English to Portuguese translations [PRO] Social Sciences - Government / Politics / History of Africa | | English term or phrase: Flag independence | | O contexto é: "Amílcar Cabral was totally commited to the total liberation of Africans, not just the achievement of flag independence." Numa pesquisa no Google, só achei referências a essa expressão em contexto africano. Então não sei se é uma expressão consagrada no contexto da história africana ou se é apenas o equivalente de algo como "independência de fachada", para inglês ver. Any ideas? |
| Roberto FerreiraKudoZ activityQuestions: 9 (none open) ( 1 closed without grading) Answers: 2 Brazil
| Local time: 14:35
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| | independência formal | Explanation: Por aquilo que conheço da história do PAIGC e da luta pela independência de Cabo Verde (o meu pai nasceu numa das ilhas do arquipélago e ainda tenho família lá residente) e da Guiné, Amílcar Cabral queria, para além de uma independência que se traduziria pela substituição de bandeira, uma verdadeira autonomia económica...
Após a independência formal em 1974, sob a liderança do PAIGC, a Guiné-Bissau foi governada num regime de partido único
de tendência socialista. Contrariamente à imagem de unidade proclamada pelo PAIGC e pelo seu líder carismático, Amílcar Cabral, as profundas divisões1 que existiam no seu
seio iriam eclodir mais cedo ou mais tarde. Não durou muito até que a liderança de Luís Cabral, que ocupava o cargo de Presidente desde 1974, fosse contestada por João
Bernardo “Nino” Vieira.
http://www.segurancahumana.eu/data/res/cb/798.pdf
A forma que o neo-colonialismo apresenta hoje em África reveste-se de alguns destes traços. Actua encoberto, manobrando homens e governos, liberto do estigma da dominação política. Cria Estados-clientes, que são independentes no papel mas que, na realidade, continuam a ser dominados pela própria potência colonial que supostamente lhes deu a independência. É uma das “diversas espécies de países independentes que, no plano político, gozam de uma independência formal, mas que, de facto, estão encurralados na rede da dependência financeira e diplomática”.
http://www.buala.org/pt/mukanda/o-neo-colonialismo-em-africa
Apesar da independência formal, em1960, num país maioritariamente de nómadas, a principal riqueza, as minas de ferro, são exploradas por uma multinacional francesa, a Miferma, que domina 80% das exportações do país e dá emprego a 25% da população activa.
http://maltez.info/cosmopolis/anode1960/total.htm |
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Teresa Borges Belgium Local time: 19:35
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34 mins confidence:  peer agreement (net): +2 | flag independence Independência (simplesmente) nominal
Explanation: É como eu traduziria.
| Ivan Rocha Canada Native speaker of: Portuguese PRO pts in category: 35
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7 hrs confidence:  peer agreement (net): +1 | flag independence independência formal
Explanation: Por aquilo que conheço da história do PAIGC e da luta pela independência de Cabo Verde (o meu pai nasceu numa das ilhas do arquipélago e ainda tenho família lá residente) e da Guiné, Amílcar Cabral queria, para além de uma independência que se traduziria pela substituição de bandeira, uma verdadeira autonomia económica...
Após a independência formal em 1974, sob a liderança do PAIGC, a Guiné-Bissau foi governada num regime de partido único
de tendência socialista. Contrariamente à imagem de unidade proclamada pelo PAIGC e pelo seu líder carismático, Amílcar Cabral, as profundas divisões1 que existiam no seu
seio iriam eclodir mais cedo ou mais tarde. Não durou muito até que a liderança de Luís Cabral, que ocupava o cargo de Presidente desde 1974, fosse contestada por João
Bernardo “Nino” Vieira.
http://www.segurancahumana.eu/data/res/cb/798.pdf
A forma que o neo-colonialismo apresenta hoje em África reveste-se de alguns destes traços. Actua encoberto, manobrando homens e governos, liberto do estigma da dominação política. Cria Estados-clientes, que são independentes no papel mas que, na realidade, continuam a ser dominados pela própria potência colonial que supostamente lhes deu a independência. É uma das “diversas espécies de países independentes que, no plano político, gozam de uma independência formal, mas que, de facto, estão encurralados na rede da dependência financeira e diplomática”.
http://www.buala.org/pt/mukanda/o-neo-colonialismo-em-africa
Apesar da independência formal, em1960, num país maioritariamente de nómadas, a principal riqueza, as minas de ferro, são exploradas por uma multinacional francesa, a Miferma, que domina 80% das exportações do país e dá emprego a 25% da população activa.
http://maltez.info/cosmopolis/anode1960/total.htm
| Teresa Borges Belgium Local time: 19:35 Works in field Native speaker of: Portuguese PRO pts in category: 70
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