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Open to considering volunteer work for registered non-profit organizations
English to Portuguese: How Can Consumers Find Out If a Corporation Is "Greenwashing" Environmentally Unsavory Practices? General field: Science Detailed field: Environment & Ecology
Source text - English Greenpeace is calling out companies that hide behind a "green curtain" to cover deeds that harm the environment
Dear EarthTalk: I hear the term “greenwashing” a lot these days but am still not sure exactly what it means. Can you enlighten?—Ruth Markell, Indianapolis
In essence, greenwashing involves falsely conveying to consumers that a given product, service, company or institution factors environmental responsibility into its offerings and/or operations. CorpWatch, a non-profit dedicated to keeping tabs on the social responsibility (or lack thereof) of U.S.-based companies, characterizes greenwashing as “the phenomena of socially and environmentally destructive corporations, attempting to preserve and expand their markets or power by posing as friends of the environment.”
One of the groups leading the charge against greenwashing is Greenpeace. “Corporations are falling all over themselves,” reports the group, “to demonstrate that they are environmentally conscious. The average citizen is finding it more and more difficult to tell the difference between those companies genuinely dedicated to making a difference and those that are using a green curtain to conceal dark motives.”
Greenpeace launched its Stop Greenwash campaign in 2009 to call out bad actors and help consumers make better choices. The most common greenwashing strategy, the group says, is when a company touts an environmental program or product while its core business is inherently polluting or unsustainable.
Another involves what Greenpeace calls “ad bluster”: using targeted advertising or public relations to exaggerate a green achievement so as to divert attention from actual environmental problems—or spending more money bragging about green behavior than on actual deeds. In some cases, companies may boast about corporate green commitments while lobbying behind the scenes against environmental laws.
Greenpeace also urges vigilance about green claims that brag about something the law already requires: “For example, if an industry or company has been forced to change a product, clean up its pollution or protect an endangered species, then uses PR campaigns to make such action look proactive or voluntary.”
For consumers, the best way to avoid getting “greenwashed” is to be educated about who is truly green and who is just trying to look that way to make more money. Look beyond advertising claims, read ingredient lists or ask employees about the real skinny on their company’s environmental commitment.
Also, look for labels that show a given offering has been vetted by a reliable third-party. For example, the U.S. Department of Agriculture’s Certified Organic label can only go on products that meet the federal government’s organic standard. Just because a label says “made with organic ingredients” or “all-natural” does not mean the product qualifies as Certified Organic, so be sure to look beyond the hype.
Even some eco-labels are suspect. If you see one you don’t recognize, look it up on Ecolabel Index, a global directory tracking 400+ different eco-labels in 197 countries across 25 industry sectors. The free online resource provides information on which company or group is behind each certification and whether or not independent third-party assessments are required.
Translation - Portuguese O Greenpeace está colocado em evidência empresas que se escondam atrás de uma ‘cortina’ ecologicamente correta para cobrir feitos que prejudicam o meio-ambiente
Querido EarthTalk: Eu ouço muito o termo “greenwashing” hoje em dia, mas eu ainda não tenho certeza do que exatamente ele significa. Podem me ajudar? – Ruth Markell, Indianapolis
Em essência, “greenwashing”, um neologismo Americano que representa o ato de mascarar atos prejudiciais ao meio ambiente por outros atos ecologicamente corretos de fachada, envolve falsamente passer aos consumidores que um determinado produto, serviço, empresa ou instituição tem responsabilidade ambiental em suas operações. CorpWatch, uma empresa sem fins lucrativos que se dedica a manter documentos sobre a responsabilidade social (ou falta dela) de empresas americanas, caracteriza “greenwashing” como o fenômeno de empresas que destroem o ecossistema, tentando preservar e expandir seu mercado ou poder ao se portar como amigos do meio ambiente. “
Um dos grupos liderando o ataque a essa prática falsa é o Greenpeace. “Corporações estão correndo, “ diz o grupo, “para demonstrar que elas são ambientalmente conscientes. O cidadão comum está achando cada vez mais difícil distinguir aquelas empresas genuinamente dedicadas a fazer a diferença daquelas que usam essa ‘fachada ecológica’ para esconder suas verdadeiras intenções. “
O Greenpeace lançou uma campanha contra a prática do “greenwash” em 2009 para mostrar quem está enganando os consumidores e ajudar estes a fazerem melhores escolhas. A estratégia mais comum para mascarar atos ecologicamente incorretos, diz o grupo, é promover um programa ou produto ecológico enquanto seus negócios principais estão permanentemente poluindo ou não são sustentáveis.
Outra maneira envolve o que o Greenpeace chama de “ad bluster”, algo como uma propaganda enganosa: usar propagandas específicas ou a área de relações públicas da empresa para exagerar os prós de uma conquista feita na área ecológica para tirar a atenção dos problemas ambientais que causam – ou gastar mais dinheiro fazendo a propaganda do que realmente fazendo algo de bom. Em alguns casos, companhias se vangloriam de feitos ecologicamente corretos enquanto sustentam uma campanha contra as leis ambientais por debaixo dos panos.
O Greenpeace também pede por uma vigilância sobre empresas que contam pontos positivos em cima de feitos que já são requeridos pela lei: “Por exemplo, se uma indústria foi forçada a trocar um produto, limpar sua poluição ou proteger uma espécie ameaçada, ela usa de campanhas para fazer tais atos parecerem proativos ou voluntários. ”.
Para os consumidores, a melhor forma de evitar ser confundido pelo “greenwashing” é pesquisar e aprender sobre quem realmente é ecologicamente correto e quem só está tentando parecer assim para ganhar mais dinheiro. Procure ir além do que a propaganda diz, descubra os ingredientes usados ou pergunte aos funcionários sobre o real comprometimento ambiental que a companhia tem. Também procure por marcas que mostram que o ofertado é realmente aprovado por uma outra empresa. Por exemplo, o selo de aprovação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos apenas pode ser colocado em produtos que estão de acordo com os padrões certificados pelo governo. Não é porque um rótulo diz “feito com produtos orgânicos” ou “tudo natural” que o produto se qualifica como certificadamente orgânico, então tenha certeza de olhar além da vontade pelo consumo.
Até marcas ecológicas são suspeitas. Se você vê uma que não reconhece, veja a lista de marcas ecológicas, um arquivo global que lista mais 400 diferentes marcas ecológicas em 197 países em 25 áreas da indústria. A fonte online provê informação de qual companhia ou grupo está por trás de cada certificação e se uma avaliação de uma terceira empresa é necessária ou não.
English to Portuguese: He Feels Good, Sometimes General field: Art/Literary Detailed field: Cinema, Film, TV, Drama
Source text - English “Get On Up,” directed by Tate Taylor (“The Help”), thrillingly captures the frenzy of Brown’s music, and the forces driving that frenzy, both musical and personal. Like its gyrating, spasmodic staccato beats, “Get On Up” refuses to stand still. It whirls and does splits and jumps, with leaps around in time and changes in tempo that are jarring and abrupt and that usually feel just right.
Traumatic childhood memories surface in flashes in which the star, in his full glory, is suddenly a boy in the same situation. Brown regularly turns to address the camera as if he were talking to someone just behind the scenes. In ways that few movies do, the crude mash-up of past and present forces you to see the man as the sum of his experience.
Brown’s music and show business ascendance are the heart and soul of a movie that takes his art very seriously. None other than Mick Jagger, who has made no secret of his indebtedness to Brown’s stage moves, is the music producer of this film, which puts music front and center, where it belongs. Brown’s real voice, which never sounds dubbed, is used in remixes of his original recordings.
Translation - Portuguese “James Brown” (“Get on up” no original), dirigido por Tate Taylor, captura de maneira sensacional a loucura da música de Brown e as forças que levam a essa loucura, tanto musical quanto pessoal. Assim como suas batidas pivotantes, convulsivas e rítmicas, o filme “James Brown” recusa-se a ficar parado. Ele gira, faz espacates e dá pulos, com saltos no tempo e mudanças de ritmo que são fortes e abruptas e que em geral são bem certas.
Memórias de uma infância traumática aparecem como flashes no qual o protagonista, em sua total glória, é de repente um menino na mesma situação. James Brown regularmente fala diretamente à câmera, como se estivesse falando diretamente com o público por trás das câmeras. De um jeito que poucos filmes fazem, a bruta mistura do passado e presente te força a ver o homem como a soma de suas experiências.
A ascensão de Brown na música e no ramo musical são o coração e alma de um filme que leva a arte bem a sério. Ninguém menos que Mick Jagger, que nunca fez segredo de sua inspiração nos movimentos de dança de James Brown, é o produtor musical do filme, que coloca a música como ponto central, onde ela pertence. A voz real de James Brown, que nunca soa dublada, é usada em mixagens de suas gravações originais.
English to Portuguese: California Drought Takes Lessons From Australia General field: Science Detailed field: Environment & Ecology
Source text - English Australia, the land poet Dorothea Mackellar dubbed "a sunburnt country," suffered a torturous drought from the late 1990s through 2012. Now Californians are facing their own "Big Dry," and looking Down Under to see how they coped.
Australia also faced tough water restrictions — along with dying cattle, barren fields and monstrous wildfires that killed 173 people. But when the rains finally returned, Australians had fundamentally changed how they handle this precious resource. They treat water as a commodity to be conserved and traded, and carefully measure what's available and how it's being used. Efficiency programs cut their average daily use to 55 gallons, compared with 105 gallons per day for each Californian.
The lesson: long droughts are here to stay, so societies had better plan ahead, says drought-policy expert Linda Botterill of the University of Canberra.
"We can expect longer, deeper and more severe droughts in Australia, and I believe the same applies in the U.S.," Botterill says. "As a result, we need to develop strategies that are not knee-jerk responses, but that are planned risk-management strategies."
California water officials now routinely cite Australia's experience. Felicia Marcus, who runs California's Water Resources Control Board, can describe the stormwater-capture system watering soccer fields in Perth in minute detail.
But Californians may find Australia's medicine tough to swallow.
Australians are accustomed to living in a dry land, expect government intervention in a crisis and largely support making sacrifices for the common good. For much of their history, many Californians have enjoyed abundant water, or were able to divert enough of it to turn deserts green, and lawyers make sure property rights remain paramount.
From an Australian perspective, California's drought response has been "absolutely pathetic," says Daniel Connell, an environmental policy expert at The Australian National University.
Australia's drought response was hardly perfect, and some of its gains might be slipping away, but Americans suffering their own "Big Dry" may benefit from some comparisons:
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WHOSE WATER IS IT?
AUSTRALIA: Overuse and drought had depleted Australia's main river system, which winds across four states that produce a third of the nation's food, and ran so low by 2002 that the Murray River had to be dredged to reach the sea. The government capped entitlements, canceled inactive licenses, bought back hundreds of billions of gallons from irrigators and strictly metered usage to make sure license holders use only their allocation. Availability now affects price as shares are traded on an open market worth $1.2 billion a year in U.S. dollars.
The water that farms, industries and towns get depends on what's in the river; in drought, it can dwindle to virtually nothing. But entitlements can be bought and sold, keeping agriculture afloat. A farmer of a thirsty crop like cotton might not profit when both the share of water and the price of cotton are low. But if an orchard grower in desperate need buys that water, the cotton farmer can live off the sale while the orchard owner reaps a profitable harvest.
CALIFORNIA: Nearly 4,000 so-called senior water rights holders who staked claims before 1914 or own acreage abutting a river or stream get priority. In drought, authorities must completely deny water to most other claimants before they touch the water of these senior water-rights holders. San Francisco has stronger water rights than many other cities because in 1902, Mayor James Phelan hiked up the Sierra Nevada and tacked a water claim to an oak tree along the bank of the Tuolumne River. Gov. Jerry Brown calls the system "somewhat archaic."
"Revising the water-rights system is a thermo-nuclear issue in California," said John Laird, California's secretary for natural resources, but if water shortages go on, "almost everything has to be on the table."
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WATCHING THE FLOW
AUSTRALIA: Thousands of gauges across Australia measure rainfall, authorities in each state and territory measure surface water at stream gauging stations, and underground water is monitored through a complex process involving the drilling of bores and controlled pumping tests. Water data collection agencies report to the federal Bureau of Meteorology, which publishes the data online.
CALIFORNIA: The legislature last year required monitoring to be phased in gradually, eventually showing for the first time how much groundwater is being pumped. But roughly a quarter-million California households and businesses still lack water meters, and aren't required to until 2025. The state relies on an honor system: Rights holders self-report their use of river and stream water every three years. Gov. Brown's budget proposed last week would require monitors and annual usage reports.
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TIGHTENING THE TAP
AUSTRALIA: All major cities imposed limits or bans on watering lawns and washing cars, and inspectors fined rule-breakers. Public-service campaigns and water-saving appliances also reduced household water use from 85 gallons per person per day in 2000 to 55 gallons per person today.
CALIFORNIA: After voluntary cutbacks fell short, Brown's administration mandated a statewide 25 percent cut in water use by cities and towns, and ordered more farmers to stop pumping from rivers and streams. Marcus said the one piece of advice that seemed universal in both Australia and California "was conserve, conserve, conserve, as early as you can, because it's the cheapest, most economical way to buy time" while tougher water-saving measures are phased in.
Translation - Portuguese Australia, cuja poeta local Dorothea Mackellar chamou de “país queimado de sol”, sofreu uma sofrida seca, desde o fim dos anos 1990 até 2012. Agora os californianos estão passando a sua própria “Grande Sexa”, e olhando “mais abaixo” para ver como eles sobreviveram a situação.
A Australia também passou por severas restrições hídricas – junto com a morte do gado, campos improdutivos e incêndios gigantes que mataram 173 pessoas. Porém quando a chuva finalmente retornou, os australianos tinham fundamentalmente mudado a forma como eles lidam com esse precioso recurso. Eles tratam a água como um bem a ser conservado e trocado, e medem cuidadosamente o que ainda há disponível e como deve ser usada. Programas de racionamento cortaram o uso médio diário para aproximadamente 210 litros, comparados aos quase 400 litros por dia para cada californiano.
A lição do dia: secas longas vieram para ficar, então as sociedades devem planejar com antecedência, diz a especialista em políticas de seca Linda Botterill da Universidade de Canberra.
“Podemos esperar por secas mais severas, mais longas e mais profundas na Australia, e acredito que o mesmo se aplica aos EUA, “diz Linda. “Como resultado, precisamos desenvolver estratégias que não são respostas previsíveis, mas sim métodos de controle de riscos planejados.
Os oficiais da área que cuida da parte hídrica da California com frequência referem-se à experiência da Austrália. Felicia Marcus, que dirige o Comitê de Controle dos Recursos Hídricos da California, consegue descrever com detalhe o método de captura da água da chuva usado para irrigar os campos em Perth.
Entretanto, os californianos podem achar a solução australiana difícil de engolir.
Os australianos estão acostumados a viver em uma terra seca, esperar a intervenção do governo numa crise e fazer sacrifícios em prol do bem comum. Já muitos californianos, por boa parte de sua história, aproveitaram a água abundante ou foram capazes de usar boa parte dela para tornar o deserto um campo verde, e advogados garantem que o direito à propriedade permaneça uma prioridade.
Da perspectiva australiana, a resposta à seca na California tem sido “absolutamente patética, “ diz Daniel Connel, um especialista em políticas ambientais na Universidade Nacional da Austrália.
A resposta a seca australiana estava longe de ser perfeita e partes de seus ganhos podem até ser perdidos, mas os americanos que sofrem com sua própria “Grande Seca” podem se beneficiar de certas comparações:
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DE QUEM É A ÀGUA?
AUSTRÁLIA: O uso excessivo e a seca acabaram com o principal Sistema fluvial Australiano, que serpenteia por quatro estados que possuem um terço de toda a produção nacional de comida e ficou tão baixo em 2002 que o rio Murray teve de ser dragado para alcançar o mar. O governo restringiu títulos, cancelou licenças, comprou bilhões de litros de água de volta de irrigadores e mediram estritamente o uso para ter certeza que portadores de licença usem apenas o atribuído a eles. A disponibilidade agora afeta o preço já que ações são trocadas em mercado aberto valendo 1,2 bilhões de dólares americanos por ano.
A água que fazendas, indústrias e cidades recebem depende do que há no rio, na seca, pode chegar a virtualmente nada. Porém títulos podem ser comprados e vendidos, mantendo a agricultura em funcionamento. Um fazendeiro de uma plantação que use muita água como o algodão podem não ter lucro quando ambas as ações de água e o preço do produto estão baixos. Mas se um dono de pomar em necessidade compra essa água, o fazendeiro de algodão pode viver da venda, enquanto o dono do pomar consegue uma lucrativa produção.
CALIFORNIA: Aproximadamente 4000 portadores do direito da água que fizeram pedidos antes de 1914 ou são donos de acres que contém rios ou riachos tem prioridade. Na seca, as autoridades devem completamente negar água para a maior parte dos outros pedintes antes que eles usem a água desses portadores de direitos. San Francisco tem direitos hídricos mais fortes do que muitas outras cidades porque em 1902, o prefeito James Phelan subiu ao Sierra Nevada ...
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DE OLHO NO FLUXO
AUSTRALIA: Milhares de medidores pela Australia medem o nível pluviométrico, autoridades em cada estado e território verificam a água superficial em estações hidrométricas e a água subterrânea é monitorada através de um complexo processo de perfuração e testes controlados de bombeamento. Agências de pesquisa hídrica reporta-se ao Departamento Federal de Meteorologia, que publica os dados online.
CALIFORNIA: A legislature do ano passado requeria que o monitoramente fosse implantado gradualmente, de forma a mostrar pela primeira vez a quantidade de água subterrânea bombeada. Porém nem bem um quarto de milhão de casas e empresas ainda não tem medidores de água e não são obrigados a ter antes de 2025. O estado depende de um sistema de honra: Portadores de direitos reportam voluntariamente seu uso de água fluvial a cada três anos.
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FECHANDO A TORNEIRA
AUSTRALIA: Todas as principais cidades impuseram limites ou baniram a irrigação de jardins e lavagem de carros e inspetores multam quem desobedece às regras. Campanhas do serviço público e aparelhos que economizam água também reduziram o uso doméstico de 397 litros por dia por pessoa para 208 litros por pessoa atualmente.
CALIFORNIA: Depois que racionamentos voluntários não deram certo, a administração de Brown instaurou um corte estadual de 25% do uso da água pelas cidades, e ordenou que mais fazendeiros parassem de bombear água de rios e córregos. Marcus deu o único conselho que parecia universal para ambas a Califórnia e a Austrália: “Economizem, economizem, economizem, quanto antes o melhor, porque é a maneira mais barata e econômica de ganhar tempo” enquanto medidas mais fortes de racionamento de água são implantadas.
English to Portuguese: Violence against women and their right to housing General field: Social Sciences Detailed field: Human rights
Source text - English Research has demonstrated the links between domestic violence and women’s right to adequate housing and this has been highlighted throughout the work of the Special Rapporteurs on violence against women and on the right to adequate housing. If women’s right to adequate housing is not sufficiently protected, women become more vulnerable to violence. Domestic violence has been found to be a leading cause of women’s (and often their children’s) homelessness, and many women try to avoid homelessness by staying in abusive relationships. Women who are property owners or landowners experience less domestic violence, which points to the importance of guaranteeing women’s security of tenure.
Assumptions that a woman has to “leave” an abusive home instead of removing the abusive husband and the lack of support for removing the abusive partner by local authorities, community and/or family laws and regulations, greatly undermine women’s right to adequate housing as well as their right to live a life free of violence. Overcrowding, poverty and unemployment also have an impact on the above-mentioned rights and directly affect the level of violence and sexual abuse in homes and communities. In addition, insufficient protection for victims of domestic violence, including insufficient shelter homes, legal aid and information to women about their rights, has an impact on the level of domestic violence and women’s homelessness. Consequently, States should address all these issues as issues of women’s rights to property, land, housing, life, personal security, gender equality and being free from violence and discrimination.
Translation - Portuguese A violência contra a mulher e o seu direito à moradia
Pesquisas demonstraram as conexões entre violência doméstica e o direito da mulher à moradia adequada e elas foram colocadas em evidência através de todo o trabalho dos relatores especiais sobre a violência contra a mulher e sobre o direito à moradia adequada. Se o direito à moradia adequada não for suficientemente garantido, a mulher se torna mais vulnerável à violência. Descobriu-se que a violência doméstica é a principal causa das mulheres (e muitas vezes seus filhos) ficarem sem moradia e muitas mulheres tentam evitar essa situação mantendo-se em relacionamentos abusivos. As mulheres que são donas de casas ou propriedades têm menos tendência a sofrer violência doméstica, o que aponta a importância de garantir o direito da mulher à posse de terra.
Assumir que a mulher tem que ‘deixar’ o relacionamento abusivo ao invés de tirar o abusador de dentro de casa e também a falta de suporte das autoridades locais, da comunidade ou de leis familiares e regulamentações para que se possa tirar o parceiro abusivo de casa tem em grande parte comprometido o direito da mulher à moradia adequada assim como o seu direito de viver uma vida livre de violência. A sobrepopulação, a pobreza e o desemprego também tem impacto nos direitos mencionados acima e afetam diretamente o nível de violência e abuso sexual em casas particulares e comunidades. Além disso, a proteção insuficiente para as vítimas de violência doméstica, incluindo a falta de centros de acolhimento, ajuda legal e informação às mulheres sobre seus direitos tem um impacto igual à violência doméstica e à falta de moradia. Consequentemente, o Estado deveria cuidar de todos esses problemas, considerando o direito das mulheres à moradia ou posse de terra, direito à vida, direito à segurança pessoal, direito à igualdade de gênero e direito de ser livre de violência e discriminação.
English to Portuguese: #8 Gauge Chart General field: Bus/Financial Detailed field: Mathematics & Statistics
Source text - English The gauge chart is perfect for graphing a single data point and showing where that result fits on a scale from “bad” to “good”. Gauges are an advanced type of graph, as Excel doesn’t have a standard template for making them. To build one you have to combine a pie and a doughnut. Learn how in our data visualization course.
Tips
Best for a single data point
Shows performance on a scale (e.g., bad to good)
Learn via video instruction
Translation - Portuguese #8 Gráfico de medidor
O gráfico de medidor é perfeito para mostrar valores de um único dado e mostrar onde o seu resultado se encaixa em uma escala de ‘ruim’ para ‘bom’. Os medidores são um tipo avançado de gráfico, haja visto que o Excel não tem um modelo padrão. Para construir um é necessário combinar um gráfico de pizza e um de rosca. Aprenda como fazer no nosso curso de visualização de dados.
Dicas
Ideal para valores de um único dado;
Mostra a performance em uma escala (e.g. ruim para bom);
Aprenda por meio de vídeo-aula.
Portuguese to English: Transplante contra infertilidade General field: Science Detailed field: Medical: Health Care
Source text - Portuguese Transplante contra infertilidade
Cirurgia com útero de doadora morta realizada em São Paulo é a primeira bem-sucedida no mundo
Nos próximos meses, se tudo der certo, duas mulheres com idade entre 30 e 35 anos que não conseguem ter filhos devem se submeter a um transplante de útero de doadoras mortas no Hospital das Clínicas (HC) da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP) e, depois, tentarão engravidar. A perspectiva se deve aos bons resultados do primeiro transplante desse tipo realizado pela equipe do Departamento de Gastroenterologia da faculdade: a menina que nasceu 15 meses depois dessa cirurgia bem-sucedida completou 1 ano em 15 de dezembro de 2018 e, como a mãe, está saudável.
O transplante de útero de doadora morta realizado na USP foi o primeiro a dar certo no mundo, depois de cerca de 10 tentativas, com a mesma abordagem, nos Estados Unidos, na Turquia e na República Checa. Com doadoras vivas, desde 2013, houve 39 transplantes, resultando em 11 bebês nascidos vivos. À medida que alcançar uma escala mais ampla e for legitimado como modalidade terapêutica pelo sistema público de saúde, esse procedimento poderá se constituir em uma alternativa de tratamento para a infertilidade, que afeta de 10% a 15% das mulheres.
“Esse é um grande avanço para a ginecologia e a obstetrícia brasileiras, ainda que as indicações sejam bastante limitadas”, comentou o cirurgião fetal Antonio Moron, professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que não participou do trabalho. Esse tipo de transplante é indicado para mulheres sem útero, em razão de problemas congênitos ou cirurgias.
A mulher de 32 anos que passou pelo transplante no HC, em 20 de setembro de 2016, não tinha o órgão por causa da chamada síndrome de Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser, embora os ovários produzissem óvulos. A doadora havia tido três filhos de partos naturais e morrido de hemorragia cerebral aos 45 anos. A receptora menstruou pela primeira vez 37 dias após o transplante e, dois meses depois, engravidou, por meio da transferência do embrião. Uma das contribuições científicas desse trabalho foi indicar que o implante do embrião poderia ser feito antes de completar um ano do transplante de útero, o período aguardado pelas outras equipes com doadoras vivas, o que reduz os custos de medicamentos e os cuidados médicos.
O útero implantado não sofreu rejeição após o transplante nem durante a gestação e foi retirado após o parto para que a mulher pudesse parar de tomar os medicamentos imunossupressores e amamentar, de acordo com o artigo publicado pela equipe do HC em 4 de dezembro de 2018 da revista Lancet.
“O risco de dar problemas parece baixo”, comentou o cirurgião Wellington Andraus, coordenador do serviço de transplante de fígado do Departamento de Gastroenterologia da FM-USP. Sobre sua mesa de trabalho ele mantém uma fotografia da menina que nasceu de 36 semanas, por cesariana, com 2,5 quilogramas.
“O útero é um órgão bastante resistente”, observou Andraus. Esse trabalho, que ele coordenou ao lado do ginecologista Dani Ejzenberg, também da USP, indicou que o órgão, em formato de pera, pode se manter em bom estado por oito horas depois de retirado da doadora; é o mesmo tempo que outros órgãos, como fígado e pâncreas, e quase o triplo do que o coração.
Translation - English A Transplant to fix infertility
Deceased donor uterus transplant done in Sao Paulo is the first success case in the world
On the next few months, if everything goes right, two woman aged between 30 and 35 that can't bear children will be submitted to a uterus transplant from deceased donors in the ‘Hospital das Clinicas’ (HC) from the University of São Paulo Medical School (FM-USP) and, after that, try to have a child. The forecast is based on the good outcome of the first successful transplant of this kind, performed by the Gastroenterology team of the school: the girls that was born 15 months after this success celebrated her first birthday in December, 15th 2018 and is as healthy as the mother.
The uterus transplant from a deceased donor done in the school was the first successful transplant of this kind in the world, after approximately 10 tries that used the same method, done in the US, Turkey and Czech Republic. With living donors, since 2013, there have been 39 transplants, resulting in the birth of of 11 healthy babies. As the procedure reaches the larger scale and is officially chosen as a therapeutic approach by the public health system, it may become the method used in infertility treatment, a problem that affects from 10 to 15% of women.
Antonio Moron, a fetal surgeon from Unifesp (Federal University of Sao Paulo) who haven’t participated in the surgery, said that was a great advancement for gynecology and obstetrics in Brazil, even though the possible recommended cases are limited. This kind of transplant is recommended for women that have no womb due to congenital problems or that had it removed by surgery.
The 32-year-old woman who received the transplant in the HC, in September 20th 2016, didn't have the uterus because of a syndrome called Mayer-Rokitansky-Küster-Hauser, but her ovaries were still producing eggs. The donor had three natural birth children and died from brain hemorrhage at 45.
The transplant receiver had her first period 37 days after the surgery and got pregnant 2 months later through embryo transfer. One of the contribution of this work was to show that the embryo transfer could be done before a year after the transplant was complete, period which other teams using living donors had waited. That reduces the medication costs and medical care after the procedure.
According to an article published by the Hospital das Clínicas team in December 4th 2018 at Lancet magazine, the implanted uterus haven’t suffered from rejection neither after the transplant nor through gestation period and has been removed after birth so as the woman could stop taking the immunosuppressant medicine and start breastfeeding.
The surgeon Wellington Andraus, liver transplant service coordinator from the Gastroenterology department of FM-USP, commented that the risk of it going wrong was low. On his desk, he keeps a photograph of the girl born at the 36th week of gestation, through c-section and with 2,5 kg.
Andraus observed that the uterus is quite a resistant organ, he commented. This project he conducted beside gynecologist Dani Ejzenberg, also from USP indicated that the pear-shaped organ can maintain itself in a good state for 8 hours after collected from the donor, same amount of time other organs can survive, such as the liver and pancreas, and almost triple the time of the heart.
English to Portuguese: Kattekoppen General field: Art/Literary Detailed field: Poetry & Literature
Source text - English We went through a number of howitzer liaisons before Levi. His predecessors, none of whose names I remember, were able to build artillery plans in support of our night raids. They were skilled enough to communicate these plans to the soldiers who would fire the howitzers. In fact, any one of them would’ve been perfectly fine as a liaison to a normal organization. But ours was not a normal organization. Sometimes what went on gave normal men pause. And if they paused we’d send them back and demand a replacement. After a few rounds of this, the lieutenant in charge of the howitzer battery said, “Enough.”
Which was understandable, but not acceptable. So on our first night without a mission Hal and I took a walk to the howitzer camp. We set out from the dog cages under a full moon, which seemed to cast X-rays rather than light. Thus the dogs’ ribs were exposed, as was the darkness below the ice on our steep climb uphill. The steel barrels of the howitzer guns were visible as shadows, and the plywood door of the howitzer camp was illuminated as if it were bone. Hal knocked on this door with an ungloved fist. (...)
So Levi became our howitzer liaison. He moved into our compound and had his mail delivered to our tactical-operations center. Packages arrived from his mother in Amsterdam. Inside the packages was a variety of Dutch candy.
Levi opened these packages at his desk. He removed the Vlinders and the Stroopwafels, but he always left the licorice Kattekoppen in the box. Apparently, Levi had loved these candies as a kid, and his mother was under the impression that he still loved them. But he didn’t. So he set the Kattekoppen on the shelf by the door, where we kept boxes of unwanted food.
Translation - Portuguese Nós tivemos vários oficiais de ligação militar anteriores ao Levi. Seus predecessores, nenhum dos quais consigo lembrar o nome, até conseguiam criar planos de artilharia que davam suporte às nossas incursões noturnas. Eles eram habilidosos o suficiente para passar esses planos aos soldados encarregados de atirar os canhões. Na verdade, qualquer um deles teria sido um oficial de ligação perfeito para uma companhia comum. No entanto, nossa companhia não era comum. Às vezes, o que acontecia conosco fazia com que homens comuns hesitassem. E quando eles hesitavam, nós os mandávamos de volta e exigiamos um substituto. Depois disso acontecer algumas vezes, o tenente comandante da bateria de canhões disse “Chega!”.
O que era compreensível, mas não aceitável. Então, em nossa primeira noite sem uma missão, Hal e eu fomos dar um passeio próximo aos canhões. Nós saímos da onde estávamos sob a lua cheia, que parecia irradiar Raios-X ao invés de luz. Assim estavam expostos as grades e também a escuridão sob o gelo e nossa íngreme subida. Os canos de aço dos armas da artilharia eram visíveis pela sombra, e a porta de madeira compensada do campo de artilharia estava iluminada fazendo-a parecer osso. O Hal bateu na porta com a mão sem luva. (...)
E assim, Levi se tornou o nosso oficial de ligação. Ele se mudou para o nosso alojamento e teve seu endereço de correspondência trocado para nosso centro de operações táticas. Sua mãe mandava de Amsterdam pacotes contendo uma variedade de doces holandeses.
O Levi abriu esses pacotes em sua mesa. Ele tirava para si os Vlinders e os Stroopwafels, mas ele sempre deixava os Kattekoppen de alcaçuz. Aparentemente, o Levi adorava esse tipo de doce quando era criança e sua mãe achava que ele ainda gostava. Mas não. Logo, ele deixava os Kattekoppen na prateleira ao lado da porta, onde ele mantinha as caixas das comidas que ele não queria.
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