| ajuda em frase: nowhere is personal computing more on the move Comentário
Explanation: "On the move" é um modismo do inglês Norte Americano. Ver dicionário, v.g., American Heritage:
3. Making progress; advancing: a technology that is clearly on the move.
Re à obs de António Ribeiro: eu apoiei outra resposta (inexata, mas muito mais próxima da verdade), entretanto retirada pelo autor -- não sei porquê. Apoiar uma alternativa é uma maneira de dar uma alternativa. Em todo caso, isso são águas passadas, e neste caso não tinha interesse em gastar tempo e puxar pela cabeça sem proveito para ninguém.
Já agora observo que este é um caso mais de um fenómeno constante neste sítio: a escolha de soluções é frequentemente mal avisada. Claro que o consulente, a quem a dificuldade se apresentou, pode não saber sequer o suficiente para reconhecer os defeitos e méritos das propostas colegiais. Não é de estranhar que haja uma certa proporção de más escolhas. Infelizmente (e quanto a mim), ignorância (ou outra escassez profissional) é a menor das razões para tal. Em muitos casos de escolhas inferiores, talvez a maioria, desonestidade, compadrio, preconceito contra o proponente, "política", "credenciais" (verdadeiras ou falsas) e quejandos estão (a meu ver) em causa. Não me proponho provar isso, nem se trata de aventar falta de atenção às minha propostas, o que não me aquenta nem me arrefenta; a mim mete-se-me pelos olhos dentro, e eu sei que não só pelos meus. Talvez me dê ao trabalho um dia de acumular uma listazinha de exemplos. (Em vários casos o consulente quase se sente obrigado/a a pedir desculpa ao mundo por aceitar a minha proposta.) :) ;) :)
Quem sofre com isto? Eu decerto que não, nem outros como eu. O consulente é maior e vacinado e talvez, quem sabe, escolha uma resposta inferior para agradar a alguém e depois use uma boa resposta no seu trabalho. Tudo é possível. Até plausível. E temos de convir que as línguas naturais são verdadeiros milagres da natureza: agüentam tudo e mais alguma coisa, desde as tolices limitadoras dos "puristas", aos esforços para legitimar algaraviadas com metade das palavras em inglês, com a desculpa de ser assim que se fala. (E ao mesmo tempo proscrever usos perfeitamente vernáculos e inteligíveis ao público visado, com a explicação de não ser asim que se fala em tal ou tal bairro.)
Conclusão: não vem mal ao mundo. Por isso não exprimi nada disto antes. Agora, D. António, não me deite culpas a mim. O meu único interesse (e gosto) é explorar e aprender, porque preciso disso na minha presente ocupação principal.
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Re Charles Fontanetti ... mesmo se estivesse tentando só convenceria quem já está convencido. Mas deixa ver ... não é bem assim. O progresso existe.
Ora Charles, não se preocupe, isto não tem realmante quase nada que ver com o seu pequeno engano, ou a escolha dele (detalhes). Encontra um argumento pouco convincente (tirado do AmHeritDic) nas 3 primeiras linhas supra. Todos os meus comentários aqui vieram tarde demais (?), mas o Ant Ribeiro acha que eu deveria dar uma alternativa, por isso a dei.
| Amilcar Native speaker of: Portuguese PRO pts in category: 4
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