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Acordo Ortográfico - Como escapar dele?
Thread poster: Maria Amorim
Maria Amorim  Identity Verified
Sweden
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May 23, 2014

Já expressei a minha opinião em outros fóruns: sou totalmente contrária ao AO. Por várias razões que levam, entre outras, a um empobrecimento da língua portuguesa. Quando não pudermos mais identificar a raiz das palavras, porque alguns decidiram que as consoantes não articuladas deveriam ser extintas, quando não mais pudermos rastrear o antepassado das palavras que formam a nossa identidade cultural, etc., então estaremos prontos para a grande ignorância global. Podemos, alternativamente, estudar a língua sueca para saber um pouco de latim ( há muitas palavras latinas preservadas no léxico sueco vindas da época do catolicismo), espiar nos dicionários de língua inglesa ou mesmo espanhola e, se quisermos ir mais longe, porque não a Galiza?
Tudo isto não me impede de escrever em “ português brasileiro” que é, fora do núcleo familiar e da cultura herdada, a variante de português que aprendi na escola numa época em que latim e grego eram disciplinas obrigatórias no ensino no Brasil. Não se trata portanto de aniquilar diferenças linguísticas, mas de preserva-las. O grande traço da cultura portuguesa no mundo é o da assimilação e não o da exclusão. O AO é também neste sentido uma grande aberração que contraria a natureza histórica.
Trazendo o tema para o exercício da tradução, gostaria de ouvir dos colegas como têm agido em relação ao Acordo Ortográfico e qual a receptividade do AO nos meios acadêmicos, na indústria, e em outros setores de informação em Portugal.
Eu, particularmente, adotei uma estratégia para traduções para português europeu ( penso que os colegas sabem que sou portuguesa e que nestes anos na Suécia tenho me dedicado, inclusive, a criar glossários para suprir a deficiência de bons dicionários nesse par linguístico):
No caso de documentação publicada pelo cliente antes do AO, mantenho a mesma ortografia, salvo ressalva do cliente.
Clientes estrangeiros, especialmente na Suécia, informo-lhes sobre o AO dando-lhes a possibilidade de consulta ao cliente final, se for o caso, ou de decidirem diretamente sobre o assunto.
A maioria dos clientes não tem a menor possibilidade de pronunciarem-se por desconhecerem a língua portuguesa. Dependendo do texto, e especialmente do público-alvo, cabe a mim a decisão. Na maioria dos casos, mantenho a ortografia antes do AO.
Ainda que isto pareça simples não é, pois chocam-se aí códigos de ética, profissionais e valores. E é sempre uma decisão a tomar em cada caso. Precisamente este aspecto gostaria de focar nesta discussão: Com agem os colegas em geral, discordantes e simpatizantes do AO?




[Edited at 2014-05-23 20:12 GMT]


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Ivana de Sousa Santos  Identity Verified
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Como escapar May 24, 2014

É ilegal, não está em vigor (contrariamente ao que o Governo nos quer fazer acreditar), é aplicado à força (veja-se o exemplo das escolas) e é a causa da recente iliteracia em publicações oficiais e privadas, na imprensa e na população em geral (já para não falar nas escolas; exemplo da escola do meu filho: a professora ensinou os dias da semana sem hífen; tive de ir lá dizer-lhe que continuavam a ter hífen).

Por outro lado, está em curso uma acção em tribunal contra o Estado português que vai ser levada até às últimas consequências. Começou com um âmbito mais restrito de anular a imposição nos exames deste ano no sexto ano (rejeitada esta parte da acção por dizerem que foi muito em cima da hora), mas com outras partes que, em última instância, têm como objectivo levar o Estado ao tribunal constitucional e ao tribunal europeu dos direitos do homem.

Enquanto isso, é prematuro escrever em acordês. Rara é a publicação/tradução que se vê sem erros ortográficos provenientes do acordês.

Quer-me até parecer que pessoas que não o aplicam, se apercebem melhor dos erros do que pessoas que se apressaram a aplicá-lo.

Sugiro-lhe a inclusão do grupo do facebook Em Acção Contra o Acordo Ortográfico para ver mais formas de acção em curso, debater opiniões, etc.


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Maria Amorim  Identity Verified
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Boa informação May 24, 2014

Grata, Ivana, pelos esclarecimentos. Penso que a palavra "prematuro" resume bem o quadro. Precisava mesmo deste tipo de informação. Aqui há poucos tradutores no par sueco-português, o que impede uma visão representativa do uso do AO no meio profissional. Há apenas oito associados à SFÖ (Associação Sueca de Tradutores Profissionais) e em todo o país cinco tradutores certificados pelo Kammarkollegiet (aqui chamados, “auktoriserad translator”) que trabalham sobretudo com documentos oficiais (possivelmente estes são obrigados a seguir o AO, mas vou me informar junto a um deles).
Obrigada, também, pela referência ao grupo do Facebook.


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Ivana de Sousa Santos  Identity Verified
Portugal
Local time: 08:36
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Ninguém é obrigado a seguir o AO May 24, 2014

Nem mesmos nas escolas.

Segue quem quer. Os meus clientes estrangeiros têm percebido isso perfeitamente

No grupo encontrará modelos de cartas.


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RosárioQuadros  Identity Verified
Portugal
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O (des)Acordo Ortográfico May 25, 2014

Inteiramente de acordo com a Ivana de Sousa Santos.

O chamado Acordo Ortográfico é um verdadeiro desacordo em que ninguém se entende, nem mesmo (ou sobretudo) os "acordistas" e, na minha opinião, uma violação da Língua Portuguesa.

A confusão é tal que mesmo em órgãos de comunicação com a importância da SIC ou do Expresso, que pretensamente adoptaram o AO, é vulgar ver no mesmo "artigo" a utilização de palavras (por vezes inclusivamente a mesma palavra) com a grafia do AO e anterior ao AO.

A Língua perde a sua coerência e os casos tristemente caricatos sucedem-se...

Ainda hoje, por exemplo, vi escrito "concepção" sem o "p": ficamos com "conceção"... veio-me logo à ideia "concessão"... sem mais contexto, em que ficamos?
Pensei se estaria perante um mero erro ortográfico (ele há para aí tantos...) mas não, era apenas a adulteração de uma palavra mais...

Nunca se viu um Acordo Internacional entrar em vigor mediante a ratificação de apenas um dos signatários, daí que, legalmente, considero que o AO não está em vigor!

E estando, e nos moldes em que foi feito, este AO é um abuso de poder e como cidadãos temos o direito de resistência! A bem da nossa Língua, pilar da nossa identidade, parece-me que a utilização da nova grafia será sempre de evitar, tanto e (en)quanto possível.

À sugestão da Ivana junto mais uma, também no Facebook: o grupo Tradutores Contra o Acordo Ortográfico.

Para finalizar, apenas dizer que quer a SPA (Sociedade Portuguesa de Autores) quer a APT (Associação Portuguesa de Tradutores) - isto para não referir um sem-número de autores portugueses - se distanciaram do AO, continuando a seguir a ortografia anterior.


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Maria Amorim  Identity Verified
Sweden
Local time: 09:36
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O desacordo May 25, 2014

Grata, Rosário, por mais esta útil contribuição. E saber a SPA e a ATP dizeram não ao AO.

O que vejo é que o acirrado debate em Portugal tem de se projetar fora da esfera nacional. As representações de órgãos oficiais no exterior já adotaram o AO, como o Instituto Camões (que é veículo de promoção da língua portuguesa, e que promove cursos de língua portuguesa). E sabemos que Comissão Europeia, desde janeiro de 2012, passou a aplicar o AO aos novos documentos, que são uma extensa fonte de consulta para tradutores do mundo inteiro e de difusão da língua portuguesa.

O problema é amplo e além-fronteiras. De todo modo, esta discussão mostra que o AO está longe de ser um facto consumado. E talvez não longe de ser revertido.

Já divulguei a página do Facebook dos Tradutores Contra o AO e amigos no Brasil já a compartilharam. Já assinei também, Ivana, a petição, e penso que pela segunda vez.

Bom domingo!


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Inga Petkelyte  Identity Verified
Portugal
Local time: 08:36
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A grafia não é a língua e May 26, 2014

Ainda ontem, traduzi um par de páginas de brasileiro para uma das minhas línguas de chegada. Até ri-me sozinha: a grafia pode ser igual, mas as frases, mesmo curtíssimas - ninguém as confunde. Brasileiro é brasileiro, português é português. Se mesmo o documento de identificação pessoal tem nomes diferentes, o quê querer, então, do resto?

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CristinaPereira  Identity Verified
Local time: 08:36
Member (2005)
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Ser conta e cumprir May 26, 2014

Eu sou totalmente contra o acordo e no entanto posso dizer que mais de 90% do meu trabalho é feito segundo o acordo por imposição dos meus clientes. Se são eles que me pagam, não posso fazer outra coisa. Quando estão na dúvida, pergunto, aconselho e chego a ir ver o site PT do cliente, se existente, para ajudar a tomar a decisão.

Isto só para focar um tema que me me parece, e desculpem se vi mal, que ainda não foi focado: quem é contra o acordo e é obrigado a escrever conforme o mesmo. "Obrigado" é força de expressão, também posso optar por ficar sem trabalho

De resto, espero que esta aberração seja um dia completamente banida, mas já tenho pouca esperança.

Cristina


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Teresa Borges
Portugal
Local time: 08:36
Member (2007)
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Não quero fazer de advogada do diabo, May 28, 2014

mas tenho uma posição algo diferente da vossa. Por aquilo que sei, seguindo o disposto numa reunião da Comunidade dos Países de Língua Portuguesa, realizada em Julho de 2004 em São Tomé e Príncipe, ficou decidido que, para o novo acordo ortográfico entrar em vigor, bastaria que três países o ratificassem. Ora o Brasil ratificou-o em outubro de 2004, Cabo Verde em abril de 2005 e São Tomé em novembro de 2006, estando assim cumprido o disposto nessa reunião da CPLP. Em Portugal, o acordo ortográfico foi aprovado pelo Governo a 6 de março de 2008, ratificado pelo Parlamento a 16 de maio e promulgado pelo Presidente da República a 21 de Julho do mesmo ano. Em Portugal, o novo Acordo Ortográfico entrou em vigor em Janeiro de 2009, mas até 2015 decorre um período de transição, durante o qual ainda se pode utilizar a grafia antiga. Note-se que dos dez jornais mais lidos em Portugal, os oito primeiros seguem as regras do AO (traduzo com regularidade para dois deles..).

Com o Acordo Ortográfico em vigor em vários países, os ministros da Cultura da CPLP anunciaram, em junho de 2010, a criação de um grupo de trabalho (http://voc.iilp.cplp.org/index.php?action=ficha) com a incumbência de, finalmente (era suposto preceder o AO), elaborar um Vocabulário Ortográfico Comum da Língua Portuguesa, abrangendo todos os países lusófonos, que deverá ficar concluído em julho de 2014. Vamos a ver como o VOC vai ser recebido…

Talvez não concorde com algumas alterações e, sobretudo, com certas incongruências do AO, mas quem sou eu para duvidar da competência de quem andou durante anos envolvido no grupo de trabalho que o preparou? Seja como for, para mim, a ortografia não é o essencial de uma língua. A ortografia, e não só a portuguesa, tem sofrido alterações ao longo da história. Umas mais recentes do que outras… Ainda não há muito tempo, os advérbios de modo terminados em mente eram acentuados… Recuando umas boas décadas, fui batizada como Tereza (com z) que, seguindo o Acordo Ortográfico de 1945, se passou a escrever com s e veio apanhar-me mesmo em cheio no ano em que fiz a quarta classe (aqui fica, quer eu queira, quer não, denunciada a minha idade!). Francamente, não vejo por que motivo tirar um acento aqui ou um c mudo ali iria mudar a essência da alma portuguesa!

Respondendo à pergunta concreta feita pela Maria, os meus clientes aderiram todos ao AO (com uma única exceção que é mais de ordem técnica do que outra coisa), obrigando-me a ter dois corretores ortográficos instalados (com e sem AO) e a sofrer as necessárias incompatibilidades entre os dois. Moral da história? Estou desejosa que termine o período transitório…


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José Henrique Lamensdorf  Identity Verified
Brazil
Local time: 06:36
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Quem somos nós? May 28, 2014

Teresa Borges wrote:

Talvez não concorde com algumas alterações e, sobretudo, com certas incongruências do AO, mas quem sou eu para duvidar da competência de quem andou durante anos envolvido no grupo de trabalho que o preparou?


Teresa,

Até onde sei, o grupo de trabalho que preparou o AO era composto de POLÍTICOS (e talvez lobbystas tamém), não filólogos, gramáticos, nem literatos.

Certo dia tive uma dúvida bem razoável sobre o AO, a grafia de uma palavra. Usando o formulário próprio, encaminhei a pergunta à ABL (Academia Brasileira de Letras). Não responderam, e faz tanto tempo que nem lembro qual era a dúvida.

Há um professor, acho que é brasileiro, que defende a extinção de uma série de idiossincrasias da língua portuguesa, mediante uma reforma baseada na criação de regras de ortografia. Só me lembro de dois exemplos dessas idiosincrasias que ele cita:
- estender x extensão
- extensão x extinção

Há outras encrencas que existem somente no Brasil, decorrentes dos vocábulos indígenas. Veja exemplos em:

http://pt.wikipedia.org/wiki/Wikipédia:Mediação_de_conflitos/Casos/2009-09-28_Rua_Paissandu

http://pt.wikipedia.org/wiki/Discussão:Mogi_das_Cruzes?


Estudei italiano na escola, no curso ginasial (agora entreguei a minha idade). É uma língua extremamente organizada. Para tudo havia regras, e cada regra tinha exatamente SEIS exceções. Sabendo as regras e as exceções, não há como errar.

Certa vez, em contato com um colega tradutor italiano, ele me explicou que se se eu estudasse a história da língua italiana, encontaria o motivo de as exceções serem seis, nunca cinco nem sete.


Será que o jardineiro que regava a "última flor do Lácio" era "malfabeto"*?


*Malfabeto = palavra inventada por meu filho mais velho, referindo-se ao irmão, quando este estava aprendendo a escrever, um quarto de século atrás.


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Teresa Borges
Portugal
Local time: 08:36
Member (2007)
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José Henrique May 28, 2014

Os motivos subjacentes à celebração do acordo eram, e são políticos, como, aliás, também o são as discordâncias manifestadas. Mas, tanto quanto julgo saber, do grupo de trabalho incumbido da reforma pelo lado português faziam parte membros da Academia das Ciências de Lisboa (ACL), que é o órgão consultivo do Governo português em matéria linguística, e do Instituto de Linguística Teórica e Computacional, não havendo nem políticos nem lobistas. É claro que o processo não foi pacífico, com guerrilhas, estas sim politicas, entre as duas instituições. Diga-se de passagem que esta mesma Academia publicou há uns anos um Dicionário da Língua Portuguesa Contemporânea que, na altura, levantou grande polémica. Sei que pela parte portuguesa uma das pessoas envolvidas foi o Prof. Malaca Casteleiro que é linguista, investigador e professor universitário português…

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Maria Amorim  Identity Verified
Sweden
Local time: 09:36
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Boa discussão... May 28, 2014

Por partes:

Concordo que há muitas outras diferenças além da grafia entre o português de Portugal e do Brasil. A questão é que o AO comporta inúmeras incongruências (critério de grafias duplas, acentuações facultativas, etc.) e com isto deixa de fazer jus à sua própria lógica, a de unificar a língua portuguesa, e ser um instrumento de normatização da língua. Ao contrário, tem possibilitado o caos, já aqui mencionado pela Ivana e Rosário.

Ser contra o acordo e ter de trabalhar segundo o acordo - não há o que fazer individualmente, Cristina. Só na esfera coletiva, penso eu.

Pelos comentários dos colegas, é possível ver que nem todos setores adotaram o AO e , que, há muito a ser aprimorado se efetivamente este acordo vigorar. Grata, Teresa, pelas informações e resposta. Aqui, como disse, informo o cliente sobre a existência do AO ou sigo a mesma ortografia de outros documentos já produzimos/publicados pelo cliente.

Obrigada, José Henrique, pelos seus comentários! Sim, esse senhor participou, mas pelo que sei ele não representa a Academia de Ciências, que é um dos pontos questionados contra o AO, o “ não ter sido discutido pela comunidade científica portuguesa”.



[Edited at 2014-05-28 13:44 GMT]


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CristinaPereira  Identity Verified
Local time: 08:36
Member (2005)
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Ser contra e cumprir - II May 28, 2014

Olá Maria,

Não percebo bem o que disse sobre o fazer individual ou colectivamente. Se o cliente me diz que quer o o texto segundo o acordo (e são clientes cientes da situação), das duas uma: ou digo que não faço por ser contra ou digo que sim e sigo as regras. Não sei se sou uma ave rara, mas a grande maioria dos meus clientes tem opinião sobre o assunto. E como eu tenho contas para pagar sigo as instruções, ou seja, aplico o acordo. Claro que quando se trata de um cliente novo ou que não faz ideia, exponho a situação, vou ver se existe um site em PT que possa ajudar a orientar, etc.

Espero ter esclarecido a minha posição: abomino o acordo, mas ele foi-me imposto.

Cristina


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Maria Amorim  Identity Verified
Sweden
Local time: 09:36
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Ser contra e cumprir - III May 28, 2014

O que eu quis dizer por cole(c)tivo foi simplesmente isto: há formas de reagir contra o acordo, entre as quais, assinando petições, participando do debate, etc. No plano individual, não há muito a fazer. Não se trata de uma escolha sua mas do cliente. E naturalmente, estamos aqui a falar de um AO, que bem ou mal foi ratificado (e não de um crime do qual somos cúmplices, não vamos tão longe...). Está claro?

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CristinaPereira  Identity Verified
Local time: 08:36
Member (2005)
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Ser contra e cumprir - IV May 28, 2014

Não tinha percebido assim, agora está claro. Já assinei petições, já manifestei várias vezes a minha opinião e... nada. Já não tenho muita esperança, na verdade.

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