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James Bruce

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JournalismEconomics
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Government / PoliticsShips, Sailing, Maritime
Agriculture

Portfolio Sample translations submitted: 1
Portuguese to English: Gazeta Mercantil, selections from four days in February, 2009
General field: Bus/Financial
Detailed field: Journalism
Source text - Portuguese
FIRST 20090227 BIG trans Engl.doc “Gazeta Mercantil” and InvestNews Ciça Ferraz, Editor For publication Friday, February 27, 2009 4,070 words original 4,141words translated Translated by James Bruce Portuguese originals 1-1 Rede Bristol expande-se no Nordeste e quer crescer mais 30% em 2009 Faturamento chegou a 80 milhões de reais no ano passado Norberto Staviski Curitiba A crise econômica não está passando próxima dos planos da rede paranaense Bristol Hotéis & Resorts. No seu início de atividades no setor, nos anos 90, a empresa ficou concentrada no Sul e Sudeste do País, mas desde 2007 a administradora focou sua expansão dando prioridade à incorporação sob sua bandeira de hotéis no Nordeste. Neste início de ano, mais dois empreendimentos se somaram aos 19 que a Bristol administra em oito estados brasileiros: o Bristol Thermas Hotel & Resorts, localizado em Mossoró (RN), e o Bristol Poesy Casa do Mar Hotel, na praia de Tremembé, em Capuí (CE). “Em 2008 fechamos o ano com 1,1 milhão de hóspedes e pretendemos ir a 1,6 milhão de hóspedes em 2009”, informa o diretor comercial da rede com sede na capital paranaense, Gilberto Cordeiro. “Este período é uma ótima oportunidade para crescer e em março vamos disputar mais um empreendimento de 300 apartamentos no Recife. E temos como objetivo fechar contratos de administração com mais cinco projetos até o final do ano, sendo três deles no Nordeste”, acrescenta. Em 2008, a Bristol tinha um faturamento projetado de R$ 78 milhões, mas alcançou R$ 80 milhões, mantendo uma taxa de ocupação média de 78% em seus hotéis. Para 2009, só com o acréscimo dos dois novos empreendimentos e um terceiro em vias de inauguração, a empresa projeta ultrapassar os R$ 105 milhões. Na rede, a Bristol está aumentando a oferta de apartamentos em 13% e o faturamento em 30%. “Se chegarmos a 27 unidades ao final do ano com a nossa bandeira estaremos entre as cinco maiores administradoras do País”, conta Cordeiro. Hoje a paranaense é a sexta empresa do País no setor. Expansão no CE e RN 2-1 XXXXXXXXXXX Britânia fecha fábrica no Nordeste Empresa concentrará produção em Joinville, 370 trabalhadores serão dispensados José Pacheco Maia Filho Salvador A Britânia do Brasil anunciou o encerramento das atividades de sua unidade no Nordeste. Localizada em Camaçari, a 40 quilômetros de Salvador. A Britânia do Nordeste produzia ventiladores, ferros elétricos, batedeiras, liquidificadores e espremedores de fruta. O fim da operação baiana, de acordo com informações da gerente de administração de vendas, Soila Vicente, se dá em função da decisão da empresa de concentrar toda sua produção na unidade de Joinville, em Santa Catarina. “Concluímos, em outubro do ano passado, a ampliação desse parque industrial que passou a ter 36 mil metros quadrados, área suficiente para absorver a produção de Camaçari”, disse. Segundo Soila, a transferência da produção vai otimizar a logística e distribuição da companhia, integrando também um processo de reestruturação das operações industriais decorrente da atual situação econômica mundial e nacional. Há dois anos, a fábrica de São José dos Pinhais, no Paraná, também foi desativada e a produção transferida para Joinville. Embora a informação não tenha sido oficializada pela companhia, fontes do mercado dizem que o fechamento também foi motivado por incentivos fiscais e pelas dificuldades que a Britânia vinha enfrentando na região Nordeste para colocar seus produtos em grandes redes da região, o que dificultou o projeto de aumentar participação no Nordeste. Com o fechamento da fábrica de Camaçari, inaugurada em 2003 com investimento de R$ 35 milhões e expectativa de responder por 30% da produção total da empresa, 370 trabalhadores estão sendo demitidos. Em comunicado oficial, a companhia informa que “os compromissos trabalhistas, fiscais, legais e com fornecedores serão devidamente honrados”. O anúncio do fechamento da unidade fabril, feito na quarta-feira de cinzas, pegou de surpresa os funcionários da companhia. A fábrica de Camaçari produzia em média 1,2 milhão de unidades por ano, com destaque para a fabricação de ventiladores, que era o carro-chefe dos produtos. 3-1 XXXXXXXXXXXXX Dado Bier planeja triplicar a produção este ano Cervejaria produzirá 2 milhões de litros este ano Caio Cigana Porto Alegre A microcervejaria Dado Bier, especializada no nicho Premium, vai voltar a ter produção em escala industrial com o lançamento das embalagens de um litro. A iniciativa permitirá mais do que triplicar os volumes este ano, saltando de uma produção de 700 mil litros em 2008 para mais de 2 milhões de litros, conforme estimativas consideradas conservadoras. “É uma cerveja tipo pilsen para atuar no mercado Premium”, diz o presidente da companhia, Eduardo Bier, que tem como sócio e membro do conselho da empresa o tio, o industrial Jorge Gerdau Johannpeter. A decisão pela embalagem, conforme a empresa gaúcha, se deu pela observação da mudança do comportamento do consumidor brasileiro de beber mais em casa com a família e amigos, influenciada por fatores como a lei seca, além da boa aceitação das cervejas uruguaias no País, tradicionalmente envasadas em garrafas de 1 litro. Bier ressalta ainda que, com volume maior de produção, a empresa pode ter custos menores e preços competitivos e assim entrar de vez na disputa no gigante mercado brasileiro calculado em 10,5 bilhões de litros. O empresário diz que desde 2005 estuda a melhor forma de retornar à grande escala, após ter uma experiência iniciada em 2001 em que a Companhia de Bebidas das Américas (AmBev) produziu para a empresa por força de uma determinação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) de que a megacervejaria teria de ceder capacidade por um período para outra companhia com uma fatia inferior a 5% do mercado. A Dado Bier foi a vencedora da concorrência na época, mas a parte da distribuição, também a cargo da AmBev, acabou não fluindo como se esperava. A Dado Bier chegou a projetar a construção de uma fábrica em Osório (RS) em sociedade com a cervejaria Colorado, de Ribeirão Preto (SP), mas em 2007 foi procurada pela Cervejaria Riograndense que tinha capacidade ociosa e poderia ser arrendada na unidade localizada em Santa Maria (RS). Com isso, a Dado Bier precisou investir apenas R$ 5 milhões em desenvolvimento de produto e na adaptação de linhas. 4-1 XXXXXXXXXXXXXXXX Confab moderniza linha e dobra volume de investimentos Empresa quer melhorar nível técnico dos produtos e reduzir custos de produção Luciana Collet São Paulo A fabricante de tubos Confab Industrial vai investir neste ano R$ 60 milhões, mais do que o dobro dos R$ 25 milhões aplicados em 2008. Boa parte dos recursos serão destinados a modernização de algumas linhas de modo a permitir a fabricação de tubos que usam aço de maior espessura, informou o diretor financeiro e de relações com investidor da companhia, Marcelo Barreiro. De acordo com o executivo, os investimentos na linha “UO” (sigla que indica o formato do tubo) — também conhecida como SAW, sigla inglesa que remete à solda submersa — têm como objetivo manter nível técnico adequado, exigido pelos clientes. O aço mais espesso pode ser usado em condições de maior pressão, como as encontradas nas áreas de exploração em águas profundas, da Petrobras. Barreiro ressaltou, porém, que no caso dos projetos do pré-sal também existem outras exigências na composição. “Não estamos investindo para atender as exigências da exploração em águas profundas”, ressaltou. “Mas essa modernização permite seguir com investimentos da Petrobras”, acrescentou. Além da modernização da linha “UO”, a Confab também vai investir em melhorias em outras linhas, para avançar no nível técnico dos produtos, bem como reduzir do custo de fabricação. “Essas melhorias em processo produtivo aumentam o investimento de forma sensível”, afirmou. Apesar dos investimentos maiores, a Confab admite que o ano de 2009 não terá um desempenho tão favorável, como os últimos. “Começamos com uma carteira importante, mas a perspectiva é de menor atividade ao longo do ano”, disse executivo. “Passamos por uma fase de investimentos importantes no Brasil, na Argentina e também na Colômbia, de dutos troncais de distribuição de gás, mas esses investimento já foram feitos.” 5-1 XXXXXXXXXXXXXXX Importações de fios e cabos crescem 45% Redação São Paulo Os fabricantes de fios e cabos fecharam o ano de 2008 com um déficit comercial de US$ 181 milhões, informou ontem o Sindicato da Indústria de Condutores Elétricos, Trefilação e Laminação de Metais Não-Ferrosos do Estado de São Paulo (Sindicel). As importações superaram as vendas externas, “devido às condições desfavoráveis do câmbio e à crise financeira internacional”, explicou a entidade em comunicado. Os produtos trazidos de fora somaram US$ 678,4 milhões no ano passado, um aumento de 45% sobre 2007, quando as importações haviam totalizado US$ 467,6 milhões. Já as exportações tiveram alta bem menor, de 6%, saindo de US$ 469,2 milhões em 2007 para US$ 497,5 milhões em 2008. “Algumas medidas econômicas, como a liberação do uso de créditos de exportação, a redução de impostos e maiores benefícios às exportações são essenciais para que o quadro econômico mude”, declarou o presidente do Sindicel, Sérgio Aredes, no comunicado. “Temos de considerar os impactos da crise mundial nos próximos meses e, principalmente, as oscilações dos preços das commodities no mercado internacional e as dificuldades de acesso a financiamentos, que se traduzem em riscos adicionais e demanda de mais capital próprio das empresas”, afirmou. 6-1 XXXXXXXXXXXXXX BB libera crédito para revendas de usados Redação São Paulo O Banco do Brasil (BB) informou ontem que reabriu o FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador) Giro Setorial que, nesta temporada será destinado para as empresas de micro, pequeno e médio portes do comércio a varejo de veículos usados — automóveis, camionetes e utilitários. De acordo com o BB, a linha de crédito foi criada pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat), órgão ligado ao Ministério do Trabalho e Emprego do Governo Federal, com a finalidade de suprir as necessidades de capital de giro das concessionárias de veículos. Os empréstimos são corrigidos pela taxa de juros de longo prazo, acrescida de 11,206% ao ano, correspondendo a uma taxa efetiva de 1,4% ao mês. Os recursos são oriundos do FAT. O prazo para pagamento pode chegar até 24 meses. As revendas poderão contratar operações no valor de até 200 mil, com prazo limite de 30 de dezembro de 2009. Para as empresas que tomarem o empréstimo deverá ser firmado contrato para a manutenção dos empregos existentes a época de contratação da linha ou gerados durante o tempo do contrato. Ajuda a financeiras No ano passado, o BB também liberou R$ 4 bilhões para as financeiras das montadoras para reestabelecer a venda de carros no período de restrição de crédito. 7-1 XXXXXXXXXXXXXX Região do Brasil foi a única a dar lucro no balanço da GM Enquanto a operação mundial perdeu US$ 30,8 bi, LAAM teve um azul de US$ 1,3 bi Ana Paula Machado e Reuters São Paulo e Detroit (EUA) Mesmo com a desaceleração do mercado brasileiro no final do ano passado, a divisão LAAM da General Motors, obteve lucro de US$ 1,3 bilhão no ano passado e um faturamento de US$ 20,26 bilhões. A região, que congrega América Latina, África e Oriente Médio, foi a única com o resultado positivo para a montadora. No mundo a GM perdeu US$ 30,86 bilhões, um resultado melhor se comparado ao prejuízo do ano anterior, quando as perdas alcançaram US$ 38,73 bilhões. No quarto trimestre, a GM LAAM registrou prejuízo ajustado de US$ 154 milhões (prejuízo divulgado de US$ 181 milhões), abaixo do lucro ajustado de US$ 424 milhões no quarto trimestre de 2007 (lucro divulgado de US$ 424 milhões). Segundo a montadora, os resultados do quarto trimestre foram afetados principalmente pelo volume menor do setor no Brasil, Venezuela e outros mercados-chave, e pelo câmbio estrangeiro desfavorável, equilibrado pelo mix favorável de modelo e preço. No ano como um todo o volume de vendas da GM LAAM foi de 1,3 milhão de veículos. Após divulgar os resultados negativos, a GM informou que espera que auditores emitam um alerta sobre a capacidade da companhia de se manter viável em um momento em que atravessa as piores condições de mercado em décadas. A companhia divulgou prejuízo trimestral maior que o esperado e uma queda de mais de 30% no faturamento. A montadora também alertou que seus planos de pensão para funcionários de produção e administração tinham um déficit de US$ 12,4 bilhões no final de 2008. 8-1 XXXXXXXXXXXXXXXXX Novas encomendas levam Dura a retomar ritmo forte de produção Depois de suspender investimentos, empresa aplicará R$ 10 milhões neste ano no Brasil Sonia Moraes São Paulo A Dura Automotive Systems, subsidiária brasileira do grupo americano que produz componentes para a indústria automobilística, começa a normalizar sua produção com o aumento dos pedidos das montadoras. Além de voltar a trabalhar de segunda a sábado, a empresa já está com alguns setores operando em três turnos, expediente que havia sido suspenso no final do ano passado por causa da forte queda do setor automotivo. “A redução do IPI e a liberação de crédito por parte do Banco do Brasil já refletiram positivamente nas vendas, redução de estoques e fez com que as montadoras retomassem a produção num ritmo mais forte”, disse Mário Buttino, presidente da Dura do Brasil. A empresa de autopeça, que está instalada no Rio Grande da Serra, no ABC paulista, registra o maior volume de pedidos feitos pela Volkswagen, para a produção do novo Gol, e ainda pela Ford, para abastecer a linha do Ka. “Apesar da preocupação sobre o crescimento das vendas em janeiro e fevereiro, pois não se sabe se o consumidor está antecipando as compras por causa da redução do IPI e se haverá prorrogação deste incentivo, mesmo assim ainda acho que grande parte da insegurança já foi superada e a tendência é de manter a trajetória de crescimento do setor automotivo”, prevê Buttino. A estimativa do presidente da Dura é que o mercado automotivo feche 2009 com volume 15% abaixo de 2008, quando foram produzidos 3,2 milhões de veículos e vendidos 2,8 milhões de unidades no País. “Em janeiro as vendas foram melhores que o previsto, fevereiro está no mesmo nível do ano passado e em março também deverá ser positivo por causa da redução do IPI”, prevê Buttino. “Se os recursos para estimular as vendas de automóveis continuarem, o Brasil tem condições de superar rapidamente essa fase”, completa o executivo. Depois de ter preparado sua fábrica para um ritmo intenso de produção, a Dura refaz seu planejamento interno e começa a se adaptar ao um novo cenário, com volume menor de pedidos. “A prioridade da empresa agora é gerar e manter o fluxo de caixa, atingir o nível máximo de vendas e entregar o produto com qualidade e sem atraso”, frisa o presidente da empresa. 9-1 XXXXXXXXXXXXX Brasil e região alavancam desempenho da Telefónica Motor do crescimento em celulares, fixos, TV paga e banda larga concentrou-se aqui Thais Costa São Paulo O maior crescimento que a Telefónica experimentou na América Latina ao longo de 2008, e que foi responsável por um desempenho positivo da gigante mundial do setor de telecomunicações no quarto trimestre do ano passado, ocorreu no Brasil. Aqui, a gigante espanhola consolidou sua liderança na telefonia móvel com 45 milhões de acessos móveis, um total 34% maior em um ano. Ao lado do crescimento do negócio de celulares, a espanhola manteve esforço comercial para avançar na transformação dos fixos para serviços de internet, banda larga e TV por assinatura. Com isso, havia no fim de 2008 na região 158,3 milhões de acessos, com acréscimo de 24 milhões sobre 2007, o que representou expansão de 18%. No mundo, o total era 259 milhões de acessos, 13,2% mais que um ano antes. Na telefonia celular, a operadora registrou adições líquidas de 5,1 milhões no quarto trimestre na região, e de 18,9 milhões no acumulado do ano, somando 123,4 milhões de clientes, com crescimento de 22,7%. Em nota junto ao balanço, a companhia ressaltou que o crescimento de clientes foi auxiliado por reduzida evasão para outras operadoras. Ao todo, no Brasil, a Telefónica reúne 60,7 milhões de acessos, 24% mais que em 2007. Além do bom desempenho da Vivo, a operação fixa da Telesp conseguiu captar grande parte do crescimento da atividade de banda larga, com 2,6 milhões de acessos, ou 23,6%. Também dinamizou o negócio de TV paga, que duplicou para 472 mil clientes. Em termos financeiros, o avanço constatado no Brasil foi superior ao de 2007. No último trimestre foi mantida a tendência crescente em novos clientes e em resultado operacional (Ebitda). No acumulado do ano, a operação no Brasil contribuiu com 8,606 milhões, 12,2% mais em relação a 2007, e 15,8% no quarto trimestre. Tal desempenho se deveu ao comportamento positivo da Vivo e à aceleração dos ingressos da operação fixa (Telesp). 10-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXx Usinas recompram açúcar de exportação A estimativa é que nas últimas semanas foram cancelados contratos de 600 mil sacas Fabiana Batista são Paulo O mercado interno está pagando mais pelo açúcar e usinas estão cancelando contratos de exportação para recolocar o produto internamente. A estimativa de analistas é de que cerca de 30 mil toneladas do produto tenham sido retirados da rota externa para serem revendidos no mercado interno. “E difícil precisar esse número. Mas somente a minha corretora fez nas últimas semanas 20 mil toneladas de wash-out (suspensão da entrega física com liquidação financeira da diferença entre os preços do contrato e os atuais)”, diz um trader. Ele conta que a maior parte do volume cancelado se refere a açúcar cristal, cuja demanda está muito aquecida no mercado interno. Arnaldo Luiz Corrêa, da Archer Consulting, explica que o cancelamento desses contratos é feito de forma consensual com o comprador em troca, obviamente, de uma compensação financeira, geralmente equivalente a diferença entre o preço do contrato e o valor atual de mercado. “As usinas e tradings desfazem o negócio para aplicar o produto em outro mercado mais rentável, neste caso específico, o do mercado interno”, acrescenta Correa. Na última quarta-feira, a diferença de preços entre o açúcar cristal de exportação e de mercado interno estava próximo de R$ 1,50 por saca, o que significa que o mercado interno estava remunerando 3,2% mais. De fato, as cotações domésticas da commodity estão mais aquecidas que as internacionais. Desde o início de janeiro, a saca de 50 quilos valorizou-se 41%, segundo o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea/Esalq/USP), saindo de R$ 33,04 em 2 de janeiro para $ 46,64 ontem. 11-1 XXXXXXXXXXXXXXXX Bancos Lucro da Nossa Caixa cresce 113%, para R$ 646,5 milhões Iolanda Nascimento São Paulo O lucro líquido consolidado do Banco Nossa Caixa, adquirido pelo Banco do Brasil (BB) em novembro passado, mais que dobrou em 2008 impulsionado, particularmente, pelo expansão de 47,6% das operações de crédito e pela ativação de R$ 441,1 milhões em créditos tributários, ocorrida em grande parte no segundo trimestre. No acumulado do ano, a instituição registrou lucro de R$ 646,5 milhões, 113,3% superior aos R$ 303 milhões de 2007. No quarto trimestre, o ganho atingiu R$ 51 milhões, em relação ao prejuízo de R$ 15 milhões apurados em intervalo semelhante do ano anterior, mas uma queda de 27,14% ante o lucro de R$ 70 milhões do terceiro trimestre. Os ativos totais da Nossa Caixa subiram 14,4% em um ano e 1,6% em relação ao terceiro trimestre, fechando dezembro em R$ 54,3 bilhões. Com esse resultado, o BB passa a ter aproximadamente R$ 625,6 bilhões em ativos — considerando 50% do Banco Votorantim, comprado pelo banco público este ano, e os números do Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) e do Banco de Brasília (BRB) do primeiro semestre de 2008, instituições que estão em negociação para incorporação — e diminui a diferença nesse quesito, ficando apenas cerca de R$ 7 bilhões atrás do Itaú Unibanco Banco Múltiplo, com R$ 632,72 bilhões, maior banco do País em ativos, posição conquistada após a fusão, realizada em novembro do ano passado. Milton Luiz de Melo Santos, diretor-presidente que deixará o comando do banco no próximo dia 10, quando o BB iniciará a consolidação dos ativos, disse que a retração dos ganhos em relação ao terceiro período do ano decorreu, principalmente, do aumento das provisões para contingências cíveis relativas a planos econômicos — ações impetradas na Justiça contra perdas ocasionadas por planos como Bresser, Verão, Collor, entre outros. Essas despesas somaram R$ 644,6 milhões no ano passado, uma elevação de 30,83% sobre 2007. No quarto trimestre, evoluíram dos R$ 121 milhões do exercício anterior para R$ 141 milhões em 2008, com o número de processos tendo passado de 17 mil para 21,4 mil. Melo Santos avalia que a tendência agora é de redução no volume de ações, e em consequência das provisões, pois, acredita, o banco já passou pelo ápice de processos. 12-1 XXXXXXXXXXXXXXXX SulAmérica lucra R$ 415 mi, mas com sinistralidade maior Luciano Máximo São Paulo Com um empurrão de mais de R$ 30 milhões provenientes da venda de ativos da Telemar em meados do ano passado, o lucro líquido ajustado da SulAmérica saltou 29,4% em 2008, para R$ 415 milhões. O faturamento com prêmios de seguros atingiu R$ 7,723 bilhões no período, crescimento de 10,2% sobre os R$ 7,005 bilhões verificados em 2007. Patrick de Larragoiti Lucas, presidente da seguradora, demonstrou empolgação com o balanço divulgado ontem. “O resultado ficou acima do que esperávamos: tivemos um lucro recorde e atingimos um novo patamar em termos de receita. É o fruto de um trabalho de vários anos de melhorar políticas de subscrição de risco, eficiência operacional e relacionamento com corretores”, explica. Foi necessário, porém, gastar mais para exibir esses números. O índice de sinistralidade geral da companhia em relação aos prêmios ganhos, de cerca de R$ 7 bilhões, passou de 68,2% para 71%. Em ramos em que a SulAmérica disputa a dianteira do mercado e acumulou receita de mais de R$ 6 bilhões em 2008 também houve aumento desse indicador. No ano, os sinistros do segmento automóveis subiram de 60% para 64,1% e os de seguro saúde, de 73% para 76,3%. Larragoiti argumenta que fenômenos climáticos do ano passado e o aumento de produtos médicos em consequência da alta do dólar justificam a sinistralidade mais alta. “71% representou um leve incremento. É um número aceitável”, diz ele, destacando a queda na sinistralidade no ramo vida (de 69% para 54%) e o fechamento do índice combinado, que mede a eficiência operacional da seguradora (variação de 97,8% para 98,4%). “O importante é sempre ter esse indicador abaixo de 100%, que significa rentabilidade positiva antes do resultado financeiro.” 13-1 XXXXXXXXXXXXXXXXX Imagem conservadora ajuda EZT na crise Com número reduzido de lançamentos, empresa estuda securitizar recebíveis Maria Luíza Filgueiras São Paulo A incorporadora EzTec não deslanchou na lista de preferidas dos investidores de bolsa que optam pelo setor de construção. Na época da abertura de capital, em 2007, captou R$ 542 milhões na oferta primária, aproveitando a janela de mercado para se capitalizar com a atração de pouco mais de 5,5 mil investidores. Mesmo os estrangeiros, afoitos pela dimensão geográfica e o déficit habitacional do País, mantiveram restrições em relação à companhia. O principal fator era o conservadorismo da incorporadora: mantém um volume inferior a 10 lançamentos por ano, faz boa parte das vendas com financiamento direto ao cliente, evita alavancagem e permanece com a carteira de recebíveis. Agora, o “revés” virou vantagem. É exatamente esta postura que tem garantido à incorporadora tranquilidade em meio à turbulência, afirma Emílio Fugazza, diretor financeiro e de relações com investidores da companhia. “Uma companhia pouco endividada é dona de sua lógica”, define. Todos os diretores da empresa são engenheiros e, se alavancagem para administradores soa bem, a engenharia se baseia no conceito de fundação segura, pondera o executivo, também engenheiro civil. “O investidor estrangeiro questiona, cobra arrojo maior, mas a EzTec não é uma empresa que faz milhares de coisas. Faz algumas e cumpre.” Fugazza afirma que a geração de caixa da companhia e os recebíveis permitem entregar todos os empreendimentos vendidos, ainda que a empresa não consiga captar dívida ou financiamento. Entretanto, a situação atual é outra: o relacionamento com bancos foi estreitado com o acirramento da crise financeira, mantendo contato semanal com cada instituição parceira para detalhar a posição da empresa. 14-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Ouro é o mais rentável pelo 4º- mês consecutivo Redação São Paulo O ouro spot, negociado na Bolsa de Mercadorias e Futuro (BM&F Bovespa), foi a melhor aplicação financeira em fevereiro e no acumulado de 2009, com ganho real de 3,43% e 9,65%, respectivamente. Foi o quarto mês consecutivo de liderança do metal em rendimentos. A segunda melhor aplicação em fevereiro, e no ano, foi o DI (Extra-grupo), com ganho real de 0,59% e 2,08%, respectivamente. A lanterninha das aplicações em fevereiro foi a Bolsa de Valores de São Paulo, com queda de 3,10%. No ano, contudo, acumula alta de 1,86%. ### SECOND 090226 BIG trans Engl.doc For publication Thursday, February 26, 2009 4,121words original 4,231 words translated Ciça Ferraz, editor Translated by James Bruce Portuguese originals 1-1 Ritmo de crescimento do mercado diminuiu em 2008 Investimento somou R$ 58 bilhões em 2008, segundo o Ibope Neila Baldi São Paulo A crise financeira global só chegou no terceiro trimestre, mas tudo indica que o mercado publicitário sentiu os efeitos ainda em 2008 — apesar de as agências de publicidade terem divulgado, em seus balanços e perspectivas, que o ano passado foi um dos melhores da história. Segundo dados do Ibope Monitor, o investimento em mídia, em 2008, totalizou R$ 58,1 bilhões — valor 12,09% maior que o registrado em 2007. O índice, no entanto, é inferior ao verificado em 2007, quando o setor cresceu 30,2%. Mais uma vez a televisão liderou os investimentos, com 51% do total: R$ 29,8 bilhões. —um ganho de 1 ponto percentual em relação a 2007. Por sua vez, os jornais — segundo maior investimento em mídia — perderam participação: caíram de 29% do mercado para 26%, totalizando R$ 14,9 bilhões. O estudo do Ibope mostrou também que a mídia que mais cresceu no ano passado foi o rádio (22%), que somou R$ 2,55 bilhões. O levantamento, no entanto, não apurou os números referentes à internet. Por outro lado, o investimento em outdoor caiu significativamente: quase 40%, totalizando R$ 55,2 milhões. A pesquisa também mostrou que o varejo continua sendo o setor que mais investe em mídia: R$ 15,59 bilhões (27% do mercado e incremento de 13,2%). Assim, o maior anunciante continua sendo as Casas Bahia com investimento bruto de R$ 3 bilhões — 11,2% a mais que o valor gasto no ano anterior. Unilever segue em segundo lugar, enquanto a Ambev e a Caixa trocaram de posição. Na 5ª colocação está a Fiat — em 2007 havia ficado em 6°. 2-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Dudony coloca lojas de SP à venda Norberto Staviski Curitiba A maior rede de varejo do Paraná, a Dudony, com sede em Maringá e 110 lojas no estado e em São Paulo informou que dentro do seu plano de recuperação está colocando à venda todas as suas 11 lojas em São Paulo devido aos altos custos de logística da operação. Segundo o assessor jurídico da Dudony, Cleverson Colombo, o objetivo é “gerar caixa para pagar os credores”. A empresa protocolou pedido de recuperação judicial na 1 Vara Cível de Maringá, em 19 de dezembro do ano passado. No Diário de Justiça do Estado do Paraná, publicado no dia 24 de dezembro de 2008, o juiz Mario Seto Takeguma, da 1 Vara Cível de Maringá, informou que a empresa deve cerca de R$ 104 milhões para 250 credores, entre bancos, fabricantes de eletrodomésticos, empresas de telefonia e pessoas físicas. Os quatro maiores credores são o Banco Cacique, com créditos de R$ 17,6 milhões, Banco Fibra, R$ 11,8 milhões, Banco Industrial, R$ 5,5 milhões, e Banco Itaú, R$ 5 milhões. As unidades que serão negociadas em São Paulo estão em Assis, Bauru, Botucatu, Cândido Mota, Ibitinga, Lençóis Paulista, Lins, Marília, Ourinhos, São Manoel e Tupã. Segundo a empresa, até o momento, não apareceram interessados. O próximo passo do plano de recuperação judicial é fixar uma data para a realização da assembleia de credores, o que deve ocorrer até o final de abril. Segundo a empresa, 85 credores têm dívidas que somam no máximo R$ 20 mil e devem receber os valores logo após a aprovação do plano. Segundo despacho de Takeguma, a Dudony passa por dificuldades financeiras desde 2005, quando ampliou a rede com recursos próprios, comprometendo o capital de giro, o que a forçou a “socorrer-se” com instituições financeiras. 3-1 XXXXXXXXXXXXXXXXX Cresce o turismo sobre trilhos Empresas e prefeituras descobrem que trem de passageiro ainda é bom negócio Regiane de Oliveira São Paulo O transporte ferroviário há tempos perdeu importância no orçamento governamental. Mas em épocas em que o governo federal, junto com esforços estaduais, tenta trazer para o Brasil um trem bala — a fim de atender à demanda da Copa do Mundo de 2014 —, o transporte ferroviário volta a ganhar destaque, não como meio de transporte principal, mas como forma de atração turística. Em vários locais, empresas públicas e privadas mantêm trajetos turísticos ferroviários e garantem, há público interessado em pagar, e bem, para ver as paisagens do Brasil sobre trilhos. Em 2008, segundo a Associação Brasileira das Operadoras de Trens Turísticos Culturais (Abottc), cerca de 3 milhões de pessoas viajaram pelos trens turísticos brasileiros, número que cresce cerca de 8% ao ano. Hoje, o País conta com 20 operações frequentes, além de algumas eventuais. Há aquelas que desapareceram, como o famoso Trem de Prata, que até novembro de 1998 ligou São Paulo ao Rio de Janeiro. O trajeto sucumbiu à concorrência com as empresas áreas que, na época, chegavam a cobrar R$ 80 por uma passagem, enquanto o percurso de oito horas de trem custava pelo menos R$ 120. Para março, está previsto o retorno de tradicional percurso paulista Estação da Luz - Paranapiacaba e Luz - Jundiaí, desativado pela Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) em 2002. E segundo dados da Abottc mais dez concessões para a operação de trens turísticos estão previstas para serem entregues este ano, uma delas é o Pantanal Express, operado pela Serra Verde, que deve ser inaugurado no dia 8 de maio. Em um trajeto de 220 quilômetros, que vai sair de Campo Grande, passar por Miranda e Aquidauana, o trem dará vida ao trajeto nacional do mítico Trem da Morte, que ligava Bauru (SP) a Corumbá (MS). 4-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Crise não atinge fornecedores nem operadoras de telefonia Escassez de crédito e oscilação do câmbio permanecem como ameaça ao setor Thaís Costa São Paulo A indústria de equipamentos de telecomunicações não detectou sinais de crise nas encomendas das operadoras telefônicas fixas e celulares, entre as quais Telefônica, Oi, Vivo, TIM e Claro. “Até o momento, espero que continue assim, ninguém recuou nos investimentos programados”, afirmou o presidente do conselho de uma das mais importantes fornecedoras mundiais, a Nokia Siemens na América Latina, Aluizío Byrro. Ele reconhece que a área de equipamentos sente os reflexos de forma tardia em relação à de aparelhos celulares, por exemplo, que já viveram um janeiro bem ruim e experimentam fevereiro um pouco melhor. Mas se as pessoas adiam a troca do celular, não significa que parem de falar ao telefone, o que dificilmente deverá ocorrer, acredita o executivo. Talvez o ano de 2009 não mostre o vigor que caracterizou 2008, quando os investimentos em ativos fixos das operadoras alcançou R$ 16 bilhões. Mas se ficarem abaixo em 10%, atingindo R$ 14,4 bilhões, ainda assim será um ano muito bom, pois representará expansão em relação a 2007 e 2006, quando os gastos com expansão de infra-estrutura ficaram em torno de R$ 12,5 bilhões, comparou Byrro. 5-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Crise leva Visteon ao prejuízo Déborah Costa/InvestNews São Paulo A Visteon, fabricante de autopeças, anunciou ontem prejuízo líquido de US$ 328 milhões (US$ 2,53 por ação) no quarto trimestre de 2008. Um ano antes, a empresa reportou perda de US$ 43 milhões (US$ 0,33 por ação). Na mesma direção, no acumulado do ano passado o prejuízo cresceu de US$ 372 milhões em 2007 para US$ 663 milhões. As vendas líquidas atingiram US$ 1,65 bilhão de outubro a dezembro de 2008, representando uma redução de 42%, quando comparado com os mesmos meses do ano anterior. Deste valor, US$ 1,54 bilhão foi referente a produtos e US$ 106 milhões em relação a serviços. Nos últimos doze meses, as vendas somaram US$ 9,54 bilhões, contra US$ 11,2 bilhões no ano anterior. “Os resultados do quarto trimestre da empresa foram significativamente afetados pela rápida desaceleração econômica mundial, que fez com que as montadoras reduzissem a produção em quase todos os níveis do mercado”, afirmou Donald J. Stebbins, presidente da companhia. Já a GM deverá divulgar hoje um prejuízo operacional anual estimado em US$ 26,83 por ação e um déficit trimestral de US$ 7,85. 6-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX GM põe mais 900 metalúrgicos em férias em São José e São Caetano Montadora para parte da produção do quadro fixo por 30 dias para adequar a produção Wagner Oliveira São Paulo A General Motors concede férias coletivas a partir de hoje para mais 900 funcionários — 600 em São José dos Campos (SP) e 300 em São Caetano do Sul (ABC paulista). A montadora informou que a paralisação é para ajustar a demanda à produção e que as férias por 30 dias já estavam previstas e incluem funcionários do quadro fixo. Ainda assim, a medida causou apreensão nos meios sindicais. “O mercado vem se recuperando, mas parece que não o suficiente para a GM manter os funcionários sem férias coletivas. Isto nos deixa bastantes preocupados”, afirmou o presidente do Sindicato dos Metalúrgicos de São Caetano do Sul, Aparecido Inacio da Silva, o Cidão, ligado à Força Sindical. Em São Caetano, a GM já tem 1,6 mil metalúrgicos em férias coletivas. Eles foram contratados em regime temporário de um ano. Os primeiros contratos vencem exatamente hoje e a previsão é que não sejam renovados. A direção da GM no Brasil tem uma reunião marcada para o dia 5, próxima quinta-feira, com os sindicalistas de São Caetano. “Estamos tentando demover a empresa a não dispensar os 1,6 mil funcionários temporários do terceiro turno, mas as conversas não demonstram avanço”, disse Cidão. Diretores da GM já dão como certa a demissão dos 1,6 mil temporários, já que o mercado não se recuperou aos níveis esperados pela montadora. O que os metalúrgicos não previam é que parte do pessoal fixo também sofresse com a paralisação temporária da produção. Há duas semanas, o presidente da GM no Brasil, Jaime Ardila, já falava na melhora do mercado com a redução do IPI e também na recuperação da montadora, que havia caído para 17% em sua participação de mercado em dezembro e retornado aos 20% habituais em janeiro. O cancelamento das férias coletivas na fábrica de Gravataí, no Rio Grande Sul, também foi um alívio, sinalizando que o mercado poderia estar se recuperando num ritmo melhor que a empresa esperava. 7-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Kemira tem prejuízo de 68 milhões InvestNews São Paulo A companhia finlandesa Kemira, maior fabricante de produtos químicos para a indústria de papel e celulose, informou ontem prejuízo de 68,5 milhões no quarto trimestre de 2008, ante um prejuízo de 46 milhões no mesmo período do ano anterior. No ano, a companhia obteve um lucro líquido de 1,8 milhão, ante 67,5 milhões registrados em 2007. A receita apresentou queda de 4,09% no quarto trimestre de 2008, em comparação a igual período do ano anterior, para 627,6 milhões. No ano, a receita cresceu 0,80%, em relação a 2007, para 2,832 bilhões. 8-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Vale aceita reduzir preço em 10%, diz associação chinesa Mineradora diz que irá aguardar concorrentes para fechar os contratos para 2009 Luciana Collet São Paulo A Companhia Vale do Rio Doce ofereceu um corte de 10% nos preços do minério de ferro, segundo informou o diretor-presidente da Associação Chinesa de Ferro e Aço (Cisa), Zou Jian. Em entrevista concedida na quinta-feira passada à agência Dow Jones Newswire, o executivo disse que a mineradora estava preparada para assinar imediatamente um contrato de fornecimento de minério de ferro caso as siderúrgicas chinesas aceitassem uma redução de 10% nos preços. De acordo com Zou Jian, as empresas mantém a intenção de um corte de 30% a 50% em relação aos preços recordes de 2008, disse Zou. Segundo ele, a BHP Billiton e a Rio Tinto ainda não fizeram uma proposta de preço. No entanto, oficialmente o posicionamento da Vale é de esperar a movimentação das concorrentes. Durante a apresentação dos resultados anuais, na sexta-feira passada, a mineradora brasileira informou que vai ceder o papel de marcador de preço para as rivais anglo-australianas neste ano. “Nossa postura é de aguardar as discussões entre os demais produtores e nossos clientes para entender exatamente qual a visão que se extrai dessa discussão”, disse o diretor executivo da Vale, Fabio Barbosa. “Temos a visão de que o melhor arranjo para a nossa indústria, tanto para os produtores quanto para os cliente seja o sistema de benchmark”, disse o executivo, durante coletiva com a imprensa. No ano passado, a Vale fechou um reajuste nos preços dos finos de minério de ferro e pelotas em 65% e 71% sobre os níveis de 2007. A Rio Tinto e a BHP, que prolongaram as negociações e pressionaram por taxas maiores devido à proximidade geográfica com a China, conseguiram aumento de 85%, em média, o que quebrou a tradição do sistema benchmark, em que a produtoras de minério seguem o primeiro acordo fechado naquele ano. Nos últimos anos, a Vale vinha liderando o processo. Depois que as mineradoras australianas asseguraram preços mais altos, a Vale tentou um aumento adicional, em meados de 2008, de mais 10%, o que provocou protestos e um boicote informal por parte das usinas chineses. No início deste ano, a imprensa internacional chegou a informar que os chineses aceitariam uma redução menor por parte do minério brasileiro. 9-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXXX Comercializadoras miram a geração de biomassa Entre 2005 e 2008, usineiros elevaram a produção de energia a partir do bagaço em 20% Roberta Scrivano São Paulo A expansão do interesse dos usineiros de cana-de-açúcar em investir na produção de energia elétrica está atraindo a atenção das empresas que comercializam eletricidade para os grandes consumidores do mercado livre, ambiente de negócio em que não há vínculo com uma distribuidora. “Sempre focamos a nossa compra de energia nas PCHs (pequenas centrais hidrelétricas), mas agora a intenção é comprar mais eletricidade de biomassa das usinas sucroalcooleiras”, diz Paulo Toledo, sócio-diretor da comercializadora Ecom Energia. A empresa é a primeira do mercado livre (que representa 25% do total da energia consumida no Brasil) a abrir uma filial no interior de São Paulo a fim de intensificar a relação com o setor sucroalcooleiro. “Estamos montando uma estrutura em Catanduva, local em que há concentração de usinas”, afirma Toledo. O executivo explica que a Ecom Energia tem uma “estrutura forte com as pequenas centrais hidrelétricas, que será mantida”. “Porém, queremos aumentar em 100% o volume comercializado de energia de biomassa, para cerca de 150 megawatts médios”, estima Toledo. A comercializadora Comerc, que também já negocia energia de biomassa, vê na fonte de energia produzida a partir do bagaço da cana-de-açúcar e de outros produtos uma boa oportunidade para ampliação da sua carteira de oferta. “O potencial brasileiro nesta fonte é muito grande e precisa ser aproveitado”, diz Marcelo Parodi, presidente da Comerc. A empresa vendeu no ano passado 20 MW médios de energia de biomassa e este ano já tem contratado 34 MW médios. A perspectiva da Comerc é que este número chegue, ainda em 2009, em pelo menos 80 MW médios. Segundo estudo do Instituto Acende Brasil, com os canaviais brasileiros existentes o País poderia gerar mais de 14.000 megawatts (MW). Hoje, a participação da biomassa na matriz elétrica brasileira é de 4,31%, sendo 3,25% oriunda da cana-de-açúcar (1,5 mil MW médios), produzidos por 263 usinas, segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Apesar da pouca representatividade na matriz do País, o crescimento geração a partir da biomassa é bastante significativo: entre 2005 e 2008, a eletricidade produzida a partir do bagaço da cana-de-açúcar cresceu 20%. 10-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Lula assina hoje os contratos de concessão das linhas do Madeira As linhas terão 2,3 mil quilômetros de extensão até Araraquara Ana Carolina Oliveira Brasília Os contratos de concessão das linhas de transmissão das Usinas Hidrelétricas no Rio Madeira, Santo Antônio e Jirau, em Rondônia, serão assinados hoje pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o diretor-geral interino da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Edvaldo Santana, e os representantes das empresas que conquistaram o direito de construir e operar os empreendimentos. Além deles, participarão da cerimônia de assinatura a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff e o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, o que mostra a importância do contrato — trata-se de uma das maiores obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) — para o governo federal. O leilão para a concessão das linhas de transmissão do Madeira ocorreu em 26 de novembro do ano passado. Este leilão teve o menor deságio do setor elétrico de todos já realizados por este governo, com apenas 7%. Ao todo foram leiloados sete lotes que acabaram arrematados por uma empresa privada e dois consórcios com participação estatal. O consórcio Integração Norte Brasil, composto pela Eletronorte, Eletrosul, Abengoa Brasil e Andrade Gutierrez, arrematou três lotes; o consórcio Madeira Transmissão, composto por Furnas, Chesf e Cteep, ganhou dois lotes; e a empresa privada Cymi Holding arrematou os dois últimos lotes. As linhas de transmissão terão extensão aproximada de 2,3 mil quilômetros e farão a ligação entre as usinas do Rio Madeira e o município de Araraquara, no interior de São Paulo. Após a construção dessas duas hidrelétricas, serão gerados cerca de 6 mil megawatss (MW) de energia. A entrada em operação comercial dessas linhas está prevista para ocorrer entre 36 e 50 meses, a partir da assinatura dos contratos de concessão. O investimento previsto para todos os lotes é de R$ 7,2 bilhões. Os consórcios ganhadores do leilão poderão investir nas linhas de transmissão por 30 anos. Após esse período, as linhas voltam para o controle da União. 11-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXXX Brasil busca oportunidades no mundo árabe Euro valorizado abre espaço para bons negócios com produto agrícola brasileiro Roberto Tenório Dubai* A valorização do euro nos últimos meses criou oportunidades para os produtos agrícolas brasileiros no mercado árabe em 2009. Há alguns meses, especialistas lembram que a eficiência em logística do bloco europeu, favorecida pela proximidade com os árabes, reduzia o potencial competitivo brasileiro no oriente médio Porém, afirmam que essa situação deverá se inverter em 2009 por causa do maior custo na aquisição das mercadorias do velho continente, inflacionadas pela valorização da moeda europeia frente as outras do bloco árabe. Produtores e empresários brasileiros se preparam para pegar carona nessa oportunidade e assim ampliar ou até mesmo abrir novos mercados para recompor suas margens de lucro, que ficaram espremidas após os picos históricos de preços que os insumos atingiram em 2008. Além disso, os árabes surgem como uma opção em relação aos tradicionais norte-americanos e europeus, grandes compradores do Brasil, que tiveram suas economias fortemente abaladas pela crise. AL-Ayed Mohammed, gerente internacional de importação da Awrad Aldana Est., com sede na Arábia Saudita, afirma que o mercado árabe e extremamente dependente de importação e a valorização do euro criou uma oportunidade para a cadeia produtiva brasileira. “Importamos mais de 90% dos alimentos que consumimos. A melhor oportunidade para o Brasil e agora porque o nível de confiança nos países asiáticos também esta abalado e não há outros mercados para buscar produtos”. O executivo disse ainda que a demanda por alimentos na região tem crescido gradativamente mas, segundo afirmou, os exportadores brasileiros não têm se mostrado suficientemente flexíveis nas negociações. Ao contrário dos empresários brasileiros, os europeus sabem como negociar, declarou. “O brasileiro precisa aprender a lutar para colocar o produto no mercado e não somente promovê-lo”. 12-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Ações caem com resultado abaixo do esperado Vinícius Pinheiro São Paulo O balanço do Itaú Unibanco foi recebido pelo mercado financeiro com a frieza típica de uma quarta-feira de cinzas. No pregão da BM&F Bovespa, as ações preferenciais (PN) do Itaú registraram queda de 1,09% e as do Unibanco — que a partir de 31 de março serão convertidas e passarão a ser negociadas de forma unificada — recuaram 1,07%. O desempenho foi na contramão de Bradesco e Banco do Brasil, que fecharam em alta. Assim como os concorrentes, a instituição apresentou um aumento nas despesas de provisão para créditos de liquidação duvidosa no quarto trimestre, o que provocou uma redução no lucro combinado dos bancos, que alcançou R$ 10,5 bilhões — excluindo efeitos extraordinários. “Na época da fusão, falava-se em um lucro de R$ 11 bilhões, o que acabou não se confirmando por conta da mudança no cenário econômico no final do ano”, lembra Jayme Alves, analista de investimentos da corretora Spinelli. O mercado também considerou particularmente ruim o aumento de 12,5% das chamadas despesas “não-juros”, que incluem folha de pagamento e gastos administrativos. A maior despesa não foi acompanhada pelas receitas com prestação de serviços e tarifas, que cresceram apenas 1,8% no ano passado, em consequencia, entre outros fatores, da padronização das cobranças realizada pelo Banco Central. O analista da Spinelli considera que a administração das receitas com tarifas será um dos desafios para a instituição este ano, já que o Banco Central determinou o congelamento no preço dos serviços cobrados por um ano como condição para aprovar a fusão entre os bancos. 13-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXX Anbid analisa oferta da Redecard Jiane Carvalho e Iolanda Nascimento São Paulo A Redecard protocolou ontem, na Associação Nacional de Bancos de Investimento (Anbid), um pedido de análise simplificada do registro de oferta pública secundária de ações de emissão da companhia, de titularidade do Citibank. Esta será a primeira análise simplificada de uma oferta de ações feita pela Anbid, após a instrução 471 de agosto do ano passado permitir que associações façam este tipo de análise. Desde que fechou convênio com a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a Anbid havia feito apenas duas análises, da Votorantim Finanças e da Bradespar, mas ambas para emissão de debêntures. O objetivo da instrução 471, que se refere apenas às ofertas secundárias, é tornar mais ágil o procedimento de análise e registro das ofertas. Após parecer da Anbid, a CVM tem sete dias para fazer sua avaliação e deferir, ou não, o pedido de registro. A CVM, caso julgue necessário, pode solicitar documentos e esclarecimentos adicionais ao ofertante, no caso o Citibank. O banco americano, que vem se desfazendo de ativos no mundo todo para cobrir prejuízos, tem 17% das ações da Redecard, credenciadora dos estabelecimentos comerciais e responsável pela captura das transações dos cartões MasterCard e Diners Club International. O Itaú, que pelo acordo de acionistas tem prioridade de compra das ações do Citi, tem 46,42% do capital, já somados os papéis do Unibanco. Durante coletiva para a divulgação do balanço Itaú Unibanco, o presidente executivo da instituição, Roberto Setubal, afirmou que o banco procura sócios para a Redecard. “No momento, não imagino o Itaú assumindo a credenciadora, nosso interesse é encontrar um ou dois grandes bancos para que ingressem no capital da Redecard”, diz Setubal, sem descartar a compra de parte das ações do Citi. “Eventualmente até podemos comprar parte das ações, mas isto apenas em caráter temporário.” Em março do ano passado, já com o balanço no vermelho, o Citibank realizou uma oferta secundária de ações da credenciadora — reduzindo de 23% para os atuais 17% sua participação na empresa. Com a venda, o banco captou pouco mais de R$ 1 bilhão. O coordenador líder da nova oferta será o próprio Citibank. Itaú e Unibanco também atuarão como coordenadores. 14-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Seguro saúde puxa ganhos da Unimed Maria Luíza Filgueiras São Paulo A companhia Seguros Unimed passou praticamente incólume ao início da crise econômica mundial em 2008, avançando em vendas de novos seguros e incrementando em 28,77% seu faturamento, atingindo R$ 542,31 milhões em prêmio líquido emitido. A divisão Unimed Seguros Saúde puxou os ganhos, com faturamento de R$ 351,19 milhões, um crescimento de 37,05% sobre o montante anterior. “O faturamento de saúde representa mais de 60% do total e vem crescendo em ritmo maior que a Unimed Seguradora (vida e previdência) nos últimos cinco anos”, afirma Dalmo Claro de Oliveira, presidente da companhia. O movimento pode ser creditado à tendência das corporações de unificar em um só prestador o atendimento nacional, antes distribuído por estado ou região geográfica, e pela preferência de empresas globalizadas ao seguro de saúde, em detrimento do plano. “As multinacionais, principalmente, preferem o seguro pela maior flexibilidade de escolha do prestador de serviço e vantagem para o colaborador com o reembolso, figura que não está prevista no plano de saúde e limita o usuário à rede credenciada”, compara. O avanço proporcionou à Seguros Unimed um lucro líquido consolidado, unindo produtos de saúde, vida e previdência, de R$ 37,33 milhões. O incremento em ritmo menor (9,23%) que o faturamento se deve ao aumento da sinistralidade, que aumentou quase 3 pontos percentuais de um ano para outro, passando de 63,8% para 66,6%. Segundo o presidente da companhia, um dos motivos foi a extensão da cobertura imposta pela Agência Nacional de Saúde, incluindo mais procedimentos, bem como novas tecnologias, exames e terapias. Se o último exercício cumpriu a expansão prevista pela companhia, o impacto do desaquecimento econômico mundial pode começar a afetar os negócios da seguradora já neste primeiro semestre. A Unimed tem uma projeção de crescimento entre 15% e 20% para o faturamento este ano, conforme projeção orçamentária traçada no início do ano. “Mas provavelmente isso terá que ser revisto no mês de maio, com indicações mais precisas de desempenho em março e abril”, diz Oliveira. ### THIRD 090225 BIG trans Engl.doc For publication Wednesday, February 25, 2009 Ciça Ferraz, editor 4,604 words original 4,668 words translated Translated by James Bruce Portuguese originals 1-1 Dígitro elege as exportações como meio de expansão das vendas América Latina e África de língua portuguesa oferecem potencial de ampliar as compras Juliana Wilke Florianópolis A Dígitro Tecnologia, de Florianópolis, pretende aumentar as exportações de call centers e redes convergentes em 40% em 2009 para a América Latina e países africanos de língua portuguesa. Em 2008, a empresa exportou R$ 505,33 mil. Este ano, a empresa vai direcionar as vendas para países de maior potencial de consumo, como México, Colômbia, Argentina e Chile, Moçambique e Angola. “A recente valorização do dólar nos colocou em posição mais vantajosa para exportar e vai nos ajudar a recompor a rentabilidade”, diz o diretor de negócios internacionais, Flávio Moritz. A crise econômica global não afetou os planos de internacionalização da empresa e os investimentos em curso, de R$ 15 milhões, na modernização e ampliação da sede. “Exatamente no momento de crise, o conjunto de tecnologias e soluções Dígitro ganha visibilidade junto ao mercado corporativo que busca ferramentas capazes de gerar aumento de produtividade e redução de custos”, afirma Moritz. O faturamento da Dígitro em 2008 foi de R$ 96,33 milhões, inferior à estimativa de R$ 120 milhões em função da crise, que levou ao adiamento de alguns projetos principalmente no âmbito de governo. Mas agora a expectativa da empresa é alcançar ou até superar esta meta em 2009. A Dígitro exporta desde 2003 e começou a partir de uma demanda do mercado. “Primeiro os estrangeiros vieram atrás de nossa solução. Não tínhamos produto ainda adequado ao mercado externo”. Mas o crescimento ocorreu efetivamente, segundo Moritz, quando vários clientes nacionais, como Mafrig, Datasul e Santana Têxtil, também buscaram a internacionalização e requisitaram a presença da Dígitro em suas subsidiárias. Moritz afirma que a procura foi grande, o que levou a companhia a adaptar seus produtos às especificidades da língua e a implantar um forte trabalho de pós-vendas. “Tivemos de atender aos regionalismos, à cultura local e às especificações técnicas”, afirma o executivo. Ele conta que a forma de calcular o custo da telefonia em outros países é totalmente diversa da do Brasil. “Em cada mercado um PABX, por exemplo, tem interconexões diferentes com a rede local e há processos específicos de homologação e certificação, como as interfaces de radiofrequência”, afirma. 2-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXx Polêmica quanto ao estágio do País em tecnologia de carbono José Aparecido Miguel Rio de Janeiro As críticas do engenheiro químico Luiz Depine de Castro ao atraso brasileiro na área de carbono, em entrevista à Gazeta Mercantil e ao Jornal do Brasil, provocou reação de Marcos Pimenta, professor titular do Departamento de Física da Universidade Federal de Minas Gerais e coordenador da Rede Nacional de Pesquisas em Nanotubos de Carbono, com 40 pesquisadores de oito estados do Brasil. Depine, graduado pelo Instituto Militar de Engenharia, com doutorado em Ciências dos Materiais pela University of Bath, no Reino Unido, disse, sobre o desenvolvimento de materiais de carbono, que a posição do Brasil é praticamente nula. “Com exceção do núcleo de Centro Tecnológico do Exército e de alguns poucos pesquisadores em universidades brasileiras, ninguém mais desenvolve esses materiais”, explicou, em afirmação contestada por Pimenta. “ É uma grande inverdade e uma grande injustiça com vários grupos em todo Brasil, trabalhando com nanomateriais de carbono. Do último encontro da Rede em Curitiba (setembro de 2008) participaram 130 pesquisadores brasileiros e foram apresentados cerca de 100 trabalhos. O impacto internacional de nosso trabalho possibilitou que organizássemos em 2007 a conferência internacional mais importante sobre nanotubos de carbono — comenta Pimenta, que questiona a produção científica de Depine, dizendo que não o conhece. Depine, presidente da Associação Brasileira de Carbono e consultor do Centro Tecnológico do Exército, afirma que o cerne da crítica de Pimentel é a frase citada, quando se referiu à pesquisa e desenvolvimento “em todas as áreas do carbono e não somente em nanotubos”. “Cito alguns números que suportam minha afirmação. Na área de materiais de carbono, exceto nanotubos de carbono, não se registraram mais do que duas dezenas de patentes no País, nos últimos cinco anos. No último congresso internacional de carbono, ocorrido no Japão, dentre os mais de 1.300 trabalhos, somente cinco eram do Brasil. Exceto pela multinacional que mencionei na entrevista, inexistem outras fábricas produzindo materiais de carbono de médio e alto valor agregado. 3-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXXX Vale prevê venda recorde à China Carina Urbanin/InvestNews São Paulo O diretor executivo de finanças da mineradora Vale, Fábio Barbosa, disse na sexta-feira que a companhia estima entregar 30 milhões de toneladas de minério de ferro para a China, no primeiro trimestre de 2009. “Será a maior venda de minério da companhia já registrada para a China”, afirmou Barbosa. Segundo o executivo, as vendas totais da companhia estão prevista em 50 milhões de toneladas no período. “As vendas para a China corresponderão a cerca de 60% no trimestre”, ressaltou. No mesmo período do ano passado, as vendas da companhias somaram 76,6 milhões de toneladas de minério de ferro. Já no quarto trimestre de 2008, caíram para 54,9 toneladas. No quarto trimestre de 2008, o mercado chinês passou por um grande arrefecimento, disse Barbosa. No período, as vendas de minério de ferro da Vale para o País totalizaram 12,1 milhões de toneladas, ante 25 milhões de toneladas no mesmo período de 2007. Investimentos “A recuperação do mercado chinês não indica tendência mundial”, ponderou o executivo. Durante entrevista coletiva, Barbosa disse também que a a companhia pretende investir US$ 11 bilhões durante 2009. Inicialmente, o montante estava previsto em US$ 14 bilhões. Segundo Barbosa, não há cancelamentos no escopo previsto. “Estamos trabalhando com redução de custos, não de projetos”, destacou. “A maior parte dos investimentos serão feitos no Brasil e tiveram custos reduzidos com a valorização do dólar perante o real”, afirmou. De acordo com o diretor, serão destinados ao Brasil 70% dos investimentos, totalizando cerca de US$ 7,7 bilhões. Barbosa destacou que a companhia tem interesse em investir na compra de ativos nas áreas de carvão, cobre e fertilizantes, além do minério de ferro principal mercado da companhia. Quanto ao setor de fertilizantes, ele ressaltou que a produção da Vale corresponde a 10% da demanda nacional. “Ainda tem muito o que crescer nesse mercado.” Barbosa disse ainda que a companhia não tem plano de demissões para 2009. Em 2008, a Vale demitiu 1,3 mil funcionários e contratou cerca de 5 mil. O diretor fez questão de lembrar que 38 mil funcionários da empresa tem contrato de estabilidade de emprego com validade até 31 de maio. 4-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Diretor diz como a Ford adminstra a crise Vagner Galeote: “Às vezes fazíamos um pedido na segunda-feira e na sexta-feira da mesma semana ligávamos cancelando” Déborah Costa/InvestNews São Paulo Com a intensificação da crise financeira global, enquanto uns achavam que seria uma ‘marola’, a indústria foi atingida em cheio. Um dos setores da economia que foi fortemente afetado foi o automotivo. Junto com ela, a cadeia de suprimentos passou a enfrentar uma série de desafios e adequações. “Com as turbulências nos mercados tivemos que fazer ajuste com nossos fornecedores, às vezes fazíamos um pedido na segunda-feira e na sexta-feira da mesma semana ligávamos cancelando", afirma Vagner Galeote, diretor de compras da Ford América do Sul. O problema é que, com o agravante da crise, as montadoras não tinham como pagar seus fornecedores e acabavam cancelando as encomendas, causando um efeito dominó na indústria. Atualmente, a Ford trabalha com 362 fornecedores no Brasil. “Vemos que a crise acirra a competição mundial, por isso devemos investir em novos produtos e trabalhar com inovação, produzindo carros bons e que atendam aos anseios da sociedade. Como por exemplo, trabalhar com a reformulação de um carro que se encaixe nas atuais necessidades do cliente”, avalia Galeote. Para driblar a crise, a Ford optou por reduzir e evitar custos desnecessários. “A situação nos força a trabalhar com mais ponderação e a pensar em maneiras inovadoras para chegar no resultado final com sucesso”, acredita o diretor de compras da empresa. Sem informar cifras, Vagner Galeote afirmou que os investimentos para este ano em produtos foram mantidos mesmo com a crise financeira global. Isso porque com novos modelos ou pelo menos algumas alterações no veículo, o produto se torna mais atrativo e competitivo no mercado. "Podemos cortar tudo, menos os recursos destinados a este segmento. Em outras épocas difíceis já vimos que não se sai de uma crise sem investir em novos produtos e tecnologias", enfatiza. Falando em cortes, Galeote ressalta que a empresa prefere recorrer primeiro às leis trabalhistas, como férias coletivas, licenças ou redução de jornada de trabalho e, em último caso, a demissão. 5-1 XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Fase difícil acabou para as autopeças Pesadelo ficou para trás e setor, ainda que em menor escala, já retoma as atividades Sonia Moraes São Paulo A indústria de autopeças já começa a retomar o nível de atividades por causa da normalização da produção automóveis. A brasileira Eletromecânica Dyna, que produz limpadores de para-brisas e a subsidiária brasileira do Grupo alemão Elring Klinger, que faz juntas de cabeçotes e defletores de calor, já têm sinalizações positivas das montadoras para os próximos meses, o que as fazem prever que as vendas no mercado interno cheguem neste ano ao patamar igual ao de 2007, quando foram emplacados 2,46 milhões de veículos no País. “Ainda estamos com volume 20% abaixo do de 2008, mas a expectativa é positiva porque a fase difícil já passou e, com a redução do IPI e a liberação de linha de crédito para o financiamento de automóveis novos, o mercado retomou as vendas e já temos encomendas para a produção de 10 mil carros por dia”, disse Celso Liberal, diretor comercial da Eletromecânica Dyna. A Elring Klinger, que abastece todas as montadoras no País (menos a Toyota), teve que cancelar as férias coletivas programadas para esta semana e suspender a redução de um dia de trabalho para atender os pedidos que começam a chegar das fabricantes de automóveis. A empresa, que no final do ano passado eliminou o terceiro turno e demitiu 40 pessoas, avalia recontratar esses funcionários se o volume de encomendas das montadoras começar a crescer. “O mercado está começando a reagir e algumas montadoras cancelaram as férias coletivas na semana do Carnaval e estão até trabalhando aos sábados para abastecer a rede de concessionárias, que já estão com falta de alguns modelos de automóveis para pronta entrega”, disse Luiz Alberto Thimm Mirara, diretor comercial da Elring Klinger. A Volkswagen, que liderou as vendas de automóveis em janeiro e na primeira quinzena de fevereiro, é a montadora que está enviando mais pedidos aos seus fornecedores. A Fiat, que assinou acordo de estabilidade com os empregados de Betim (MG), também está com nível bom de produção, segundo os fornecedores, e já produz 2.700 carros por dia. Por causa da retomada da Fiat, a fábrica da Dyna, em Minas Gerais, está trabalhando em três turnos. 6-1 XXXXXXXXXXXXXXXXX Fispal completa 25 anos Regiane de Oliveira São Paulo A maior feira de alimentos da América Latina, a Fispal Food Service, completa 25 anos e com um grande desafio: mostrar à indústria que cont
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FIRST 20090227 BIG trans Engl.doc “Gazeta Mercantil” and InvestNews Ciça Ferraz, Editor For publication Friday, February 27, 2009 4,070 words original 4,141words translated Translated by James Bruce English translations 1-1 Bristol hotel chain expands in Northeast, targets 30% growth in 2009 Billings reached R$80 million (US$34.1 million) last year. Norberto Staviski Curitiba (PR) The economic crisis is getting nowhere close to the plans of Paraná-based hotel chain Bristol Hotéis & Resorts. Having begun its activities in the sector in the 1990s, the company was concentrated in the South and Southeast of Brazil, but since 2007 the administrator has focused its expansion on incorporating its hotel banner in the Northeast. Early on this year, two more undertakings were added to the 19 that Bristol administers in eight Brazilian states: the Bristol Thermas Hotel & Resorts, located at Mossoró (RN), and the Bristol Poesy Casa do Mar Hotel, on Tremembé beach at Capuí (CE). “In 3008 we closed the year with 1.1 million guests, and we plan to reach 1.6 million in 2009,” said Bristol commercial director Gilberto Cordeiro. “This period is a wonderful opportunity to grow, and in March we are going to dispute another undertaking of 300 apartments in Recife (PB). We aim to close administration contracts with five more projects by the end of the year, three of them in the Northeast,” he added. In 2008, Bristol forecasted revenues of R$78 million (US$33.3 million) and eventually reported R$80 million (US$34.1 million) at the end of the year, maintaining a 78% average occupancy rate in its hotels. For 2009, just with the addition of the two new undertakings and the inauguration of a third one in sight, the company expects to surpass R$105 million (US$45 million) this year. In the chain, Bristol is projecting increasing its offer of apartments by 13% and revenues by 30% this year. “If we get to 27 units with our banner by the end of the year, we will be among the five biggest hotel administrators in the country,” said Cordeiro. Today, the company, with its headquarters at Curitiba, is the sixth largest. 2-1 Britânia closes factory in Northeast Company will concentrate production at Joinville (SC), and 370 workers will be dismissed. José Pacheco Maia Filho Salvador (BA) Britânia do Brasil announced the closing of activities at its factory in the Northeast, located at Camaçari (BA), 40 kilometers from Salvador. Britânia do Nordeste produced fans, electric irons, mixers, liquifiers and juice squeezers. The end of the Bahian operation, according to sales administration manager Soila Vicente, stems from the company’s decision to concentrate all of its production units at Joinville, in Santa Catarina state in the South. “Last October, we finished expanding the industrial plant there to 36,000 square meters, sufficient area to absorb the production from Camaçari,” he explained. According to Soila, the transfer of production will optimize company logistics and distribution, also integrating a process of restructuring industrial operations in keeping with the current world and national economic situations. Two years ago, the factory at São José dos Pinhais, in Paraná state, also was deactivated and the production was transferred to Joinville. Although the information was not officially verified by the company, market sources said that the closing also was motivated by fiscal incentives and by difficulties that Britânia had been experiencing in the Northeast to place its products in the big retail chains of the region, which made it difficult to increase its market share there. With the closing of the Camaçari factory, inaugurated in 2003 with investments of R$35 million (US$15 million) and expectations of accounting for 30% of total company production, 370 workers are now being dismissed. In an official communiqué, the company announced that “labor, fiscal and legal commitments and those with suppliers will be duly honored.” The announced closing of the factory, done on Ash Wednesday as the Carnival holiday ended, caught company employees by surprise. The Camaçari factory produced an average 1.2 million appliances a year, with distinction for ventilator fans, which were foremost among the products. 3-1 Dado Bier plans to triple production this year Brewer will turn out 2 million liters in 2009. Caio Cigana Porto Alegre (RS) Micro brewer Dado Bier, specialized in the premium niche, will resume production on an industrial scale with the launch of a liter bottle. The initiative will allow it to more than triple volume this year, jumping from production of 700,000 liters in 2008 to more than 2 million, according to estimates considered conservative. “It is a pilsner type beer to operate in the premium market,” said company president Eduardo Bier, who has as a partner and member of the board of directors his uncle and steelmaking industrialist Jorge Gerdau Johannpeter. The decision about the packaging, according to the Rio Grande do Sul-based company, was made following observations of changes in the comportment of Brazilian consumers toward drinking more at home with family and friends, influenced by factors like the “dry law” to discourage drunk driving and good acceptance in Brazil of Uruguayan beers, traditionally sold in one-liter bottles. Bier also said that, with greater production volume, the company can cut unit costs and offer more competitive prices, thereby entering the dispute for the giant Brazilian beer market, estimated at 10.5 billion liters a year. The businessman said that since 2005 he has been studying how best to return to big scale production, following an experiment begun in 2001 in which the giant multinational brewer Companhia de Bebidas das Américas (AmBev) worked for Dado Bier under a ruling by Brazil’s top antitrust agency, the Administrative Council for Economic Defense (Cade), ordering it to cede capacity to a company with less than 5% of the market. Dado Bier won the competition at the time, but the distribution part, which also fell to AmBev, did not develop as expected. Dado Bier went so far as to project the construction of a new brewery at Osório (RS), in association with brewer Colorado, of Ribeirão Preto (SP). However, in 2007 it was sought out by Cervejaria Riograndense, which had idle capacity and could lease its unit at Santa Maria (RS). With this, Dado Bier had to invest only R$5 million (US$2.1 million) in product development and the adaptation of production lines. 4-1 Confab modernizes line and doubles volume of investments Company wants to raise technical level of products and lower production costs. Luciana Otoni São Paulo (SP) Steel tube manufacturer Confab Industrial will invest R$60 million (US$25.6 million) this year, more than double the R$25 million (US$10.7 million) applied in 2008. A good part of the resources will be spent on modernizing production lines to permit the manufacture of tubes using thicker steel, said Confab financial and investor relations director Marcelo Barreiro. According to the executive, investments in the “UO” line, which indicates the tube format (also known as “SAW,” the English acronym pertaining to submerged welding), aim to maintain adequate technical levels, demanded by clients. The thicker steel could be used in higher pressure situations, like that experienced in deep water oil exploration by Petrobras. However, Barreiro stressed that in the case of the subsalt exploration projects off the southeast coast of Brazil, there are other demands in the composition. “We are not investing just to meet deep water exploration demands,” he insisted. Besides modernizing the UO line, Confab also will invest in improving other lines, to advance the technical level of the products as well as lower production costs. “These improvements in production costs will increase the investment significantly,” he noted. Despite the bigger investments, Confab admitted that 2009 will not have such favorable performance as in the recent past years. “We begin with an important order book, but the prospect is for less activity during the course of the year,” said the executive. “We have gone through a period of important investments in Brazil, in Argentina and also in Colombia, of gas distribution pipelines, but these investments already have been made now,” he declared. 5-1 Imports of cables and wires plunged 45% Staff São Paulo (SP) The manufacturers of cables and wires closed 2008 with a US$181 million (US$77.2 million) trade deficit, the Sao Paulo State Electrical Energy Conductors Syndicate (Sindicel) disclosed yesterday. The imports exceeded external sales, “due to the unfavorable exchange conditions and the international financial crisis,” the entity explained in a communiqué. The products brought from abroad totaled US$678.4 million last year, up 45% over 2007, when imports totaled US$467.6 million. Meanwhile, exports grew only 6%, rising from US$469.2 million in 2007 to US$497.5 million in 2008. “Some economic measures, like releasing the use of export credit, reducing duties and granting greater benefits for exports are essential for the economic situation to change,” declared Sindicel president Sérgio Aredes in a communiqué. “We have to consider the impacts of the world crisis in the coming months and, primarily, the oscillating prices of commodities in the world market and the difficulties of finding financing, which translates as additional risk and the demand for more of companies’ own capital,” he said. 6-1 BB frees credit line for used car sales Staff São Paulo (SP) Banco do Brasil (BB) announced yesterday that it has reopened its Workers Support Program (FAT) Sector Turnover program, which at this time will be destined for micro, small and midsized companies dealing in used vehicles – automobiles, small trucks and commercial vans. According to BB, the line of credit was created by the Deliberative Council of the Workers Support Fund (Codefat), an organ linked with the Labor and Employment Ministry of the Federal Government, in order to meet the vehicle concessionaires’ need for operating capital. The funds originate from the Workers Support Program (FAT). Loans will be charged the official long term interest rate of 11.206% a year plus service charges, corresponding to an effective rate of 1.4% a month. Terms will extend to as much as 24 months. Dealers will be able to contract operations of up to R$200,000 (US$85,324) each up to December 30, 2009. Helping financial companies Last year, BB also released R$4 billion (US$1.7 billion) for the automakers’ finance agencies in order to restore car sales at the height of the credit crunch. 7-1 Region of Brazil was only one to show profits in GM balance While the world operation lost US$30.8 billion, LAAM was in the black by US$1.3 billion. Ana Paula Machado and Reuters São Paulo and Detroit (USA) Even with the slowdown of the Brazilian market at the end of last year, the LAAM administrative area (Latin America, Asia and the Middle East) of General Motors showed profits of US$1.3 billion in 2008 and invoicing of US$20.26 billion. The region was the only one with positive results for the automaker. In the world, GM lost US$30.86 billion, an improvement compared with the previous year, when losses totaled US$38.73 billion. In the fourth quarter, GM LAAM registered adjusted losses of US$154 million (disclosed losses of US$181 million), below the US$424 million adjusted profits of fourth quarter 2007. According to the automaker, the fourth quarter results were affected primarily by the lower volume of the sector in Brazil, Venezuela and other key markets, and by the unfavorable foreign exchange rate, balanced by a more favorable mix of models and prices. For the year as a whole, GM LAAM sales volume was 1.3 million vehicles. After disclosing the negative results, GM announced that it was waiting for auditors to issue an alert about the capacity of the company to remain viable at a moment in which it was experiencing the worst market conditions in decades. The company reported quarterly loses greater than what had been expected and a decline of more than 30% in revenues. The automaker also warned that its pension plans for production and administration employees had a deficit of US$12.4 billion at the end of 2008. 8-1 New orders move Dura to resume strong production pace After suspending investments, company will apply R$10 million (US$4.3 million) this year in Brazil. Dura Automotive Systems, Brazilian subsidiary of the American corporation that produces components for the automotive industry, is beginning to return its production to normal levels with the increase of orders from automakers. Besides returning to work Monday through Saturday, the company already has some sectors operating three shifts, an expedient that had been suspended at the end of the past year because of the strong decline in the automotive sector. “The reduction of the IPI tax and the release of credit by Banco do Brasil (BB) already are reflected positively in sales and the reduction of stockpiles, and it is making the automotive assemblers resume production at a stronger pace,” said Dura do Brasil president Mário Buttino. The auto parts company, which is installed at Rio Grande da Serra, in the ABC Paulista region, registered the biggest volume of orders made by Volkswagen, for the production of the new Gol model compact, and also from Ford, to supply the assembly line of the Ka subcompact. “There is preoccupation about the growth of sales in January and February, since you never know whether consumers are anticipating purchases because of the lower IPI tax and whether that incentive will be extended. But even so, I still think that a big part of the insecurity already has been overcome and the trend is to maintain the growth trajectory of the automotive sector,” Buttino insisted. The Dura president’s estimation is that the automotive market will close 2009 with volume 15% below that of 2008, when 3.2 million vehicles were produced and 2.8 million were sold in the country. “In January, sales were better than expected. February is at the same level as last year. And in March they should also be positive because of the IPI tax cut,” he predicted. “If the resources to stimulate automotive sales continue, Brazil has conditions to rapidly overcome this phase,” concluded the executive. After having prepared its factory for less intensive production, Dura redid its interior planning and is beginning to adapt it again to a new scenario, with only a slightly lower volume of orders. “The company’s priority now is to generate and maintain cash flow, attaining the maximum level of sales and delivering the product with quality and without delay,” he itemized. 9-1 Brazil and region leverage Telefónica’s performance Growth motor in cellular and fixed-line telephony, paid TV and broadband is concentrated here. Thaís Costa São Paulo (SP) The greatest growth that Telefônica experienced in Latin America during the course of 2008, and which was responsible for the positive performance of the world giant in the telecommunications sector in the fourth quarter of the past year, occurred in Brazil. Here, the Spanish telecom giant consolidated its leadership in mobile telephony with 45 million mobile connections, a total 34% greater in one year. Along with the growth of the cellphone business, the Spanish company maintained its efforts to expand fixed line installations to include services of the internet, broadband and subscription TV. With this, at the end of 2008 in the region there were 158.3 million connections, growing 24 million over 2007, an 18% increase. In the world, the total was 259 million, 13.2% more than one year before. In cellular telephony, the operator registered net additions of 5.1 million connections in the fourth quarter in the region, and of 18.9 million during the accumulation of the year, growing 22.7% to a total 123.4 million clients. In a note that accompanied the balance, the company observed that the growth of clients was accompanied by a reduction of migration to other operators. All told in Brazil, Telefónica counted a total 60.7 million connections, 24% more than in 2007. Besides the good performance of Vivo, the fixed-line operation of Telesp managed to attract a large portion of the growth in broadband activity (23% of the total), with 2.6 million new connections of this type. Pay TV business also saw dynamic movement, doubling to 472,000 clients. In financial terms, the advance recorded in Brazil was also greater than in 2007. In the final quarter, the growth trend was maintained in new clients and in operational results (Ebitda). In the accumulation for the year, the operation in Brazil contributed with 8.606 million, 12.2% more than in 2007 and 15.8% more in the fourth quarter than in the same period a year earlier. Such performance was due to the positive behavior of Vivo and to the acceleration of Telesp’s entry into fixed-line operations. 10-1 Processors buy back sugar from export Estimate is that in recent weeks contracts for some 600,000 sacks were cancelled. Fabiana Batista São Paulo (SP) The Brazilian domestic market is paying more for sugar, so processors are cancelling their export contracts in order to place the product internally. Analysts estimate that about 30,000 tonnes of the product have been withdrawn from export channels to be resold on the domestic market. “It is difficult to get a precise number. However, just my brokerage in recent weeks has done 20,000 tonnes of ‘wash-out’,” observed one trader, using the popular term for suspending physical delivery with financial liquidation of the difference between the contract price and the actual one). He noted that the greatest part of the cancelled volume pertained to crystal sugar, the demand for which is very heated in the domestic market at this time. Arnaldo Luiz Corrêa, of Archer Consulting, explained that the cancellation of these contracts is done consensually with the buyer in exchange, obviously, for a financial compensation, generally equivalent to the difference between the contract price and the current market value. “The processing plants and the trading companies break their deal in order to place the product in another, more profitable market, in this specific case the domestic market,” said Corrêa. Last Wednesday, the price difference between crystal sugar for export and for the domestic market was approximately R$1.50 (US$0.64) per 50-kilo sack, which means that local buyers were paying 3.2% more. In fact, the domestic quotations are more heated than the international ones. Since the beginning of January, the price of the 50-kilo sack of sugar has risen 41%, according to the Center for Advanced Applied Economic Studies at the University of Sao Paulo (Cepea/Esalq/USP), going from R$33.04 (US$14.09) on January 2 to R$46.64 (US$19.89) yesterday. 11-1 Banks Profits of Nossa Caixa grow 11.3% to R$646.5 million (US$275.8 million) Iolanda Nascimento São Paulo (SP) The consolidated net profits of Banco Nossa Caixa, acquired in November by Banco do Brasil (BB), more than doubled in 2008, spurred particularly by the 47.6% expansion of credit operations and by the activation of R$441.1 million (US$188 million) in tax credits, which occurred largely in the second quarter. In the accumulated year, the institution registered profits of R$646.5 million (US$275.8 million), growing 113.3% over the R$303 million (US$129.3 million) of 2007. In the fourth quarter, gains reached R$51 million (US$21.8 million), compared with losses of R$15 million (US$6.4 million) suffered in the same period a year earlier but down 27.1% from the R$70 million (US$29.9 million) profits of the third quarter. The total assets of Nossa Caixa rose 14.4% in a year and 1.6% between the third and fourth quarters, closing December at R$54.3 billion (US$23.2 billion). With these results, BB comes to have approximately R$625.6 billion (US$267.4 billion) in assets – considering 1) 50% of Banco Votorantim, bought by the publicly-owned bank this year, plus the numbers in the first half of 2008 of 2) Banco do Estado do Espírito Santo (Banestes) and of 3) Banco de Brasília (BRB), institutions that are being negotiated for incorporation. Subtracting the difference in this operation, BB moves to about R$7 billion (US$2.986 billion) short of Itaú Unibanco Banco Múltiplo, which with R$ 632,72 billion (US$269.9 billion) is the biggest bank in the country in assets, a position won after the merger, realized in November. Milton Luiz de Melo Santos, director-president who will leave the command of the bank March 10, when BB begins consolidating the assets, said that the retraction of earnings between the third and fourth quarters last year was due primarily to increased provisions for civil contingencies relative to past government economic stabilization plans. These were stock shares held by the courts against losses caused by plans like the Bresser, Summer and Collor Plans and others. These expenses totaled R$644.6 million (US$275 million) last year, up 30.83% over 2007. Between fourth quarter 2007 and fourth quarter 2008, they rose from R$121 million (US$51.6 million) to R$141 million (US$60.2 million), with the number of processes swelling from 17,000 to 21,400. Melo Santos calculated that the trend now is to reduce the volume of the actions and consequently of the provisions, since it is believed that the bank has already passed the peak of the suits. 12-1 SulAmérica profits R$415 million (US$177 million). but with greater insurance costs (premiums minus indemnities) Staff São Paulo (SP) With a push of more than R$30 million (US$12.8 million) coming from the sale of assets of Telemar in the middle of the past year, adjusted net profits of insurer SulAmérica jumped 29.4% in 2008 to R$415 million (US$177 million). Invoicings from premiums reached R$7.723 billion (US$3.295 billion) during the period, growing 10.2% over the R$7.005 billion (US$2.9 billion) verified in 2007. Patrick de Larragoiti Lucas, president of the insurer, showed enthusiasm with the balance disclosed yesterday. “The result is more than we expected. We had record profits, and we hit a new level in terms of revenues. That is the fruit of various years of work improving risk underwriting policies, operational efficiency and relations with brokers,” he explained. However, it was necessary to spend more to show those numbers. The index of general insurance cost in relation to the premiums gained, about R$7 billion (US$3 billion), rose from 68.2% to 71%. In areas where SulAmérica disputes the market and has accumulated revenues of more than R$6 billion (US$2.6 billion), in 2008 it also rose by that indicator. For the year, the insurance cost of the automotive segment rose from 60% to 64.1% and for health insurance from 73% to 76.3%. Larragoiti argued that weather phenomenon and higher prices for medical products due to the stronger dollar explained the higher insurance costs. “The 71% represented a light increase. It is an acceptable number,” he said, noting the decline of the insurance cost in the life insurance segment (from 69% to 54%) and the closing of the combined index, which measures the operational efficiency of the insurer (variation from 97.8% to 98.4%). “The important thing is to always have this indicator below 100%, which means profitability before the financial results,” said the executive. 13-1 Conservative image helps EZT in the crisis With a reduced number of launches, company is studying securitizing receivables. Maria Luíza Filgueiras São Paulo (SP) Land developer EzTec never dropped off the list of companies preferred by stock market investors who opted for the construction sector. When it opened its capital in 2007, it raised R$542 million (US$231.2 million) in the primary offer, taking advantage of the market window to capitalize itself with the attraction of more than 5,500 investors. Even the foreign investors, emboldened by the geographic dimensions and the housing deficit of the country, laid aside restraints in relation to the company. The principal factor was its reputation for conservatism, holding launches to less than ten a year, making a good portion of its sales with direct financing to the clients, avoiding leverage and retaining the receivables portfolio. Now that caution has become an advantage. It is exactly this posture that has guaranteed the land incorporator’s tranquility amid the current turbulence, said Emílio Fugazza, EzTec director of finances and of investor relations. “A company little indebted is the master of its logic,” he declared. All the directors of the company are engineers and, if rising to administrative levels sounds good, the engineering is based on the concept of a secure foundation, said the executive, also a civil engineer. “The foreign investor asked questions, demanded to see more, but EzTec is not a company that has done thousands of things. It does a few and backs them.” Fugazza affirmed that the company’s cash flow and receivables allow it to deliver all the undertakings sold, even if it does not manage to place debt securities or find financing. However, the current situation is different: The relationship with banks was tightened with the heightening of the financial crisis, so the company maintains weekly contact with each institutional partner to relate position in detail. 14-1 Gold is more profitable for the fourth straight week Staff São Paulo (SP) Gold on the spot market, traded on the Bolsa de Mercadorias e Futuro (BM&F Bovespa) commodities exchange, was the best financial investment in February and in the accumulation so far of 2009, with real gains of 3.43% and 9.65% respectively. This was the fourth straight month that the metal led in profitability. The second best investment in February, and for the year so far, was the Interfinance Deposit (DI), with real gains of 0.5% and 2.08% respectively. The hindmost element of investments in February was the São Paulo Stock Exchange (Bovespa), which declined 3.10%. For the year, though, the Bovespa was up 1.86%. ### SECOND 20090226 BIG trans Engl.doc For publication Thursday, February 26, 2009 4,121words original 4,231 words translated Ciça Ferraz, editor Translated by James Bruce English translations 1-1 Advertising market growth slowed in 2008 Media investments during the year totaled R$58 billion (US$24.4 billion), according to Ibope. Neila Baldi São Paulo (SP) The global financial crisis only arrived in the third quarter, but everything indicates that the advertising market already felt the effects since the beginning of 2008 – even though the advertising agencies insisted, in their balances and forecasts, that the past year was one of the best in history. According to data from Ibope Monitor, media investments in 2008 totaled R$58.1 billion (US$24.4 billion), up 12.09% over 2007. However, the sector’s growth rate was down from the 30.2% recorded in 2007. Once again, television led the investments with 51% of the total (one percentage point more than the previous year) for R$29.8 billion (US$12.6 billion). Newspapers, ranked second in the media investments, lost market share, falling from 29% in 2007 to 26% last year and R$14.9 billion (US$6.3 billion). The Ibope study also showed that the media that grew most last year was radio (22%), which totaled R$2.55 billion (US$1.07 billion). However, the report did not include numbers referring to the internet. On the other hand, investments in outdoor advertising fell significantly, almost 40%, to R$55.2 million (US$23.3 million). The research also showed that retailing continues to be the sector that invests the most in the media, with R$15.59 billion (US$6.6 billion) in 2008, 27% of the market and 13.2% growth. The single biggest advertiser continued to be Casas Bahia, with gross investments of R$3 billion (US$1.3 billion), which was 11.2% more than it spent in 2007. Unilever followed in second place, while AmBev and Caixa switched positions at third and fourth. Fifth was Fiat, which in 2007 had been sixth. 2-1 Dudony puts stores in São Paulo up for sale Norberto Staviski Curitiba (PR) Dudony, the biggest retailer in Paraná state, headquartered in Maringá and with 110 stores in Paraná and neighboring São Paulo, announced that as part of its recovery plan it is putting all of its 11 stores in São Paulo up for sale due to the high cost of logistics of the operation. According to Dudony judicial advisor Cleverson Colombo, the objective is “to raise cash to pay the creditors.” The company filed a petition for court-administered reorganization in the 1st District Civil Court of Maringá on December 19. In the “Diário de Justiça do Estado do Paraná” court gazette published December 24, justice Mario Seto Takeguma, of the 1st District Court, disclosed that the company owed almost R$104 million (US$43.8 million) to 250 creditors, including banks, manufacturers of household appliances, telephone companies and individuals. The four biggest creditors are Banco Cacique (owed almost R$17.6 million, equivalent to US$7.4 million), Banco Fibra (R$11.8 million, equivalent to US$4.97 million), Banco Industial (R$5.5 million, equivalent to US$2.3 million) and Banco Itaú (R$5 million, equivalent to US$2.1 million). The stores that will be offered for sale in São Paulo are at Assis, Bauru, Botucatu, Cândido Mota, Ibitinga, Lençóis Paulista, Lins, Marília, Ourinhos, São Manoel and Tupã. According to the company, until now no one has expressed interest. The next step in the judicial recovery plan is to set a date for holding a creditors’ assembly, which should occur by the end of April. According to the company, 85 creditors have debts totaling a maximum R$20,000 (US$8.,428) and should receive their money immediately after the plan is approved. According to a note from Takeguma, Dudony has experienced financial difficulties since 2005, when it expanded its store network with its own resources, committing operating capital, which forced it to seek help from the financial institutions. 3-1 Tourism on rails grows Companies and prefectures discover that passenger trains still are good business. Ana Carolina Oliveira São Paulo (SP) Railway transport lost its importance in government budgets some time ago. But at a time when the federal and some state governments are trying to bring Brazil a bullet train (to meet transport needs when it hosts the World Cup Soccer Championship in 2014), railway transport is regaining status, not as a principal means of transport but as a tourist attraction. In various locales, public and private companies maintain tourism railway stretches and guarantee that there is a public interested in paying, and paying well, to see Brazil via rail. In 2008, according to the Brazilian Association of Cultural Tourism Train Operators (Abottc), some 3 million people travel every year by Brazilian touristic trains, a number that grows about 8% annually. Today, the country counts about 20 regular operations, plus some that are sporadic. There are others that have disappeared, like the famous Trem de Prata, which until November 1998 linked São Paulo and Rio de Janeiro. It succumbed to competition with the airlines, which at the time charged R$80 (US$33.71) per ticket on the busy “air bridge” between Brazil’s two biggest cities, while the “Silver Train” streamliner cost at least R$120 (US$50.56). March is expected to mark the return of the traditional São Paulo state routes from the capital city’s Estação da Luz station to Paranapiacaba and to Jundiaí, deactivated in 2002. And according to Abottc, another ten concessions to operate touristic trains are expected to be granted this year. One of them is the Pantanal Express, operated by Serra Verde, which should be inaugurated on May 8. With a 220-kilometer stretch of track, leaving Campo Grande, in Mato Grosso do Sul state, and passing through Miranda and Aquidauana, it will restore life to part of the Brazilian stretch of the mythic “Train of Death” between Brazil and Bolivia (so dubbed for the many laborers who died of malaria during its construction). 4-1 Crisis fails to reach telephony suppliers and operators Credit crunch and oscillating exchange rates remain threats to sector. Thaís Costa São Paulo (SP) The telecommunications equipment industry sees no signs of crisis in the orders of fixed line and cellphone telephony operators, among them Telefônica, Oi, Vivo, TIM e Claro. “Until this moment, I expect that it will continue like this. No one has backed down from their programmed investments,” said Aluízio Byrro, president of the board of directors of one of the world’s foremost suppliers, Nokia Siemens na América Latina. He acknowledged that the equipment area feels the effects of belated reform in relation, for example, to cellphone apparatuses, which experienced a very bad January and is reporting a slightly better February. But if people are putting off updating their cellphones, that does not mean they have stopped talking on the current model, something that would be pretty hard to imagine, the executive believes. Perhaps 2009 will not show the vigor shown by 2008, when operators’ investments in fixed assets reached R$16 billion (US$6.7 billion). But even if that drops 10% for a total R$14.4 billion (US$6.1 billion), that will still be a very good year, since it will represent expansion in relation to 2006 and 2007, when expenditures on expanding infrastructure reached approximately R$12.5 billion (US$5.3 billion) a year, Byrro said in comparison. 5-1 Crisis carries Visteon to losses Déborah Costa/InvestNews São Paulo (SP) Yesterday auto parts manufacturer Visteon announced net losses of US$328 million (US$2.53 a share) in the fourth quarter of 2008. One year earlier, the company reported fourth quarter losses of US$US$43 million (US$0.33 a share). In the same direction, the accumulation for the entire year saw the loss grow from US$372 million in 2007 to US$663 million last year. Net sales dropped to US$1.65 billion during the final three months of 2008, representing a 42% decline compared with the same period a year earlier. Of this value, US$1.54 billion referred to product sales and US$106 million to services. For the entire year, sales totaled US$9.54 billion in 2008 compared with US$11.2 billion the previous year. “The company’s fourth quarter results were significantly affected by the rapid deceleration of the world economy, which forced automakers to reduce production in almost all levels of the market,” said Visteon president Donald J. Stebbins. Meanwhile, GM is expected to report today annual losses estimated at US$26.83 a share and a fourth quarter deficit of US$7.85 billion. 6-1 GM puts 900 more metalworkers on collective holiday at São José and São Caetano assembly plants Automaker halts part of production for 30 days to realign output with demand. Wagner Oliveira São Paulo (SP) General Motors granted collective holidays beginning today for another 900 employees – 600 in São José dos Campos and 300 in Sao Caetano do Sul (SP), both in the ABC ring of satellite cities surrounding Greater São Paulo. The automaker announced that the work paralysis is intended to adjust production to demand, that the 30-day holiday was already anticipated and includes employees of the company’s fixed workforce. Even so, the measure caused apprehension among union circles. “The market has been recovering, but it does not seem to be enough for GM to keep the workers without collective holidays. That makes us very preoccupied,” said Aparecido Inacio da Silva, president of the Metalworkers Syndicate of Sao Caetano do Sul, which is associated with the Força Syndical federation. In Sao Caetano, GM already has 1,600 metalworkers on collective holidays. They were hired on temporary contract for one year. The first contracts expire today, and the outlook is that they will not be renewed. GM management in Brazil has a meeting scheduled next Thursday, March 5, with the unionists of São Caetano. “We are trying to dissuade the company from dismissing 1,600 temporarily hired metalworker from the third shift, but the talks are not going forward,” said Cidão. GM directors already indicate that dismissal of the 1,600 is certain, since the market has not recovered to the level hoped for by the automaker. What the union had not expected is that some of the fixed personnel also are affected by the temporary production halt. Two weeks ago, General Motors do Brasil (GMB) president Jaime Ardila was talking about market improvements with the government’s reduction of the Industrialized Products Tax (IPI) and also about the recovery of the automaker, which had fallen to a 17% market share in December but recovered to its customary 20% in January. Cancellation of collective holidays at the company’s assembly plant at Gravataí, in Rio Grande do Sul state, also was a relief, signaling that the market could be recovering at a better pace than the company had hoped. 7-1 Kemira has Є68 million loss InvestNews São Paulo (SP) The Finnish company Kemira, the biggest manufacturer of chemical products for the pulp and paper industry, yesterday announced losses of Є68.5 million in fourth quarter 2008, compared with a euro46 million loss in the same period a year earlier. For all of 2008, the c0mpany reported net profits of Є1.8 million, down from Є67.5 million registered in 2007. Fourth quarter revenues of Є627.6 million represented a 4.09% decline from the same period in 2007. For the year, invoicing increased 0.80% over 2007 to euro 2.832 billion. 8-1 Vale accepts 10% price reduction, says Chinese association Brazilian mining giant say that it will wait for competitors to close contracts for 2009. Luciana Otoni Brasília Companhia Vale do Rio Doce (Vale) offered a 10% price reduction for iron ore, according to Zou Jian, president of Chinese Iron and Steel Association (Cisa). In an interview last Thursday with Dow Jones Newswire agency, the executive said that the mining company was prepared to immediately sign a contract to supply iron ore if the Chinese steelmakers accepted a 10% price reduction. According to Zou Jian, the steelmakers maintain their demand for a 30% to 50% reduction from the record prices of 2008. According to the Chinese executive, GHP GBilliton and Rio Tinto have not yet made a price proposal. However, the official position of Vale is to wait for the movement of its competitors. During the presentation of the annual results last Friday, the Brazilian mining company that it will cede its role as the price setter to its British-Australian rivals this year. “Our position is to wait for the talks between other suppliers and our clients to understand exactly what the outlook is to be drawn from this discussion,” said Vale executive-director Fabio Barbosa. “Our viewpoint is that the benchmarking system is the best arrangement for our industry, both for the steelmakers and for iron ore suppliers,” said the executive during a press conference. Last year, Vale closed a deal for price increases for iron ore fines and pellets of 65% and 71% over the 2007 levels respectively. Rio Tinto and BHP, which prolonged the negotiations and pressed for still greater adjustments due to their geographic proximity to China, managed an average 85% increase, which broke the tradition of the benchmark system, in which ore suppliers follow the first agreement closed that year. In recent years, Vale led the process. However, after the Australians secured higher prices, Vale tried to get an additional 10% increase in mid-2008, which provoked protests and an informal boycott on the part of the Chinese steel mills. At the beginning of this year, the international press announced that the Chinese would accept a lesser reduction on the part of the Brazilian minerals company. 9-1 Energy marketers target biomass generation Between 2005 and 2008, sugar-and-alcohol mill operators raised energy production based on sugarcane trash by 20%. Roberta Scrivano São Paulo (SP) The expanding interest of the sugar-and-alcohol production companies in investing in the production of electrical energy is attracting the attention of companies that market electrical energy to the big free market consumers, in an environment that is not linked to any distributor. “We always focus our energy purchases on the Small Hydroelectric Centers (PCHs), but now the interaction is to buy more electricity generated from biomass by the sugar-and-alcohol plants,” said Paulo Toledo, partner-director of energy marketing company Ecom Energia. The company is the first in the free market (which has no contractual ties to distributors and represents 25% of total electrical energy sales in Brazil) to open a subsidiary in the interior of São Paulo state to strengthen the relationship with the sugar-and-alcohol sector. “We are setting up a structure in Catanduva, a locale where there is a concentration of cane processing plants,” said Toledo. The executive explained that Ecom Energia has a “strong relationship with the PCHs, which will be maintained.” “However, we want to increase 100% the volume marketed of biomass energy to about 150 megawatts (MW) average,” Toledo estimated. Marketer Comerc, which also already sells biomass energy, sees in energy generated from cane trash a good opportunity to increase its portfolio of supplies. “The Brazilian potential from this source is very big and it needs to be made use of,” said Comerc president Marcelo Parodi. Last year the company sold 20 MW average of biomass energy, and this year it already has contracted 34 average MW. The outlook of Comerc is that this number could reach at least 80 MW average by the end of 2009. According to a study by Instituto Acende Brasil, with the existing Brazilian sugarcane processors, the country has the potential to generate more than 14,000 MW a year. Today the participation of biomass energy in the Brazilian electrical energy matrix is 4.31% of the total, being 263 processing plants, according to the National Electrical Energy Agency (Aneel). In spite of the still limited share of biomass in the total share, the growth between 2005 and 2008 is very significant, already growing 20% during that period. 10-1 Lula signs concessions contracts today for Madeira river power lines Transmission lines will extend 2,300 kilometers to Araraquara. Ana Carolina Oliveira Brasília The contracts for the transmission lines extending from the Santo Antônio and Jirau hydroelectric dams on the Madeira river in Rondônia state in the West to Araraquara in São Paulo state in the Southeast will be signed today by president Luiz Inácio Lula da Silva, by Edvaldo Santana, interim director of the National Electrical Energy Agency (Aneel), and by representatives of the companies that won the right to build and operate the undertakings. Also participating in the signing ceremony will be presidential Chief-of-Staff Dilma Rousseff and Mines and Energy (MME) minister Edison Lobão, highlighting the importance of the contracts. This is one of the biggest projects of the federal government’s Program to Accelerate Growth (PAC). The auction for the transmission lines concession from the Madeira were held November 26. It had the lowest markup for the electrical energy sector of all the auctions ever conducted by this government, just 7%. In all, seven lots were offered which wound up being one private company and two consortiums with the participation of state-owned companies. The Integração Norte Brasil consortium, composed of Eletronorte, Eletrosul, Abengoa Brasil and Andrade Gutierrez, picked up three lots; the consortium composed of Madeira Transmissão, made up of Furnas, Chesf and Cteep, won two; and the private company Cymi Holding took the final two. The transmission lines will extend 2,300 kilometers, linking the hydroelectric installations on the Madeira and Araraquara municipality in the interior of São Paulo. Once the two dams are completed, they will generate about 6,000 megawatts (MW) of energy. The entry into commercial operation of the lines is expected within 36 to 50 months, counting from the signature of the concessions contracts. The investments in all the lots will total R$7.2 billion (US$3 billion). The auction winning consortiums can invest in the transmission lines for 30 years. After that, the lines will revert to government control. 11-1 Brazil seeks opportunities in Arab world Stronger euro opens space for good business for Brazilian agricultural products. Roberto Tenório Dubai * The strengthening of the euro in relation to the Brazilian real has created new opportunities for the South American country’s agricultural products in the Arab market in 2009. Just a few months ago, specialists were observing that the efficiency of the European bloc logistics, favored by proximity to the Arabs, reduced the potential competitiveness of Brazilian products in the Middle East. However, they confirm now that the situation should be reversed in 2009 because of the higher cost now of acquiring merchandise on the old continent, inflated by the stronger European currency in relation to those of the Arab bloc. Brazilian farmers and businessmen are preparing to hitch a ride on this opportunity and thereby expand or even open new markets to recoup their profit margins, which were squeezed after the historic price peak that commodities reached in 2008. Moreover, the Arabs are rising as an option in relation to the traditional American and European markets, both big buyers of Brazilian products which saw their markets hit hard by the crisis. AL-Ayed Mohammed,international imports director of Awrad Aldana Est., headquartered in Saudi Arabia, affirmed that the Arab market is extremely dependent on imports and the strengthening of the euro has created an opportunity for the Brazilian production chain. “We import 90% of the food that we consume. This is the best opportunity for Brazil now because the level of confidence in the Asiatic countries has been hit, too, and there are no other markets looking for products,” he said. The executive also said that the demand for food in the region has grown gradually but, he noted, Brazilian exporters have not shown sufficient flexibility in negotiations. Unlike Brazilian businessmen, the Europeans know how to bargain, he declared. “The Brazilians need to learn how to fight to place their products on the market and not just to promote them.” 12-1 Shares fall with results below expectations Vinícius Pinheiro São Paulo (SP) The 2008 balance of Itaú Unibanco was received by the financial market with typical coolness on Ash Wednesday, marking the end of traditional revelries for the pre-Lenten Carnival. On the floor of the BM&F Bovespa, quotations of Itaú preferred stock (PN) dropped 1.09% from the previous trading session and those of Unibanco slipped 1.07%. (On March 31, they will be converted and sold as a unit.) The performance ran against the trend of Bradesco and Banco do Brasil (BB), both of which closed higher. Like its competitors, Itaú Unibanco presented increased expenses from setting aside reserves to handle dubious loans in the fourth quarter, provoking a reduction in the combined profits of the two banks, which reached R$10.5 billion (US$4.4 billion) – excluding one-time effects. “During the merger period, there was talk of R$11 billion (US$4.6 billion) in profits, which wound up not being confirmed because of changes in the economic scenario at the end of the year,” observed Jay7me Alves, an investments analyst with Spinelli brokerage. The market also considered as particularly bad the 12.5% increase in so-called “non-interest” expenses, which included the payroll and administrative expenditures. The greater expenses were not accompanied by the revenues generated by services and rates, which grew only 1.8% last year, due among other factors to the standardization of such charges imposed by the Brazilian Central Bank (BC). The Spinelli analyst considered that the administration of the rates revenues will be one of the challenges of the new combined institution this year, since the BC ordered a freezing of those rates for a year as one of the conditions for approving the merger of the banks. 13-1 Anbid analyzes Redecard offer Jiane Carvalho e Iolanda Nascimento São Paulo (SP) Redecard filed a petition yesterday with the National Investment Bank Association (Anbid) for the simplified analysis of a secondary public offer of stock shares issued by the credit card administrator and currently held by Citibank. This will be the first simplified analysis of a stock offer to be done by Anbid after Instruction 471 last August permitted partnerships to conduct this type of analysis. Since it closed an agreement with the Market Regulatory Agency (CVM), Anbid has done only two analyses, of Votorantim Finanças and of Bradespar, but both were for the emission of debentures. The objective of Instruction 471 , which refers only to secondary offers, is to facilitate the procedures of analyzing and registering such offers. After petition Anbid, the CVM has seven days to make its ruling and defer, or not, the request for registration. If it judges it to be necessary, the CVM can subpoena additional documents and clarifications besides those already offered, as in the case of Citibank. The American bank, which has been spinning off assets all over the world in order to cover losses, holds 17% of the Redecard stock, registered by the commercial establishments and responsible for raising business for the MasterCard and Diners Cçlub International credit cards in Brazil. Itaú, which under a stockholders’ agreement has first call to buy the stock from Citibank, has 46.42% of the equity, already added to the papers held by Unibanco. During the press conference to disclose the Itaú Unibanco balance, Roberto Setubal, executive-president of the institution, affirmed that the bank is looking for partners for Redecard. “At the moment, I do not imagine Itaú assuming control, since our interest is in finding one or two big banks to come into the Redecard capital,” said Setubal, without discarding the purchase of part of the Citibank holdings. “Eventually, we could buy the stock, but only in a temporary manner,” he suggested. In March 2008, already with its balance in the red, Citibank made a secondary offer of part of the Redecard stock, reducing its holdings from 23% to the current 17%. With the sale, the American bank raised more than R$1 billion (US$421 million). The coordinator leading the new offer will be Citibank itself. Ityaú and Unibanco also will act as coordinators. 14-1 Health insurance buoys Unimed earnings Maria Luíza Filgueiras São Paulo (SP) Seguros Unimed passed almost untouched through the beginning of the world financial crisis in 2008, advancing in new insurance sales and boosting its billings 28.77%, raching R$542.23 million (US$228.5 million) in net premiums. The Unimed Seguros Saúde health insurance division lead the gains, invoicing R$351.19 million (US$148 million), up 37.05% over 2007. “The health sector revenues represented more than 60% of the total and has been growing at a faster pace than Unimed Seguradora (life and wellbeing) in the past five years,” declared Unimed president Dalmo Claro de Oliveira. The movement could be attributed to a trend among corporations to unify their nationwide health services in one provider, rather than distributing them by states and geographic regions, and to the preference of companies for globalized health insurance. “The multinationals, primarily, prefer the insurance with the greatest flexibility of choice in the service provider and reimbursement for participants, items that are not provided for in the health plan and limit the user to a certified network,” he compared. The advance gave Seguros Unimed consolidated net profits, uniting health, life and wellbeing products, of R$37.33 million (US$15.7 million). A slower growth rate (9.23%) in billings was attributed to greater indemnity payments, which rose almost three percentage points from one year to the next, from 63.8% to 66.6%. According to the company president, one of the reasons was the extension of coverage imposed by the National Health Agency (ANS), including more procedures, like new technologies, examinations and therapies. If the past year met the company’s expansion forecasts, the impact of the global economic cooling could begin to affect its business in this first half of 2009. Unimed has a growth projection of 15% to 20% for revenues this year, according to budget forecasts outlined in January. “But this probably will have to be revised by May, with more precise indications of the performance in March in April,” said Oliveira. ### THIRD 090225 BIG trans Engl.doc For publication Wednesday, February 25, 2009 Ciça Ferraz, editor 4,604 words original 4,668 words translated Translated by James Bruce (The following includes English translations as well as Portuguese originals.) 1-1 Digitro picks exports as its means of expanding sales Rest of Latin America and Portuguese-speaking Africa offer potential markets. Juliana Wilke Florianópolis (SC) Dígitro Tecnologia, of Florianópolis (SC), plans to increase its exports of call centers and convergent telephony networks by 40% in 2009 to the rest of Latin America and to Portuguese-speaking African countries. In 2008, the company exported R$505,330 (US$211,435). This year, it will direct exports toward countries of greater potential consumption, like Mexico, Colombia, Argentina and Chile, Mozambique and Angola. “The recent strengthening of the dollar puts us in a more advantageous position, and it is going to help us to recoup profitability,” said Dígitro international business director Flávio Moritz. The global economic crisis did not affect the company’s internationalization plans and the investments underway, totaling R$15 million (US$6.3 million), in modernization and expansion of the headquarters. “Exactly at the moment of crisis, the Dígitro conjunction of technologies and solutions is gaining visibility in the corporative market, which is looking for tools capable of generating increased productivity and lower costs,” said Moritz. Dígitro invoiced R$96.33 million (US$40.3 million) in 2008, less than the forecasted R$120 million (US$50.2 million) due to the crisis, which led to the postponement of some projects, primarily in the government area. But now the company expects to attain or surpass that goal in 2009. Dígitro has been exporting since 2003, and it began in response to market demand. “First, the foreign clients came after our solutions. We did not yet have a product adequate for the external market,” he recalled. But the growth occurred effectively, said Miritz, when various Brazilian clients, like Mafrig, Datasul and Santana Têxtil, also began internationalizing and called for the presence of Dígitro in their subsidiaries. Moritz affirmed that demand was great, which led the company to adopt its products to the language specificities and set up a strong post-sale service. “We had to provide for regionalisms, local culture and technical specifications,” said the executive. He noted that the way of calculating telephony costs in other countries is completely different from that in Brazil. “For example, in each market a PABX has different connections with the local network, and there are specific processes for registration and certification, like the radio frequency interfaces,” he said. 2-1 Polemic about the stage of Brazil’s carbon technology José Aparecido Miguel Rio de Janeiro (RJ) The criticisms of chemical engineer Luiz Depine de Castro about Brazilian backwardness in the area of carbon technology, in an interview with the “Gazeta Mercantil” and “Jornal do Brasil,” has provoked the reaction of Marcos Pimenta, titular professor of the Physics Department of the Federal University of Minas Gerais (UFMG) and coordinator of the National Research Network in Carbon Nanotubes, with 40 researchers in eight states of Brazil. Depine, a graduate of the Military Institute of Engineering, with a doctorate in Materials Sciences from the University of Bath, in the United Kingdom, said about the development of carbon materials that Brazil’s position is practically nill. “With the exception of the nucleus at the Army Technology Center and a few researchers in Brazilian universities, no one else is developing these materials,” he asserted in the affirmation contested by Pimenta. “It is a great untruth and a great injustice to various groups throughout Brazil, working with carbon nanomaterials. During the latest meeting of the Network in Curitiba (September 2007), 130 Brazilian researchers participated and almost 100 papers were presented. The international impact of this work made it possible for us to organize in 2008 the most important international conference on carbon nanotubes,” commented Pimenta, who questioned the scientific production of Depine, saying that he was not familiar with it. Depine, president of the Brazilian Carbon Association (ABC) and a consultant of the Army Technology Center, said that the crux of Pimentel’s criticism is the sentence cited, when he referred to research and development “in all areas of carbon materials and not just nanotubes.” “I cite some numbers that support my claim. In the area of carbon materials, excepting carbon nanotubes, not more than two dozen patents have been registered in the country in the past five years. At the latest international congress on carbon, which occurred in Japan, among more than 1,300 papers, only five were from Brazil. Except for the multinational that I mentioned in the interview, there are no factories here producing carbon materials of medium and high aggregate value. 3-1 Vale foresees record sales to China Carina Urbanin/ Invest News São Paulo (SP) Fábio Barbosa, executive-director of finances at the giant Brazilian mining company Companhia Vale do Rio Doce (Vale), said Friday that the company expects to deliver 30 million tonnes of iron ore to China in the first quarter of 2009. “It will be the company’s biggest minerals sale every registered to China,” declared Barbosa. According to the executive, the company’s total sales are projected at 50 million tonnes during the period. “Sales to China correspond to almost 60% of the total in the quarter,” he said. In the same period last year, company sales totaled 76.6 million tonnes of iron ore. By the fourth quarter of 2008, they had fallen to 54.9 million tonnes. At that time, the Chinese market was experiencing a tremendous cooling, recalled Barbosa. Vale iron ore sales to the country during the period totaled 12.1 million tonnes, less than half the 25 million tonnes sold to it in fourth quarter 2007. Investments “The recovery of the Chinese market does not indicate a worldwide trend,” the executive cautioned. During a press conference, Barbosa also said that the company plans to invest US$11 billion during 2009. Initially, the value had been planned to be US$14 billion. According to Barbosa, there are no cancellations seen on the horizon. “We are working with cost reductions, not reduced projects,” he stressed. “The major part of the investments is to be made in Brazil, and they have had their costs reduced with the strengthening of the dollar vis-à-vis the real,” he said. According to the director, 70% of the investments will be destined for Brazil, a total of almost US$7.7 billion. Barbosa noted that the company is interested in investing in the purchase of assets in the areas of coal, copper and fertilizers, in addition to the iron ore which is its principal market. As for the fertilizers sector, he reiterated that Vale production corresponds to 10% of Brazilian national demand. “There is still a lot of growing to be done in this market,” he observed. Barbosa also said that the company has no plans for layoffs in 2009. In 2008, Vale dismissed 1,300 employees and contracted almost 5,000. The director made a point of recalling that 38,000 company employees had job stability contracts good through March 31. 4-1 Director tells how Ford is administrating the crisis Vagner Galeote: “Sometimes we placed an order on Monday and by Friday we called to cancel it.” Deborah Costa/ InvestNews São Paulo (SP) With the intensification of the global financial crisis, which some thought would be a “mild storm,” industry has been impacted full force. One of the sectors of the economy that was most strongly affected was the automotive. Along with it, the supply chain has come to face a series of challenges and adaptations. “With the turbulence in the markets, we had to make adjustments with our suppliers. Sometimes we placed an order on Monday and by Friday we called to cancel it,” said Vagner Galeote, Ford purchasing director for South America. The problem is that, with the aggravation of the crisis, the automakers had no way to pay their suppliers and wound up cancelling orders, causing a domino effect within the industry. Currently, Ford works with 362 suppliers in Brazil. “We see the crisis heating up worldwide competition; as a result we have to invest in new products and work with innovation, producing good cars that meet the demands of society. Like, for example, working to reformulate a car that fits the client’s current needs,” said Galeote. To get through the crisis, Ford opted to reduce and avoid unnecessary costs. “The situation is forcing us to work with more deliberation and in innovative ways to get to the final results with success,” said the purchasing director. Without disclosing figures, Galeote declared that the investments for this year in products have been maintained, even with the global financial crisis. This because with new models or at least some alterations in a vehicle, the product becomes more attractive and competitive in the market. “We could cut everything, except the resources destined for this segment. In other difficult periods, we already have seen that you do not get out of a crisis without investing in new products and technologies,” he stressed. Speaking of cuts, Galeote said that the company prefers to resort first to the labor laws, with collective holidays, temporary releases or reductions of the work week and then, only as a last resort, to layoffs. 5-1 Difficult phase ends for auto parts Nightmare has passed and sector, even on a lesser scale, already is resuming activities. Sonia Moraes São Paulo (SP) The auto parts industry already is beginning to resume the level of activity because of the normalization of automotive production. The Brazilian company Eletromecânica Dyna, which produces windshield wipers, and the Brazilian subsidiary of the German group Elring Klinger, which makes engine head parts and heat deflectors, already has positive signals from assemblers for the coming months, which has led it to forecast that domestic market sales this year could reach levels equal to those of 2007, when 2.46 million new vehicles were tagged in the country. “We still are at volumes 20% below 2008, but the outlook is positive because the difficult phase has passed. With the government’s reduction of the Industrialized Products Tax (IPI) and the release of lines of credit to finance new automobiles, the market has resumed sales, and we already have orders for the production of 10,000 cars a day,” said Eletromecânica Dyna commercial director Celso Liberal. Elring Klinger, which supplies all the automakers in the country except Toyota, had to cancel collective holidays scheduled for this week and suspend a workweek reduction in order to fill orders that are beginning to come in from the assembly plants. The company, which at the end of last year eliminated its third work shift and dismissed 40 people, is considering rehiring them if the volume of orders from the automakers continues to grow. “The market is beginning to recover. Some automakers cancelled collective holidays during Carnival week and are even working Saturdays to supply the dealership networks, which already are lacking some models for immediate delivery,” observed Elring Klinger commercial director Luiz Alberto Thimm Mirara. Volkswagen, which led automoti

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