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fluid challenge

Portuguese translation: hidratação venosa vigorosa

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GLOSSARY ENTRY (DERIVED FROM QUESTION BELOW)
English term or phrase:fluid challenge
Portuguese translation:hidratação venosa vigorosa
Entered by: airmailrpl
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14:22 Dec 23, 2003
English to Portuguese translations [PRO]
Medical
English term or phrase: fluid challenge
Infuse initial fluid challenge of 20-40ml/kg over the first hour.

Encontrei a definição, mas não sei como traduzir.

FLUID CHALLENGE – when a patient is showing signs of dehydration, like decreased urine output, staff attempt to correct the problem by giving them a fluid challenge. This is where a larger than normal amount of fluid is given to the patient, usually intravenously, and the response is noted.

Thanks :-)
Clarice Ferreira
Brazil
Local time: 17:45
hidratação venosa vigorosa
Explanation:
MED On Line -
... A instituição precoce de hidratação venosa vigorosa e manitol tem apoio cientifico, pois em estudos controlados, o adiamento na utilização dessa terapia ...
www.medonline.com.br/med_ed/med5/lerjaval.htm

Emergências Oncológicas - MEDSTUDENTS -
... Deve ser profilático: . Hidratação venosa vigorosa;. . Alopurinol 300 a 900 mg 12/12h VO;. . ... Nestes casos podem necessitar de: a) Hidratação venosa;. ...
www.medstudents.com.br/prof/oncoem.htm

[PDF] Dengue: uma nova abordagem
SCD), iniciando com reidratação oral para o paciente ambulatorial e, de acordo com a gravidade, recomendam esquemas de hidratação venosa mais vigorosa. ...
www.cepis.ops-oms.org/bvsair/e/repindex/ repi78/pagina/text/fhd/fhd.pdf
Selected response from:

airmailrpl
Brazil
Local time: 17:45
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Clarice
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Summary of answers provided
5 +1infusao de soro
Sonia Heidemann
5dose inicial de cargaMariageni
5ReferênciaAmilcar
5hidratação venosa vigorosa
airmailrpl


  

Answers


17 mins   confidence: Answerer confidence 5/5 peer agreement (net): +1
infusao de soro


Explanation:
O paciente com diarréia aguda usualmente será internado por um dos seguintes motivos:

1. Diarréia com desidratação:
1.1. Desidratação moderada, mas com vômitos que impedem a terapia de hidratação oral. Os vômitos persistem após o
manejo inicial no pronto-socorro.
1.2. Desidratação grave, devido a diarréia intensa ou a vômitos, havendo repercussão hemodinâmica ou queda do sensório.

2. Diarréia sanguinolenta com suspeita de infecção intestinal invasiva

Em todos os casos de internação com diarréia aguda, a enfermagem deverá ser orientada a tomar os devidos cuidados, conforme orientações da SCIH (prescrever precauções de contato para diarréia).

1-A criança internada com diarréia e desidratação:

Manejo geral:

- Nas crianças internadas com diarréia e desidratação a reparação endovenosa com Ringer lactato ou solução de soro fisiológico e glicosado isotônico em partes iguais usualmente terá sido iniciada no Pronto-Socorro, seguindo o protocolo daquela unidade.

-Crianças com desidratação moderada receberão de 20 a 40ml/kg.
-As crianças com desidratação grave receberão de 50 a 100 ml/kg.

- Após a internação, reavaliar a criança ao término da infusão do soro de reparação, monitorando o seu estado de hidratação e a presença de diurese. Se necessário prescrever novo soro de reparação, cerca de 10ml/kg/hora, o qual será repetido quantas vezes preciso.

- A hidratação endovenosa deverá ser administrada em bomba de infusão.

-Após atingir estado de hidratação, com diurese presente (micção), iniciar com solução venosa de manutenção, com potássio, acrescida volume para compensar as estimativas de perdas que ainda possam ocorrer (tabela 1).

- A solução de manutenção não deverá conter gluconato de cálcio, exceto em crianças menores de 1 mês, crianças com desnutrição grave, ou naquelas com hipocalcemia comprovada.

- A hidratação venosa será mantida até que cessem os vômitos e/ou a criança esteja aceitando líquidos por via oral.

- Crianças com vômitos intensos deverão receber antieméticos por via endovenosa. A presença de vômitos esporádicos não é indicação administração deste tipo de medicamento.

-Como antieméticos poderá ser usada a metoclopramida. (Plasil – 0,25mg/kg/dose - ampola com 10mg/2ml - 5mg/ml) ou Ondansetron (nausedron - 0,15mg/kg/dose - ampola com 4mg/2ml ou 8mg/4ml - 2mg/ml). (ref 10 e 11 )

-Algumas crianças com evidências de gastrite ou esofagite péptica aguda, principalmente aquelas com raias de sangue nos vômitos, poderão se beneficiar como uso de ranitidina ( 2 - 4mg/kg/dia EV , divididos em 3 doses - ampola com 2ml/50mg).

-As crianças admitidas com vômitos intensos, enquanto estão recebendo soro de reparação, deverão permanecer em jejum por cerca de 3 a 4 hs.

- As crianças que se alimentam ao seio deverão continuar recebendo o leite materno normalmente.

- Prescrever creme protetor contra assaduras, especialmente para as crianças que ainda usam fraldas.

- Assim que estiver sem vômitos por um período de 3 a 4 horas a criança em geral poderá aceitar a solução de hidratação oral (com 90meq/l de sódio), a qual deve ser prescrita e os pais orientados a oferecê-la após cada novo episódio de vômito ou evacuação. O volume a ser após cada evacuação ou vômito é de 50 a 100ml para crianças < 2 anos e de 100 a 200 ml para aquelas > 2 anos. Oferecer este volume fracionadamente, de acordo com a aceitação da criança. Ao prescrever a SRO tomar o cuidado de orientar a reposição do frasco ao seu término (para que não seja interrompida a sua oferta). Neste momento, pode ser liberada também a ingestão de outros líquidos por via oral, sempre em pequenos volumes de cada vez.

- A criança deverá ser reavaliada periodicamente para monitorar a freqüência e intensidade das perdas e o seu estado de hidratação.
- Nas crianças que apresentarem novas perdas em volume superior ao estimado inicialmente, caso não tenha sido possível a reposição por via oral, prescrever novos soros de reparação endovenosa 10ml/kg/hora.

- Havendo melhora dos vômitos e aceitação de líquidos e SRO, diminuir o gotejamento do soro a 2/3 ou metade da manutenção. Iniciar alimentos pastosos em pequenos volumes de cada vez. Neste momento tomar o cuidado de orientar por escrito à enfermagem que, havendo perda do acesso venoso, o médico responsável deve ser comunicado antes da ser feita nova punção venosa (a qual poderá ser dispensada).

- A via de acesso venosa deverá ser mantida até que a criança esteja sem vômitos e esteja aceitando bem, por via oral, os líquidos ou a SRO oferecidos. Em muitas crianças que já estão prestes a receber alta, poderá ser suspenso o soro venoso, mantendo-se o acesso com tapoim. (A menos que haja a perda acidental do acesso venoso, quando a necessidade de nova punção dependerá da evolução clínica).

- Assim que a criança seja capaz de se manter hidratada, através da reposição oral, por pelo menos 6 a 12 horas sem vômitos ou com vômitos esporádicos, suspender a hidratação venosa e avaliar a possibilidade de alta hospitalar.

- À alta, prescrever a solução de reidratação oral, que deverá continuar sendo oferecida no domicílio, após cada vômito ou evacuação diarreica.

Exames laboratoriais:

-Nos pacientes com diarréia aguda e desidratação, em geral não são necessários exames laboratoriais.

- Em crianças pequenas (em geral menores um ano) ou naquelas admitidas com desidratação grave recomenda-se a dosagem de íons, que poderá ajudar na correção dos distúrbios hidroeletrolíticos. O material para exame deverá ser colhido após a administração do soro de reparação (correção inicial da desidratação), a não ser qua haja suspeita de desidratação hipernatrêmica.

- Hemograma, glicemia, creatinina, gasometria, transaminases, exames de urina, ou outros exames deverão ser pedidos em casos de suspeita de complicações.

- Exames de fezes como a pesquisa de rotavírus poderão ser solicitados quando o médico responsável considerar indicado.


2- A criança internada com diarréia sanguinolenta:

- O termo diarréia sanguinolenta refere-se à presença de diarréia em que sangue vivo é visível nas fezes. Exclui-se desta definição a presença de raias de sangue sobre a superfície de fezes bem formadas, ou a presença de sangue que só é detectado por microscopia ou testes bioquímicos, assim como a presença de sangue escuro (melena).

-O diagnóstico de diarréia sanguinolenta em geral é feito perguntando-se para a mãe, ou observando-se as fezes. Ambos os métodos são igualmente sensíveis e precisos. Entretanto, perguntar à mãe em geral é mais eficiente do que esperar que a criança evacue. (OMS)

- A criança internada com diarréia sanguinolenta deve ser tratada a princípio tendo em vista uma disenteria por Shiguella. (OMS).

- Em geral as perdas hidreletrolíticas não são severas nos casos desinteria. Entretanto, havendo desidratação ou vômitos, proceder a reposição das perdas como indicado para o paciente internado com diarréia e desidratação.

-Antibioticoterapia – indicada na maioria das crianças internadas com diarréia sanguinolenta :

- Sulfa-trimetoprim (40mg/kg/dia sulfa em duas doses por 5 dias) ou ampicilina (100mg/kg/dia em 4 doses) não são mais usados rotineiramente em crianças internadas com desinteria, porque a resistência a estes antibióticos vem aumentando progressivamente. Por outro lado, nos casos em que o antibiograma mostrar sensibilidade, estes são os antibióticos de escolha. A amoxacilina, assim como as cefalosporinas de primeira e segunda geração não devem ser usadas para este fim.

Antibióticos de primeira escolha:

- Ácido nalidíxico : 15mg/kg/dose V.O. de 6/6hs, por 5 dias. (Apresentação 250mg/5ml)

- Em casos mais graves (toxemia, prostração intensa, impossibilidade de uso da via oral) : Ceftriaxone 50mg/kg/dia, IM ou EV divididos em 2 doses ao dia, por 5 dias. As cefalosporinas de 3a geração para administração por via oral não são indicadas.

- Em alguns casos selecionados, por exemplo em em crianças com infecções mais graves, em que o ácido nalidíxico não é eficaz ou quando há contra-indicações ao uso do ceftriaxone (ex. alergia), a ciprofloxacina poderá ser usada (20mg/kg/dia V. O de 12/12hs, por 3 a 5 dias). (ver ref 9) e outros artigos

- Deverá haver melhora clínica substancial após 48hs de antibioticoterapia. Nos casos em que não se observa a melhora esperada, um outro antibiótico deverá ser instituído.

- Nos casos de amebíase intestinal comprovada, ou quando há falha de dois antibióticos usualmente eficazes contra shiguella, deverá ser instituído tratamento metronidazol por via oral, na dose de 10mg/kg por dose, 3 vezes ao dia, por 5 dias (10 dias em casos mais graves).

- O encontro de trofozoítos de Giardia lamblia no EPF ou pesquisa do antígeno positiva indica o tratamento com metronidazol (20 mg/kg/dia em 2 doses por 7 dias).

- Na diarréia grave associada ao uso de antibióticos pensar no Clostridium difficile, fazer pesquisa da toxina A nas fezes. Caso positiva tratar com metronidazol oral (30 mg/kg/dia em 4 doses por 10 dias) ou vancomicina oral (20 mg/kg em 4 doses por 7 dias). Neste caso o uso concomitante de Saccharomyces boulardii diminui sensivelmente o número de recidivas.


Exames laboratoriais:

-Antes do início do antibiótico: coprocultura e parasitológico de fezes .
-Em crianças menores de 1 ano ou pacientes considerados mais graves, ou quando houver suspeita de complicações, solicitar hemograma, hemocultura, uréia, creatinina, íons.
-Outros exames de acordo com a avaliação médica: Glicemia, gasometria, transaminases, urina, etc.
-Em situações em que há dúvida sobre o tipo de diarréia, solicitar também a pesquisa de piócitos e rotavírus.



Tabela 1 – Hidratação venosa de manutenção

Até 10 kg ------------ 100ml/kg/dia
De 10 a 20 kg ------- 1.000 ml + 50ml para cada kg acima de 10 kg
Acima de 20kg ------ 1.500 ml + 20 ml para cada kg acima de 20 kg

Composição da solução: Soro glicosado5% : Soro fisiológico 3:1 ou 4:1
Potássio : 2 a 3 meq/kg/dia (prescrito na forma de KCl 10%-1,34meq/ml). A administração de potássio só deve ser iniciada após o restabelecimento de diurese . Em casos em que for constatada hipokalemia, o potássio poderá ser prescrito até a concentração de 40meq/litro de solução.

Reposição de perdas:
Volume a ser prescrito além da solução de manutenção: (solução 1:1 )
Perdas leves: 20ml/kg/24hs
Perdas moderadas: 40ml/kg/24hs



    Reference: http://www.parenteral.com/manual/prescricaoodcon.htm
Sonia Heidemann
Native speaker of: Portuguese
PRO pts in pair: 266

Peer comments on this answer (and responses from the answerer)
agree  Claudio Mazotti: perfeito!!!
37 mins
  -> muito obrigada e feliz Natal!
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1 hr   confidence: Answerer confidence 5/5
Referência


Explanation:
Ver p.ex. ref infra. Por analogia, tratar-se-ia de um repto lançado pela infusão para determinar a reação do organismo, não somente uma infusão terapêutica (para re-hidratação, que o será decerto tb).

Notar que o finzinho do comentário de Clarice sugere o mesmo.

Como não sei o que lhe chamam os médico de ling pt, fico-me por aqui.



    Reference: http://cancerweb.ncl.ac.uk/cgi-bin/omd?challenge+diet
Amilcar
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PRO pts in pair: 275
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17 hrs   confidence: Answerer confidence 5/5
hidratação venosa vigorosa


Explanation:
MED On Line -
... A instituição precoce de hidratação venosa vigorosa e manitol tem apoio cientifico, pois em estudos controlados, o adiamento na utilização dessa terapia ...
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[PDF] Dengue: uma nova abordagem
SCD), iniciando com reidratação oral para o paciente ambulatorial e, de acordo com a gravidade, recomendam esquemas de hidratação venosa mais vigorosa. ...
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airmailrpl
Brazil
Local time: 17:45
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Clarice
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1 day 22 hrs   confidence: Answerer confidence 5/5
dose inicial de carga


Explanation:
Ou dose endovenosa incial de carga (de soro ou de líqidos como SRL, depende do contexto)

É uma primeira dose é mais agressiva; em seguida, o paciente permanece com as doses de manutenção. Veja abaixo:


Para a sedação na UTI, a dosagem deve ser determinada de maneira individual, e titulada lentamente, para obter o efeito desejado. Para induzir a sedação recomenda-se a administração de uma dose de "bolus" de 0,03 a 0,3mg/Kg durante um período de 5 minutos. Recomenda-se uma dose de manutenção entre 0,3 a 0,2mg/Kg/hora. Em pacientes com hipovolemia, vasoconstrição e hipotermia, a dose deve ser reduzida ou até mesmo omitida a dose de carga. A sedação é feita por meio de infusão.



Mariageni
Local time: 16:45
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