se n√£o estou enganado. No entanto, h√° uns dois anos li algures que "est√≥ria", nos escritores mais recentes, poderia ser um termo substituto da short story americana por distin√ß√£o de conto (temos o termo hist√≥ria para isso), ambos formalmente diferentes no seu tipo de estrutura narrativa. E √© curioso como, ao inv√©s, Lu√≠sa Costa Gomes, por exemplo, intitula, como de contos, livros seus que, formalmente, seguem o desenvolvimento das short stories americanas. J√° Teolinda Gers√£o, outro exemplo, intitula, quanto a mim muito correctamente, "Hist√≥rias de Ver e Andar", um livro de hist√≥rias que n√£o t√™m de forma nenhuma a estrutura de contos. At√© que ponto "est√≥rias" ser√° uma quest√£o de boa consci√™ncia, ou mesmo de pose, n√£o sei. Sei que em Portugal h√° hist√≥rias e h√° contos, correspondentes, como disse, a duas formas diferentes de narrativa curta de fic√ß√£o (quanto ao desenvolvimento temporal e espacial)."


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M√°rio Seita  Identity Verified
Ireland
Local time: 13:29
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história vs estória Jun 7, 2005

Neste artigo do Ciberd√ļvidas est√° tudo bem explicado.

http://ciberduvidas.sapo.pt/controversias/108.html


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Paulo Celestino Guimaraes  Identity Verified
Brazil
Local time: 11:29
Member (2001)
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ainda sobre este assunto [estória e história] Jun 7, 2005

Segundo os dicion√°rios, embora os dois termos tenham a mesma origem etimol√≥gica, do grego hist√≥ria, o segundo, est√≥ria, acabou se impondo no sentido de estabelecer entre os mesmos um conte√ļdo de verdade e de imagin√°rio, respectivamente. Veja-se o seguinte, escrito por Francisco Marins e usado no dicion√°rio digital Michaelis Portugu√™s, sobre o termo est√≥ria: "Ouviram atentos aquelas est√≥rias de mentira, de mula-sem-cabe√ßa, do saci, do curupira. Mais tarde tiveram que mergulhar fundo nas hist√≥rias de verdade, para saber como foi constru√≠do o Brasil."

O autor, nesse trecho, usou ambos os termos, onde o primeiro √© tomado no sentido de fic√ß√£o (est√≥ria) e, o segundo, quando a inten√ß√£o √© informar sobre algo real, verdadeiro, n√£o imagin√°rio (hist√≥ria), i. √©, o que realmente existe quanto ao conte√ļdo das narrativas referidas, se s√£o ou n√£o verdadeiras, se n√£o passam de "cria√ß√Ķes" do imagin√°rio, etc.

Entretanto, h√° ling√ľistas que resistem a essas distin√ß√Ķes, como o Prof. Cl√°udio Moreno, Doutor em Letras, artigo publicado no encartado Cultura, ZH de 26/10/02, sob o t√≠tulo A hist√≥ria de "est√≥ria".

Segundo o autor, "Foi Jo√£o Ribeiro, forte conhecedor de nosso idioma, quem prop√īs a ado√ß√£o do termo est√≥ria, em 1919, para designar, no campo do Folclore, a narrativa popular, o conto tradicional, objeto de estudo dos especialistas daquela √°rea." Explica que n√£o se tratava de Jo√£o Ribeiro querer inventar um novo termo porque, na verdade, ele j√° existia no portugu√™s arcaico medieval. Jo√£o Ribeiro estaria apenas revivendo-o, talvez porque o pr√≥prio ingl√™s, que sofreu forte influ√™ncia latina, convertera o termo historia (herdado pelo latim do grego) para as formas inglesas story e history.

Por√©m, se essa teria sido a raz√£o, o Prof. Cl√°udio Moreno a rejeita, pois explica que o uso desses dois termos pelos ingleses era feito sem nenhuma distin√ß√£o. Nos textos ingleses antigos, √©poca dos copistas, eram usados indistintamente e com o mesmo significado. Dependeria do gosto de quem estivesse escrevendo. O fen√īmeno tamb√©m ocorreu com o espanhol e o franc√™s, mas ambos se depuraram e, hoje, existem apenas os termos "hist√≥ria" e "histoire".

Resumindo, n√£o h√° porque o portugu√™s copiar o ingl√™s e, pelo que, o Prof. Cl√°udio Moreno repele tais distin√ß√Ķes... E tamb√©m a inova√ß√£o do escritor mineiro Guimar√£es Rosa que simplesmente, abolindo o "H" do termo "hist√≥ria", a transformou em "est√≥ria", qualquer que fosse o correspondente significado. Isso ocorreu quando publicou, em 1962, sua obra PRIMEIRAS EST√ďRIAS. De ent√£o para c√°, h√° quem prefira sempre escrever "est√≥ria", em quaisquer circunst√Ęncias.

Ao registramos esses fatos, assalta-nos a d√ļvida de qual termo deve ser usado, de um ponto de vista de corre√ß√£o. De supor que fica ao gosto de cada um. O importante √© saber dessas diverg√™ncias para, segundo o momento, sabermos como nos justificar. E como a l√≠ngua √© um organismo vivo, o tempo acabar√° estabelecendo o que vai prevalecer.

Há alguns jornais brasileiros que defendem, no seu Manual de Estilo e Redação (tal como o do Jornal A Folha de S.Paulo e o Estado de S.Paulo) a não distinção entre estes dois termos. Adota-se portanto apenas história (tanto para fatos reais como os de ficção).


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Ana Thompson  Identity Verified
United States
Local time: 08:29
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História!! Jun 9, 2005

Os doutores de letras, linguistas e outros teóricos que me desculpem a simplicidade, mas quanto a mim história é história e ponto final.
Foi assim que aprendi, é assim que fica bonito, por isso até ver um dia os prontuários a sistematicamente considerarem história uma forma arcaica de estória, vou continuar a escrever assim, sem estar cá com outras histórias... (a mão até se me soluça quando escrevo "estória").

Mas isto é só a minha opinião...
Ana


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Ivana de Sousa Santos  Identity Verified
Portugal
Local time: 13:29
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TOPIC STARTER
Ol√° Ana Jun 13, 2005

O meu objectivo neste fórum era mesmo saber a opinião de outros colegas sobre este assunto e a sua opinião é muito semelhante à minha.

Vamos ver se existem mais opini√Ķes por a√≠.

Um abraço,
Ivana


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Mónica Machado
United Kingdom
Local time: 13:29
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Resposta dada no Ciberd√ļvidas Jun 13, 2005

Ol√° a todos,

Para quest√Ķes complicadas, controversas ou dif√≠ceis de resolver, eu recorro muitas vezes ao Ciberd√ļvidas:

http://ciberduvidas.sapo.pt

Nesse local todos os falantes de portugu√™s, variantes europeia, brasileira ou africana, podem colocar as suas quest√Ķes e ver esclarecidas todas as d√ļvidas.

Esta questão das palavras estória e história foi já lá abordada. Consultar:

http://ciberduvidas.sapo.pt/php/pesquisa.php?palavras=estůria&oque=php/pesquisa.php

Espero que achem o Ciberd√ļvidas interessante. Eu sou uma fiel utilizadora.

Cumprimentos
Mónica Machado


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Vkthor
Local time: 13:29
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estória - pretendia dizer história? :-) Jun 21, 2005

Ivana de Sousa Santos escreveu:

O meu objectivo neste fórum era mesmo saber a opinião de outros colegas sobre este assunto e a sua opinião é muito semelhante à minha.

Vamos ver se existem mais opini√Ķes por a√≠.

Um abraço,
Ivana



Olá. Só para deixar a minha opinião (tardia).

Quando tenho d√ļvidas uso o Priberam http://www.priberam.pt/dlpo/dlpo.aspx e s√≥ por curiosidade (pois n√£o gosto MESMO NADA do termo est√≥ria) fui l√° ver. O Flip encontrou muita coisa, mas nada de ¬ęest√≥rias¬Ľ.

Sem querer criar 'flames' e valorizando quem pesquisou e encontrou o termo, para mim ser√° sempre ¬ęportuleiro¬Ľ. N√£o uso. Lembro-me do meu velho livro ¬ęHist√≥ria de Portugal¬Ľ da 4a. Classe e da ¬ęHist√≥ria do Capuchinho Vermelho¬Ľ. Antigo ditado portugu√™s: Burro velho n√£o aprende l√≠nguas. Novo ditado do Vkthor: Est√≥rias novas n√£o entram no meu vocabul√°rio.

[off topic] H√° dias pediram-me para traduzir um programa segundo o novo acordo ortogr√°fico. Confesso que n√£o consegui. √Äs duas por tr√™s j√° n√£o conseguia distinguir se o que escrevia era um erro ortogr√°fico ou a utiliza√ß√£o correcta do acordo. Com o termo ¬ęest√≥ria¬Ľ acontece-me o mesmo.

Xrs.


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História ou estória?

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