Member since Feb '12 Working languages: English to Portuguese Spanish to Portuguese Portuguese (monolingual) | Paula Mauricio Perfectionist and curious. Recife, Pernambuco, Brazil Local time: 16:44 BRT (GMT-3)
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The ship’s detained captain, Francesco Schettino, was accused by his bosses of deviating from a fixed, computerized course to show off his beautiful $450 million boat, carrying more than 4,200 passengers and crew members, to the people of Giglio Island on a still Friday night, crashing it on a reef.
But as shares in the ship’s parent company — Carnival Corporation of Miami, the world’s biggest cruise line operator — slid by nearly a fifth and the owners and insurers tried to add up the cost of the disaster, there were more troubling issues raised about how the cruise industry is supervised and controlled.
Those issues included how much safety information and training are required for the crew and passengers, and how much discretion a captain has to alter routes, especially in an age when electronic radar, charts, GPS and other guidance systems are supposed to keep these large, sleek ships on course.
“There are legitimate questions as these vessels have substantially evolved in recent years,” said Helen Kearns, a spokeswoman for Siim Kallas, the European Union transportation commissioner. “The boats have gotten a lot bigger, as it’s economically advantageous to have more passengers,” she said. “But the way these vessels have grown in size does mean finding the right balance to make sure regulations are stringent enough to ensure there are procedures like safe evacuations.”
More than 72 hours after the accident killed at least six people, confusion still reigned over how many were missing. Italy’s coast guard abruptly raised the total to 29 late Monday after having said 16, including 2 Americans, remained unaccounted for. Worries also grew that the ship’s half-million gallons of fuel could leak into a marine wildlife sanctuary.
While airline pilots are directed and guided by controllers on the ground, sea captains are considered to be in complete control. “It’s not like the aircraft industry, where you file a flight plan,” said Peter Wild, a cruise industry consultant at G. P. Wild (International) Limited, a consultancy outside London. Rather, at most cruise lines, company directors determine the routes, which are then transmitted to the captain and a navigating officer, who scrutinize the charted course but are meant to follow it.
Captain Schettino’s boss, Pier Luigi Foschi, insisted that a safe route had been programmed into the navigating computers and that alarms would have sounded for any deviation. “This route was put in correctly,” said Mr. Foschi, who is chairman of Costa Crociere S.p.A.
“The fact that it left from this course is due solely to a maneuver by the commander that was unapproved, unauthorized and unknown to Costa,” he said at an emotional press conference in Genoa. “He wanted to show the ship, to go nearby this island of Giglio, so he decided to change the course of the ship,” Mr. Foschi said, admitting that the ship had done a similar but approved maneuver last summer for a festival.
The captain, who may face criminal charges of manslaughter, failure to offer assistance and abandonment of the ship, had said he struck an uncharted rock.
But an Italian prosecutor, Francesco Verusio, had harsh words on Monday. “We are struck by the unscrupulousness of the reckless maneuver that the commander of the Costa Concordia made near the island of Giglio,” he told reporters. “It was inexcusable.”
For many years, the global cruise line industry has operated under a loosely defined system that tends to escape scrutiny by courts and regulators. Cruise line instances of crime, pollution and safety and health violations have often gone unpoliced because no single authority is in charge.
A United Nations agency, the International Maritime Organization, oversees maritime safety through international conventions, including one for the Safety of Life at Sea, known as Solas, adopted in 1914, which grew out of the global anger that stemmed from the loss of the Titanic in 1912. But the agency has no policing powers.
| Translation - Portuguese PARIS — Enquanto o mundo ficou estarrecido com as imagens do navio Costa Concordia parcialmente submerso, que lembravam o acidente com o Titanic, e com os esforços para salvar o navio carregado de combustível no mar agitado na costa da Toscana, questionamentos foram lançados, nesta segunda-feira, sobre a enorme indústria de linha de cruzeiros, que opera sem muita regulamentação.
O capitão detido do navio, Francesco Schettino, foi acusado pelos seus superiores de desviar de uma rota fixa e computadorizada, para mostrar o navio de $450 milhões de dólares, carregando mais de 4.200 passageiros e membros da tripulação, para as pessoas da Ilha Giglio em uma noite de uma sexta-feira tranquila, chocando-o contra um recife.
Enquanto as ações da empresa do navio — a operadora de linha de cruzeiros, Carnival Corporation de Miami, a maior do mundo — caíam quase um quinto de seu valor, os proprietários e as seguradoras tentavam calcular o prejuízo do desastre, começaram a aparecer mais problemas em relação a indústria de cruzeiros e sua supervisão e controle.
Essas questões incluíam a quantidade de informações e treinamento requeridos para a tripulação e passageiros e o discernimento que o capitão deve ter para alterar as rotas, principalmente numa época em que radares eletrônicos, mapas, GPS e outros sistemas de orientação são utilizados para manter esses enormes navios em uma rota determinada.
"As questões levantadas são legítimas, uma vez que acompanham a evolução desses navios, nos últimos anos", disse Helen Kearns, a porta-voz de Siim Kallas, comissário de transportes da União Europeia. "Esses navios ficaram ainda maiores, por ser mais rentável comportar mais passageiros", disse ela. "Mas o crescimento em tamanho deveria acompanhar o equilíbrio certo para seguir as regulamentações e assegurar que existam procedimentos de evacuação segura".
Mais de 72 horas após o acidente que matou, pelo menos, seis pessoas, ainda há muita discordância quanto ao número de desaparecidos. A guarda costeira da Itália chegou ao número de 29 pessoas que ainda estariam desaparecidas no final da segunda-feira, depois de declarar que o número seria de 16, incluindo dois americanos, que estariam desaparecidos. As preocupações aumentaram com o possível vazamento de 2 milhões de litros de combustível no santuário da vida marinha selvagem.
Enquanto os pilotos das companhias aéreas são guiados e orientados pelos controladores em terra, os "capitães do mar" têm o controle por completo. "Não é como na indústria aérea, onde você tem um plano de voo", disse Peter Wild, consultor da industria de cruzeiros G. P. Wild (Internacional) Limited, uma consultora que fica próxima a Londres. Em algumas linhas de cruzeiros, os diretores das companhias determinam as rotas, que são repassadas para o capitão e para um oficial de navegação, que vai analisar o plano que deverá ser seguido.
O chefe do capitão Schettino, Pier Luigi Foschi, insistiu que a rota segura foi programada nos computadores de navegação e que os alarmes tocariam a qualquer sinal de desvio da rota. "Esta rota foi feita corretamente", disse Sr. Foschi, que é o presidente da Costa Crociere S.p.A.
"O fato de sair da rota foi devido a uma manobra do comandante, que não foi aprovada, não foi autorizada e nem reconhecida pela Costa", disse ele em uma emocionante coletiva da imprensa em Genoa. "Ele queria mostrar o navio para a Ilha de Giglio, então decidiu mudar a rota do navio", disse o Sr. Foschi, admitindo que o navio também fez um desvio similar, mas aprovado, no verão anterior, para um festival.
O capitão, que pode responder por homicídio culposo, não prestar assistência e por abandonar o navio, disse que bateu em uma pedra não mapeada.
O promotor italiano, Francesco Verusio, disse algumas palavras duras na segunda-feira. "Fomos golpeados pela inescrupulosa manobra de risco feita pelo comandante da Costa Concordia, próximo a Ilha de Giglio",disse ele aos repórteres. "Isto é imperdoável".
Por muitos anos, a indústria de linhas de cruzeiros global tem operado sob um sistema impreciso que tende a escapar de uma análise cautelosa das cortes e dos reguladores. As origens de crime, poluição e de violação segurança e saúde cometidas pelas linhas de cruzeiros não têm sido acompanhadas porque nenhuma autoridade está no comando.
Uma agência das Nações Unidas, a Organização Marítima Internacional, supervisiona a segurança marítima através das convenções internacionais, incluindo uma para a Segurança da Vida no Mar, conhecida como Solas, adotada em 1914, criada após a fúria global causada pelas perdas do Titanic em 1912. A agência não tem poder de fiscalização.
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